Já não há volta atrás: o Facebook avança como um tsunami no Brasil e se consolida como fenômeno das redes sociais, tal como no resto do mundo. Lembro que quando resolvi criar meu perfil, lá para o ano de 2007, mantinha uma pequena lista de amigos sem dificuldades. A maioria eram companheiros de classe no curso de pós-graduação em Barcelona. Gente de todos os lugares do mundo, menos do Brasil.
De lá pra cá as coisas mudaram muito: são centenas de fotos, atualizações de status, mensagens, eventos, aniversários e vários convites de novas amizades por semana – e olha que eu nem me considero um cara popular.
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