Nova versão do Skype para o Windows Phone 8.1 aceita comandos via Cortana

A versão mobile do Skype ganhou algumas atualizações interessantes para os Windows Phone 8 e 8.1. O destaque fica por conta da integração entre o aplicativo VoIP e o Cortana, o aguardado assistente de voz do sistema operacional móvel da Microsoft.

A integração do Skype com o “Siri” do Windows Phone será válida apenas para a versão 8.1 do sistema, mas terá recursos bem legais. Você poderá, por exemplo, ativar o programa com um simples comando de voz. O mesmo vale para iniciar uma chamada de voz ou vídeo. Além disso, as notificações do aplicativo VoIP também aparecerão na Central de Ações da plataforma.

Skype agora está integrado ao Cortana

A  nova versão do Skype (que leva o código 2.19), também terá suporte a um número maior de idiomas – pulando de 19 para 51 línguas -, permitirá editar mensagens recém-enviadas e melhorias no sistema de notificações. Estes updates também serão válidos para o Windows Phone 8.

[Fonte: Blog do Skype]

Baixar Skype para Windows Phone

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Lançamentos de julho e agosto: descubra os melhores jogos do inverno

Uma nova versão do lendário Street Fighter IV, a volta de um jogo espetacular e muito RPG são as novidades que se destacam neste período de Copa do Mundo.

As grandes companhias costumam reservar suas grandes cartas para a primavera, e aproveitam os meses seguintes para colocar nas lojas títulos dos quais não esperam vendas espetaculares. Mas discrição não significa baixa qualidade. Os games apresentados aqui podem ser muito bons e dar grandes alegrias enquanto você espera o lançamento de grandes títulos como o novo Assassin’s Creed ou a enésima versão do FIFA.

Sacred 3 – PC, PS3, Xbox 360 (05/08)

Novo game desta saga de ação e RPG, ambientada 1.000 anos depois do jogo original. Desta vez, deveremos lutar contra o malvado Império de Ashen para conseguir o mítico Coração de Ancaria. Diz a lenda que quem o possua decidirá o destino do mundo.

Ao contrário de muitos jogos do gênero, para um só jogador, Sacred 3 é um game cooperativo, animando você a colaborar com até 3 pessoas. O trabalho colaborativo e a variedade de classes serão fundamentais para vencer a ameaça do Império de Ashen.


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Ultra Street Fighter IV – PC, PS3, Xbox 360 (08/08)

Outro Street Fighter IV? Claro! A Capcom nega-se a matar sua galinha de ovos de ouro e, depois de mais de dois anos, atualiza um dos melhores jogos de luta dos últimos anos.

As grandes novidades da versão Ultra do SF são seis novos cenários e a estreia de cinco personagens: Rolento, Elena, Hugo, Poison (todos eles vistos no Street Fighter X Tekken) e um que faz sua primeira aparição na franquia como personagem jogável, Decapre.


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Risen 3: Titan Lords – PC, PS3, Xbox 360 (29/08)

Depois da ambientação pirata do segundo título, a saga Risen volta às origens: a temática medieval. E faz isso com uma história na qual seremos um jovem guerreiro atacado pelas sombras e que perde sua alma.

Assim, começaremos uma aventura cheia de perigos em que teremos de percorrer um mundo aberto em busca de ajuda e encontraremos poderosos magos, históricos rivais dos demônios. Tudo isso envolto em gráficos bastante melhorados desde o segundo título


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Wasteland 2 – PC (29/08)

Até que enfim chega às lojas este jogo financiado por uma campanha de sucesso de crowdfunding. Trata-se de uma continuação do título que a EA publicou em 1988 e que se transformou em pouco tempo em um jogo cult graças ao acertado sistema de jogo – estratégia e RPG -, gráficos muito bons para a época e uma trama de faroeste apocalíptico que inspiraria grandes games posteriores, como Fallout.

A sequência chega com o espírito antigo: a mesma ambientação pós-apocalíptica, assim como um sistema de combate tático tradicional (ao estilo Baldur’s Gate). Isso não quer dizer que não tenha novidades, já que vem, entre outras, com um enorme cenário a ser explorado e uma grande possibilidade de personalização dos heróis. 


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Metro: Redux – PC, PS4, Xbox One (29/08)

Metro 2033 e Metro: Last Light são dois dos melhores jogos em primeira pessoa dos últimos anos. A atmosfera doentia, a jogabilidade complicada e a história madura (baseada em romances) transformaram-nos em um game imperdível para todos os fanáticos por ação e terror.

Depois de sua passagem pelos videogames de antiga geração e pelos PCs, os dois games são lançados agora em um potente pacote com melhorias. Estará disponível tanto no PC como nos novos consoles para que qualquer pessoa possa curtir estes dois jogaços.


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E também…

Os títulos dos quais falei acima são os lançamentos de PC mais importantes de julho e agosto, mas não as únicas novidades. Aqui vão os demais lançamentos exclusivos para videogame:

  • Wii Sports Club – Wii U (11/07)
  • The Last of Us Remastered – PS4 (29/07)
  • Tropico 5 – Xbox 360 (29/08)

Com relação a setembro, prepare-se para emoções fortes com a chegada do The Sims 4, Destiny e FIFA 15.

Quer saber mais sobre os últimos lançamentos? Visite nosso artigo anterior sobre as estreias do mês.

[Artigo original em espanhol]

Leia também:

Adeus, Orkut! Rede social não estará mais acessível a partir do dia 30/9

Sim, meus caros, uma era de ouro da internet chega ao fim. O Google anunciou que, a partir do dia 30 de setembro deste ano, o Orkut será descontinuado. Ou, em outras palavras, ele não estará mais acessível a nenhum tipo de usuário. Em suma: a rede social vai desaparecer.

O anúncio foi feito pelo Google por meio do seu blog oficial. Segundo a empresa, o crescimento de outras plataformas como YouTube, Blogger e Google+ (oi?) ultrapassou o Orkut – que ainda contava com cerca de cinco milhões de usuários, segundo dados do Ibope Nielsen. O fato fez com que a decisão de fechar a rede social fosse tomada. Dessa forma, será possível dedicar energias e recursos para outros canais sociais mais promissores.

De acordo com o Google, até o dia 30 de setembro, os usuários do Orkut não serão impactados, para que a comunidade tenha tempo de lidar com a transição. Será possível exportar as informações do perfil, mensagens de comunidades e fotos usando o Google Takeout, que ficará disponível até setembro de 2016. E a partir desta segunda-feira (30/6), novos usuários não poderão abrir contas no Orkut.

O Google afirmou ainda que as comunidades criadas pelos usuários vão ficar. Isso porque um arquivo com todas as comunidades públicas ficará disponível, de forma online, também a partir de 30 de setembro de 2014. Se você não quiser que seu nome ou posts sejam incluídos no arquivo de comunidades, você pode remover o Orkut permanentemente da sua conta Google. Para ter mais detalhes, acesse a Central de Ajuda, que ensina como desabilitar o perfil.

[Fonte: Google Brasil Blog]

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Tudo o que você precisa saber sobre a experiência psicológica no Facebook

Já foi muito escrito, falado e comentado sobre a experiência do Facebook. Neste artigo, nós explicaremos o método da pesquisa e se é preciso ficar preocupado ou não.

Em 11 de janeiro de 2012, uma equipe de pesquisadores formado por Adam D.I. Kramer, Jamie E. Guillory e Jeffrey T. Hancock iniciaram uma experiência de uma semana de duração no Facebook, cujo objetivo era comprovar se as emoções poderiam ser manipuladas por meio das redes sociais.

Os quase 700 mil usuários que participaram da pesquisa não foram informados. Dois anos depois, em 25 de março de 2014, o estudo foi publicado numa revista científica americana. Meses depois, os jornalistas trouxeram esta história à tona. O fato provocou uma enorme onda de indignação entre a opinião pública mundial. Mas… o que aconteceu exatamente?

Facebook manipulou a visibilidade de alguns posts

O Facebook nunca mostrou todas as publicações dos nossos contatos. O algoritmo, EdgeRank, apenas seleciona o que considera mais relevante. A fórmula leva em conta coisas como o tipo de conteúdo, parentesco, interesses em comum, entre outros.

Os cientistas por trás da pesquisa elegeram 689.003 usuários da língua inglesa, dividiram em quatro grupos iguais e modificaram a fórmula aplicada no perfil deles. Cada grupo veria um post de conteúdo emocional diferente do outro.

Método de experiência do Facebook

Os 689.003 participantes foram dividios em quatro grupos iguais (fonte)

Desta forma, os participantes tinham uma probabilidade muito mais alta ou baixa de ler notícias negativas ou positivas dos amigos.

A emoção dos posts foi analisada pelo programa LIWC, que vasculhou o texto de todos os posts em busca de palavras que expressam emoções positivas ou negativas (você pode experimentar o serviço de detecção de sentimentos por texto).

Ferramenta para analisar as emoções por trás dos posts do Facebook

Você também pode testar o LIWC, serviço usado pelos pesquisadores do Facebook

As emoções podem ser contagiadas

Ao encerrar a experiência, os pesquisadores analisaram mais de 3 milhões de posts, que dão mais de 122 milhões de palavras (4 milhões positivas contra 1,8 negativas). Foi então que os cientistas começaram a análise estatística dos dados colhidos. A hipótese era simples: se é verdade que as emoções podem ser contagiadas no Facebook, então uma pessoa que lesse menos posts positivos publicaria menos estados positivos, e vice-versa.

Os pesquisadores descobriram que, quanto menor a quantidade de notícias positivas, mais palavras menos “alegres” eram escritas. O inverso também é verdadeiro. Isto levou a equipe de estudo a sugerir que o contágio emocional é possível inclusive em redes sociais. Outro efeito é quando o número de notícias com emoções de qualquer tipo são reduzidas, as pessoas tendem a publicar menos notícias emocionais.

Post sobre um dia ruim no FacebookTipo de notícia considerada triste ou negativa para a experiêcia

Resumindo: quando nossos amigos publicam histórias tristes, nós ficamos mais tristes. Quando publicam notícias alegres, nós ficamos mais alegres. E quando nossos amigos publicam suas emoções, nós ficamos mais emotivos durante a publicação. Vale ressaltar, contudo, que os resultados deste estudo mostram que o efeito é suave.

A privacidade foi respeita, mas o Facebook não pediu permissão

Os pesquisadores aplicaram técnica para o texto não ser visível para nenhuma pessoa da equipe. Por outro lado, consideraram que não tinham obrigação de pedir permissão aos usuários, já que a Política de uso de dados do Facebook permite usar os dados para “analisar e melhorar” a rede social..

Texto sobre a política de uso de dados do Facebook
A regra da política de uso de dados do Facebok que permite a análise

O Consentimento informado, que não foi pedido pelo Facebook, nada mais é que um formulário para explicar o objetivo do estudo e perguntar se a pessoa aceita participar. O uso é obrigatório em ensaios clínicos e experiência com humanos de qualquer classe. Não tem conversa: é um requiremento ético e padrão na ciência.

Na psicologia, no entanto, pedir consentimento ao objeto de estudo pode interferir nos resultados: a pessoa tende a sentir-se inconfortável com a observação e agir diferente (experiência de Hawthorne). Os pesquisadores consultaram um comitê ético antes de iniciar o estudo, mas não relevaram detalhes. Isto põe em cheque a ética da experiência.

Experiência comum em ciências sociais

O contágio emocional não é um vírus e nem uma técnica de guerra psicológica, apenas é um fenômeno muito estudado durante década e descreve esses momentos quando as emoções de indivíduos se convergem. Uma dúvida frequente é se pode acontecer o mesmo na internet, afinal, a pessoa está privada de rostos e gestos. Agora existe a experiência de Kramer e companhia como parâmetro.

Post feliz e contagiante no Facebook

Um exemplo de felicidade contagiante no Facebook. Talvez eu tenha alegrado o dia do Iván…

O tipo de experiência realizado na Facebook é bem típico das ciências sociais. Normalmente o estudo acontece em um ambiente ou aspecto manipulado com um grupo de pessoas juntas mais ou menos por acaso. Neste sentido, o Facebook não manipulou nenhuma pessoa diretamente e apenas o efeito das emoções foi significativo para a pesquisa.

A experiência difere daquilo que soa normal na psicologia porque as provas e dados são do Facebook.  O número de sujeitos (quase 700.000) é muito maior que a maioria das experiência psicológicas. Imagine conseguir este tanto de gente…

O que fazer para não ser cobaia de internet

Em primeiro lugar, é preciso estar consciente de que tudo aquilo publicado pode ser usado para melhorar o serviço ou fazer experiência como acabamos de explicar. A mera atividade de compilar estatísticas de visitas e modificar uma página é muito parecida com a essência do experimento que acabamos de descrever.

Sendo assim, todos os aplicativos querem juntar os dados de utilização para melhorar o serviço, mas nem todos perguntam se deixamos. É um trato que você deve aceitar ou rejeitar em cada caso, como uma cláusula de contrato. Muito das melhorias do Facebook, Twitter, Google e dos seus apps favoritos são frutos da análise sobre o seu comportamento e do que você compartilha com seus contatos.

Você escolhe se permite que um app use seus dados ou não

No fim, você decide se continua no serviço que pode usar seus dados à vontade

Como recomendação geral, leia as políticas de dados e privacidade dos seus aplicativos favoritos. Quem sabe você não autorizou um aplicativo para analisar seus dados? Em alguns casos, é possível escolher a opção de não ceder informações, embora esta opção esteja presente em alguns apps.

Por outro lado, procure ficar informado. As mudanças na política dos aplicativos mudam e, embora possa parecer um assunto chato, são contratos que impactam diretamente na sua privacidade. Portanto, fique informado, leia e, se for o caso, decida se pretende permancer ou não.

Se você quer sair, veja os 7 preparativos antes de fechar conta Facebook

[Artigo original em espanhol]

Leia também:

A linha tênue entre copiar e melhorar da Apple

Muitos aplicativos e recursos do OS X 10.10 Yosemite e iOS 8 são clones de produtos que já existem. Veja por si mesmo!

Raramente a Apple inventou alguma coisa. A especialidade da empresa sempre foi outra: adivinhar quais foram as invenções de grande potencial para se apropriar e torná-las irresistíveis.

Um exemplo? O mouse, que a Xerox tinha inventado e que o Steve Jobs, percebendo o potencial, o transformou no dispositivo mais utilizado da história da computação.

Outros exemplos? A interface do usuário com janelas, uma vez mais, uma invenção da Xerox. Ou o próprio iPod.

Se é verdade que os medíocres se inspiram e o gênios copiam, então Cupertino é a casa dos gênios. A evidência mais recente foi a da palestra de abertura da WWDC 2014, em que foram apresentados ao público OS X 10.10 Yosemite e iOS 8.

Os novos sistemas da Apple, na verdade, contêm uma grande quantidade de ideias e conceitos tomados, digamos, emprestados de aplicativos existentes. É ver para crer.

Spotlight e Alfred

Alfred é uma alternativa ao Spotlight que saiu há alguns anos e desde então está sempre entre os top do download do Mac App Store. A principal característica é que, além de buscar no Mac, também pesquisa na internet e fornece um serviço de busca integrado muito completo e fácil de usar.

Alfred é uma alternativa interessante ao Spotlight

E é exatamente isso o que o novo Spotlight do OS X 10.10 Yosemite faz, apesar de ser mais rico e mais completo que o Alfred (há também previews, por exemplo), mas que se inspira muito no bom mordomo Alfred.

Novo Spotlight pega emprestado algumas ideias do Alfred

Mail e Mailbox

Mailbox é um cliente de e-mail que veio à luz em abril de 2013 e ganhou as manchetes por um tempo. A idéia por trás dele era uma nova forma de ler e armazenar e-mails.

Mailbox organiza emails como se fossem tarefas

A novidade era que você podia, com gestos na tela de toque concebidos com inteligência, arquivar, excluir, guardar para ler mais tarde (com muitas opções diferentes para escolher) ou cadastrar numa lista específica.

A ideia provou ser tão certeira que agora foi direto para o Mail do iOS 8. Agora, acredito, o sucesso está garantido. Principalmente se for igual ao MailBox.

MailBox serviu de inspiração para remodelação de email no iOS

O SwiftKey Note e o novo teclado do iOS 8

Um teclado preditivo bem feito é uma ferramenta útil, que sempre fez falta no iOS. Até a chegada do SwiftKey Notes, um aplicativo que oferece sugestões de palavras enquanto você digita, e que, graças ao algoritmo incrível, faz você compor textos e mensagens com numa velocidade impressionante.

Tecnologia do SwiftKey Note está presente na atualização do iOS

Até mesmo o pessoal da Cupertino gostou da ideia, por isso transportou o aplicativo para o iOS 8 e transformou o teclado padrão em um clone perfeito da SwiftKey Note.

Teclado preditivo ajuda a escrever com mais velocidade

Snapchat, WhatsApp e Mensagens

O novo app de mensagens do iOS 8 é um centro de comunicação muito completo, mas as funções que ele oferece não são novidade.

Mensagem enviada no iOS 8

As mensagens de vídeo “relógio”, as mensagens de áudio, a geolocalização “fácil” e a opção de vídeo ao seu alcance. Na verdade, todas as opções são emprestadas de grandes nomes de empresas de mensagens para celulares, do WhatsApp ao WeChat, do LINE ao Snapchat.

Resumidamente, nada de inovador aqui, mas combinar as melhores ideias do setor em um super-app provavelmente dará bons resultados.

iCloud Drive e Dropbox

O serviço de nuvem da Apple goza de certo sucesso, mas nunca estourou. Muitos usuários não podiam entender exatamente como ele funciona, pois a gestão do espaço era diferente de tudo aquilo ao que estavam acostumados.

No OS X 10.10 Yosemite, no entanto, a Apple aprendeu as lições do Dropbox e transformou o iCloud Drive em quase-clone, com pastas que podem ser gerenciadas como um diretório normal no Finder. E, desta vez, ele vai ser um sucesso.

Reformulação de iCloud Drive foi inspirado no DropBox

Copiar, sim, mas com estilo

De acordo com a sua história, a Apple continua vasculhando o mundo em busca de tecnologia para transformar boas ideias em aplicativos bem-sucedidos.

Se é um método aceitável ou não, é difícil dizer. Mas claro que nós, como usuários dos produtos de Cupertino só podemos tirar proveito dele.

[Artigo original em italiano]

Leia também:

Facebook manipula feed de notícias de usuários para pesquisa acadêmica

Para realizar um estudo acadêmico, o Facebook manipulou – de forma secreta – o feed de notícias de quase 700 mil de seus usuários, por um período de sete dias. O objetivo era avaliar se um número maior de palavras positivas ou negativas em suas timelines era capaz de alterar o estado emocional de seus usuários e de suas postagens. Para isso, a rede social manipulou o algoritmo usado para distribuir as publicações.

Os resultados obtidos pela manipulação constataram que sim, o estado emocional de um usuário poderia ser influenciado por um número maior de palavras positivas e negativas. Segundo o estudo, “estados emocionais podem ser transferidos para os outros por meio do contágio emocional, levando as pessoas a experimentarem as mesmas emoções de modo inconsciente”, afirmaram os autores da pesquisa. “Estes resultados provam que as emoções expressas pelos outros no Facebook influenciam nossas próprias emoções, o que evidencia o contágio em larga escala via redes sociais.”

O estudo foi conduzido pelos acadêmicos Adam Kramer, Jamie Guillory e Jeffrey Hancock, que são pesquisadores associados ao Facebook e representam as universidades de Cornell e da Califórnia (UCLA). O documento foi publicado neste mês, na edição de 17 de junho da publicação oficial da Academia Nacional de Ciências dos EUA (PDF) e repercutidos pelas revistas onlines Slate e The Atlantic.

Ainda que os termos de uso do Facebook permitam esse tipo de pesquisa, a divulgação da manipulação dos dados revoltou usuários da rede social pela internet. Muitos questionam se o estudo pode ser considerado ético e consideram encerrar a conta na plataforma criada por Mark Zuckerberg.

E o que você acha? Concorda com a manipulação de dados do Facebook mesmo que seja para fins acadêmicos?

[Fonte: AFP]

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3 boas razões para esperar o Civilization: Beyond Earth

Quatro anos após o lançamento do Civilization V, a saga de jogos de estratégia volta com o Civilization: Beyond Earth. O novo título abandona as simulações históricas do passado e nos impulsiona por meio da ficção científica. A ação em Beyond Earth se desenvolve cerca de 200 anos no futuro. Após um evento chamado “O grande erro”, a humanidade é forçada a abandonar a Terra para buscar a sua salvação em um planeta novo e mais acolhedor.

O Civilization é uma das franquias mais prolíficas na história dos videogames: a série já vendeu mais de 21 milhões de cópias praticamente sem alterar um milímetro em 23 anos de existência, e o Beyond Earth é uma verdadeira aposta dos criadores do jogo.

O trailer do jogo não convenceu? Vamos explicar por que nós esperamos o lançamento do Civilization: Beyond Earth com impaciência… e por que você também deveria!

1. É filho espiritual de Alpha Centauri

Alpha Centauri levou a civilização para longe dos limites terrestres

Alpha Centauri, o primeiro Civilization a se desenvolver em outro planeta…

Se você gosta de jogos de estratégia, ficção científica e teve um computador no final dos anos 90, então existe uma chance de que tenha jogado o Sid Meier’s Alpha Centauri. Desde o lançamento em 1999, este game de estratégia deu aos jogadores a possibilidade de estender a aventura da humanidade para as estrelas.

Aclamado pela crítica na época, o Alpha Centauri não teve uma continuação de verdade… até o Beyond Earth, seu digno sucessor! E quando a qualidade do material original é conhecida, podemos prever que o novo projeto também será bom.

2. Novidades no jeito de jogar

civilization beyond earth

A Sid Meier revive a saga com novo jeito de jogar… Há algo no horizonte

Sid Meier e sua equipe pretendem ressuscitar a saga Civilization mudando a forma tradicional de jogar a série. Isso é o que Dennis Shirk, produtor sênior da série Civilization disse aos nossos colegas da revista Time:

Não haverá muitas semelhanças entre o Beyond Earth e o Civilization V. Claro, se trata de colonizar um planeta, mas a mecânica de jogo que introduzimos é nova, desde nossa nova árvore tecnológica até o sistema de atualizações [de unidades]. Nos afastamos bastante do título original.

Entre as inovações em questão, um sistema de missões semi-aleatórias dará ritmo às partidas, introduzindo elementos que podem mudar de uma partida para outra.

O Civilization Beyond Earth também introduz um novo sistema de busca, que substitui a tradicional árvore de tecnologia. Neste capítulo é a vez da Tech Web, uma tecnologia de rede que permite desenvolver pesquisas mais orgânicas e imprevisíveis.

Mas o aspecto mais inovador do Civilization: Beyond Earth é certamente o ambiente novo, um planeta desconhecido habitado por uma fauna alienígena. Como em Alpha Centauri, os jogadores têm a opção de viver com as formas de vida indígenas ou entrar em uma guerra com eles.

3. Histórico de grandes títulos

Objetivo é criar uma civilização próspera fora da Terra

Você é capaz de fazer sua civilização prosperar?

Vamos direto ao ponto: o Civilization V, o título anterior ao Beyond Earth na série, é simplesmente um dos melhores jogos de estratégia em turnos. Os críticos são unânimes: o título de 2010 impressionou com a profundidade, gráficos e precisão histórica.

Cerca de 10 anos após o lançamento do primeiro episódio, o Civilization V consagrou a maestria da Sid Meier e a equipe em um gênero que eles mesmo ajudaram a criar. Com tal herança e a turma do Firaxis trabalhando nisso, não vemos como o Civilization: Beyond Earth falhar.

Se tudo correr como o planejado, Civilization: Beyond Earth chegará às prateleiras no final de 2014. Para ter uma idéia do que poderá fazer com o Civilization, você pode jogar (ou jogar de novo) o Alpha Centauri! O jogo envelheceu muito bem e está disponível no Windows XP, 7, 8 e Mac por uma pequena taxa nos nossos colegas da GOG.com (Good Old Games). Seria um erro não prová-lo!

Baixar Alpha Centauri do GOG.com

[Artigo original em francês]

Leia também:

The Division mostra uma cidade de Nova York em colapso e pandêmica

Nesta E3 2014, a Ubisoft me deixou entusiasmado com o desenvolvimento de jogos com os quais simpatizo bastante. Desde o lançamento do FarCry até o The Crew, passando pelo tradicional Tetris (versão impecável do clássico), o sensacional multiplayer Rainbow Six Siege e o que será um dos melhores lançamentos de 2015: The Division.

Nova York devastada

The Division é um jogo de ação e RPG em terceira pessoa. Você será o chefe de um grupo de homens chamado The Division, cujo objetivo é recuperar uma Nova York totalmente devastada e entregue ao acaso. Não há mais detalhes da história, mas tudo gira ao redor de uma contaminação do ar que impede a vida na cidade. Há os maus, os bons e esse raro vírus mortífero.

O jogo combina muitos gêneros ao mesmo tempo. Por um lado, você tem a parte da ação pura e dura. Precisa se proteger atrás de todo tipo de objetos, usar as armas para acabar com os inimigos e lançar mão de gadgets e diferentes granadas, como a bomba de fumaça ninja que cega o inimigo temporalmente ou uma granada que rola pelo chão em busca dos atacantes.

As lutas podem acontecer em quatro níveis diferentes. Nos telhados dos edifícios, no interior desses mesmos edifícios, no nível do chão das ruas de Nova York e em subterrâneos, como nas instalações do metrô. Isso oferece uma variedade incrível ao The Division, que não se conforma em criar lutas em um único estilo de cenário.

Recupere uma Nova York futurista devastada pelo vírus em The Division

Por outro lado, é um jogo principalmente cooperativo. Mesmo que seja possível jogá-lo sozinho, a graça está em jogá-lo com mais três amigos, que, por sua vez, controlarão o resto dos soldados guerrilheiros. Se quiser, você pode adicionar ainda um quinto amigo, que poderia jogar por meio de um tablet e seria o responsável pelo suporte tático, vendo a ação de um ponto de vista aéreo, em perfeita sincronização.

Por fim, também é um jogo de RPG. Não um RPG extremo, como nos RPGs mais tradicionais, mas sim um RPG que melhora o personagem e suas habilidades, assim como faz a atualização de armas e permite a escolha livre de missões (não é mundo aberto nem um jogo linear). Mesmo que a cidade de Nova York esteja totalmente aberta para o jogador desde o princípio, os efeitos da contaminação limitarão seu avanço, de modo que você terá que verificar como superar essas barreiras invisíveis.

Cidade é explorável até onde o vírus permite
Você não pode nem deve ficar com um único equipamento durante o jogo. Cada missão exigirá que você se adapte a ela de acordo com a situação. O melhor de tudo é que o sistema de armas combináveis e modificáveis permitirá que você troque seu arsenal com discrição sem ter de voltar à base.

Ao mesmo tempo, para fomentar essa experiência de RPG que comentava antes, os disparos podem causar mais ou menos dano em função da combinação “força do atacante – poder de sua arma – nível de habilidade”. Cada baixa dará a você um certo grau de experiência que ajuda a melhorar suas habilidades.

Ação totalmente real

The Division é também uma evolução técnica muito importante. O motor gráfico Snowdrop é um dos melhores que já vi. Talvez não seja um motor com tanta força bruta como o Unreal 4, mas suas virtudes não vão por aí. Para mim, o que mais se destaca, neste caso, é o realismo que transmite e como se aplica bem ao The Division.

Toda ação em The Division é muito bem calculada e realista

Estou falando de disparos que causam estragos verdadeiros no cenário, de carros que se destróem em tempo real segundo disparam contra eles, de janelas e cristais que se rompem de maneira lógica, de animações ultrarrealistas, de uma fumaça verossímel e uma luz dinâmica que dá uma ambientação única ao jogo. Na verdade, aquele vídeo técnico do The Division que vimos há alguns meses é totalmente real, e quando você vê uma partida verdadeira deste game, fica com a boca aberta.

Conclusões

Muitos jogos me deixaram animado nesta E3 2014. O novo Batman, o inovador Rainbow Six, o sangrento Mortal Kombat X… mas foi o The Division o que gerou mais expectativa. Se este jogo é a referência dos games de ação do próximo ano, então já estou 100% satisfeito.

[Artigo original em espanhol]

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Defenda sua liberdade em um Estado policial no Homefront: The Revolution

O que você faria para defender sua liberdade? O jogo Homefront: The Revolution apresenta essa premissa, e é a segunda parte do jogo de ação da Deep Silver e da Crytek que nos leva a uma situação no mínimo complicada: defender nossa casa de uma invasão estrangeira.

Homefront: The Revolution segue ao pé da letra a história que você já pôde viver no no futuro. Os Estados Unidos são invadidos pela Coreia do Norte. Mas como em toda história bélica, surgirá uma Resistência para fazer frente ao problema com uma guerra de guerrilhas.

Nosso enviado especial à feira de jogos E3, Raúl Pérez, experimentou o game. Está à altura da primeira versão? O que Homefront: The Revolution oferece?

Luta sem fim

Homefront: The Revolution é sobre uma cidade cerceada pela polícia

Nesta segunda aventura de Homefront, a história é ambientada nas ruas da Filadélfia. Passaram-se quatro anos desde o ocorrido no primeiro título e as coisas não vão muito bem: a cidade vive em estado policial, constantemente vigiada por drones e patrulhas blindadas que controlam tudo.

Mas não tenha medo. São muitos os que lutam contra a tirania e fazem parte da Resistência. Além disso, um detalhe importante é que você conta com diversos tipos de armas que podem ser personalizadas, melhoradas ou criadas do zero com os elementos ao seu alcance. Na versão de demonstração que vimos na E3, o protagonista montou um veículo controlado a distância para cumprir o papel de bomba.

Para você se situar no cenário, Homefront: The Revolution oferece um telefone móvel para tirar fotos, ver o mapa, controlar missões, marcar objetivos e, definitivamente, controlar os itens do menu.

A revolução em primeira pessoa

Como Homefront contribui com o gênero? Para começar, com um mundo aberto praticamente interminável, uma cidade devastada que você percorre de ponta a ponta – isso se os guardas permitirem, claro. Quantos aos gráficos, o maior destaque é a sensação de vida real na cidade: as condições climáticas são dinâmicas e os personagens aleatórios reagem a você sem um padrão pré-estabelecido. Adicionalmente, também é preciso ressaltar a grande qualidade gráfica proporcionada pela mais recente versão do motor Cryengine, a mesma do Far Cry.

Entre nossos detalhes preferidos está o fato de que tudo ocorre ao mesmo tempo. Isto é, os acontecimentos não se adaptam ao jogador, congelando o resto de eventos. No Homefront: The Revolution, suas ações têm consequências em toda a cidade. Daí que o objetivo do jogo, convencer as pessoas a se unirem à Resistência, seja tão emocionante, já que haverá pequenos conflitos simultâneos em diferentes partes da cidade.

Tudo acontece ao mesmo tempo em Homefront: The Revolution

Logo, as primeras impressões do Homefront: The Revolution são muito positivas.  É um jogo com um grande cenário, muitos personagens e armamento personalizável. Detalhes que fazem deste segundo game da série Homefront em um título esperado.

Homefront: The Revolution será lançado em 2015 e estará disponível para Xbox One, PS4, PC, Mac e Linux.

[Artigo original em espanhol]

Leia também:

Depois do Rio de Janeiro, aplicativo que oferece sistema de caronas chega à SP

O Uber, aplicativo que permite motoristas e passageiros se conectem para pegar caronas pagas uns com os outros, chegou a segunda cidade do Brasil. Depois do Rio de Janeiro, São Paulo é a segunda localidade a receber a novidade, que funciona em fase de testes.

O funcionamento do programa é similar aos apps usado para chamar táxis e que são muito populares por aqui: com o aplicativo no seu smartphone, você localiza os carros que estão próximos de onde você está e o aciona. A partir daí, o veículo realiza a corrida e você faz o pagamento também via app, usando o cartão de crédito. O motorista fica com 80% do valor da corrida e o Uber, 20%.

Depois do Rio de Janeiro, aplicativo que oferece sistema de caronas chega à São Paulo

O custo mínimo da corrida é de R$ 13,50, com a bandeirada saindo por R$ 5,40 e cada quilômetro por R$ 2,76. Vale citar que esses valores são os praticados no Rio de Janeiro, podendo variar em São Paulo. O motorista que quiser se cadastrar no Uber precisa ter carro próprio, seguro do automóvel para fins comerciais e, claro, habilitação.

Taxistas protestam

Por representar uma séria ameaça ao negócio dos táxis, o Uber é alvo de protestos por parte dos profissionais desta categoria em todo mundo. Isso porque eles afirmam que se trata de uma concorrência desleal dos adeptos do aplicativo, uma vez que estes não fazem os investimentos que os taxistas fazem para exercer o negócio (licenças, seguros, vistorias, manutenção, etc). A discussão vai longe.

Baixe o Uber para seu celular Android ou iOS (iPhone)

[Fonte: UOL]

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