Microsoft compra Nokia: E o que vai acontecer com o meu celular?

Sem dúvida, a compra da Nokia pela Microsoft marca o nascimento de um novo gigante das telecomunicações. Mas quais consequências essa fusão pode trazer para a sua vida? Se você tem um smartphone com Windows Phone ou um Nokia Asha, é bom ficar de olho nas decisões que a empresa de Redmond tomará próximos meses.

Vamos tentar antecipar e responder algumas dúvidas sobre o futuro dos sistemas móveis após a aquisição anunciada hoje:

O que vai acontecer com meu smartphone com Windows Phone?

Não se espera que a fusão tenha impacto direto sobre os telefones com Windows Phone. Seja da própria Nokia, da HTC ou da Samsung, os smartphones devem continuar recebendo atualizações regularmente e funcionar sem problemas. Na verdade, a Microsoft está empenhada em continuar a trabalhar com seus parceiros e apoiar seus produtos atuais e futuros.


Aparelhos Nokia e HTC com Windows Phone (Fonte: Divulgação)

Eu não tenho um Windows Phone. Qual o futuro do meu celular Nokia?

Não entre em pânico! Os diversos telefones da Nokia – com Symbian, série S40, etc. – não devem ser abandonados imediatamente e continuarão a ter suporte por algum tempo. A previsão é que a Microsoft utilize este segmento rentável e estratégico como um trampolim para trazer novos usuários para a plataforma Windows Phone.

E a Nokia Store / Ovi Store?

O fato da Microsoft ter comprado a Nokia significa, provavelmente, uma integração entre a Ovi Store – a loja de aplicativos móveis da Nokia e a Windows Phone Store. Assim, a loja de apps da Microsoft incorporará 120 mil novos aplicativos e cobrirá uma gama de dispositivos sem igual, dos celulares mais simples aos smartphones mais avançados.

Qual é a sua expectativa sobre o futuro dos celulares Nokia e a plataforma Windows Phone com a aquisição da Nokia pela Microsoft?

Microsoft compra Nokia e cria expectativa no setor móvel

Na madrugada de hoje, a Microsoft anunciou a compra da divisão de celulares da Nokia. Trata-se de um grande marco para a empresa e, provavelmente, um dos maiores e mais importantes negócios do setor móvel neste século.

Que a aquisição da Nokia pela Microsoft é uma transação que envolve muito dinheiro – mais de US$ 7 bilhões – e uma infinidade de interesses, nós já sabemos. Mas quais serão as consequências dessa negociação para os usuários de celulares Nokia Asha, Windows Phone e até mesmo para os fãs do Here Maps?

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Pouco se sabe até agora. Tudo o que se comenta ainda é apenas especulação, mas uma certeza é que a Microsoft utilizará toda a experiência em smartphones da Nokia para alavancar seu próprio sistema móvel, o Windows Phone 8. Além disso, poucas mudanças devem acontecer a curto prazo. A fusão só deve ser finalizada realmente no primeiro semestre de 2014.

Ainda assim, é possível arriscar algumas previsões do futuro:

  • Nokia Asha – os usuários do sistema S40 não precisam se preocupar por enquanto. A série Asha ainda é muito popular e rentável, o que deve fazer a Microsoft mantê-la em atividade por algum tempo. É possível também que a Microsoft aproveite a oportunidade para disponibilizar novos aplicativos na Nokia Ovi Store, como o Skydrive, o Outlook e o Bing.
  • Windows Phone – a nova versão da plataforma móvel da Microsoft acabou de ser lançada e é a menina dos olhos da empresa do Bill Gates. Com a aquisição, a briga entre as gigantes do setor ficará ainda mais acirrada. Microsoft, Google e Apple lutarão por cada ponto na fatia do mercado mundial. E quem deve ganhar com isso são os usuários de aparelhos Android, iPhone e – claro! – Windows Phone.

Após o anúncio inesperado, o mundo inteiro virou os olhos para o futuro da Microsoft. A expectativa em torno dos próximos passos e os efeitos para o mercado são tão grandes como os números da transação.

O que você espera da fusão da Microsoft com a Nokia?

WinRAR 5.0 estreia novo formato de compressão RAR5

Um dos programas mais populares de compressão de arquivos, o WinRAR foi atualizado para a versão 5.0. Lançado pela primeira vez em 1995, o WinRAR é usado atualmente por mais de 500 milhões de pessoas em todo o mundo.

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Depois de muitos anos estagnado na versão 4, o WinRAR 5.0 estreia um novo formato de compressão: o RAR5. O Softonic já testou o programa e fez uma análise completa sobre a ferramenta.

No quesito interface, a nova versão do WinRAR parece muito com a antiga, mas o CEO da empresa, Burak Canboy, disse que o programa pode até não ser chamativo, mas “certamente faz o seu trabalho bem feito”. Quando perguntado por uma futura versão do RAR para Android, Canboy foi direto: “Sim, nós pensamos desenvolver uma versão para Android”.

Download do WinRAR:

RAR5 (WinRAR) é melhor que o 7Z (7-Zip)?

RAR5 é o novo formato do WinRAR 5 [32 bits | 64 bits], um concorrente de peso do 7-Zip. Comparamos os dois e colocamos abaixo tudo aquilo que você precisa saber sobre o RAR5:

Quais são as vantagens do RAR5 comparado com o RAR 4?

Existem milhões de arquivos RAR no mundo – e a maioria foi comprimida com o algoritmo RAR4, que funciona em todos os descompactadores e em quase todas as versões do WinRAR. A versão 5 do WinRAR traz o RAR5, de padrão superior.

Para começar, o RAR5 aumenta o tamanho do dicionário de catalogação em até 1 GB (na versão de 64 bits). O tamanho padrão do dicionário de catalogação do RAR é de 32 MB. Isso significa que, quanto maior o dicionário (que armazena as partes repetidas dos arquivos), melhor a compressão para arquivos pesados. Você precisará de um dicionário grande somente quando tiver que compactar arquivos pesados – que não serão enviados nem compartilhados – ou seja, arquivos de backup ou cópias de segurança.

Outra mudança importante é o novo registro de recuperação. No caso de uma compressão que seja igual ou superior a 5% do tamanho do arquivo, o RAR5 é um formato mais resistente a danos que o RAR4.

Por último, o RAR5 permite cifrar os dados com o algoritmo AES de 256 bits. Não é o melhor cifrado do mercado, mas é bastante eficiente. O governo dos EUA usa o AES para proteger seus conteúdos ultrassecretos.

Comparativo: RAR5 vs. 7-Zip vs. RAR4

Em vários testes, o RAR5 superou 7Z na velocidade e compressão. Em um teste publicado no HyperSpin, por exemplo, o WinRAR 5 descomprimiu uma imagem de 5 GB em dois minutos, enquanto o 7-Zip [32 bits | 64 bits] completou a tarefa em seis.

Fizemos um teste rápido comparando RAR5, RAR4 y 7-Zip: utilizamos um computador de mesa Dell Precision 490 com CPU Intel Xeon 5130 (dois processadores de quatro núcleos), 16 GB de RAM e sistema Windows 8 Pro de 64 bits. A pasta continha 104 arquivos variados (entre documentos, vídeos, imagens e música) divididos em dez pastas, ocupando um espaço total de 528.031.744 bytes no sistema de arquivos do Windows, o NTFS. O disco de entrada e destino dos arquivos foram o mesmo: um HD externo ATA.

Usamos três opções pré-determinadas: a mais rápida, a de maior qualidade e a normal. O único que variamos foi o tamanho dos dicionários, para que coincidisse com o utilizado no RAR5 (exceto RAR4, com um limite de 4 MB).

A velocidade do algoritmo RAR impressiona tanto no RAR4 quanto no RAR5. O tempo de compressão aumentou no nível “Normal” do RAR5, porque utiliza dicionários de 32 MB.

Os resultados do 7-Zip foram péssimos. No caso do algoritmo padrão do 7Z, o LZMA, não se utiliza quase a CPU. Já o LZMA2 não tem esta limitação, mas nem quando usamos oito núcleos conseguimos superar o RAR4.

Os resultados da compressão devem ser interpretados com cautela, já que não podemos desconsiderar as características da mostra utilizada.

Posso usar o RAR5 agora?

Claro que sim. Você só tem que selecionar a opção RAR5 quando comprimir um novo arquivo utilizando o WinRAR 5.0. O tamanho padrão do dicionário é de 32 MB.

Como descompactar um RAR5?

Por enquanto, os arquivos compactados com o algoritmo RAR5 somente podem ser abertos com o WinRAR 5.0, porque o algoritmo ainda é muito recente. Provamos com vários descompactadores, como o 7-Zip e o IZArc, mas não conseguimos abrir arquivos tipo RAR5.

Apesar do RAR não ter código aberto, o WinRAR distribui gratuitamente o código fonte da ferramenta UnRAR, que serve unicamente para a linha de comandos. Nesta página também estão disponíveis as especificações do formato RAR5.

O reconhecimento e abertura de arquivos RAR5 depende, basicamente, de que os descompactadores existentes no mercado atualizem suas ferramentas. No caso do 7-Zip, o programador da ferramenta, Igor Pavlov, afirmou que adicionar um suporte para RAR5 “não é uma prioridade”.

Qual versão de RAR é melhor usar?

Recomendamos a RAR4, por questão de compatibilidade e também porque é o formato padrão do WinRAR. Para compartilhar arquivos RAR5 é melhor esperar que o formato se popularize.

E você, qual formato de compressão vai usar?

Artigo original em espanhol, escrito por Fabrizio Ferri-Benedetti.

Aniversário do Google Chrome: 5 anos de sucesso!

Hoje é o 5º aniversário do Google Chrome! Um navegador rápido, simples e eficiente que, em apenas cinco anos, alcançou uma popularidade enorme e se tornou o browser favorito de milhões de usuários não só de Windows, mas também de Mac, Android e iOS (iPhone e iPad).

Para comemorar esta data, o Softonic criou um artigo especial que conta a história do navegador do Google desde o início, em 2008, até os dias de hoje, quando o Chrome já é o browser número um para computadores e celulares.

Leia o artigo especial Chrome completa cinco anos como ‘Campeão dos Navegadores’

Download do Chrome:

Chrome completa cinco anos como “Campeão dos Navegadores”

No dia 2 de setembro de 2008, o Google lançou o Chrome. Cinco anos depois, o Chrome é o navegador mais usado no mundo. Vamos fazer uma retrospectiva da sua história:

Uma estreia sem precedentes (2008)

Quando o Google lançou o Chrome, o panorama da navegação web era triste: lançado dois anos antes, o Internet Explorer 7 era o navegador mais popular, com uma fatia de 67% do mercado. O Firefox 3, impulsionado pela morte definitiva do Netscape, tentava crescer, mas seu estilo ainda era muito tradicional.


Cotas do mercado de navegadores em julho de 2008 (Fonte: StatCounter)

O Chrome aterrizou com sua versão beta e causou impacto: sua proposta era totalmente diferente das que existiam no mercado. Seu navegador possuía apenas uma barra para todas as funções (a “omnibox”, que depois todos copiaram), um modo de navegação privado (anônimo) e um desenho elegante. Ainda faltavam muitas coisas, como as extensões e temas, mas sabíamos que não demorariam para sair…


Google Chrome foi lançado com um simpático quadrinho que explicava as novidades

Acima de tudo, o Chrome impressionou pela sua performance. O motor JavaScript V8 demonstrou ser o mais rápido. Ao observar o administrador de tarefas do Chrome, pensamos que poderia ser o princípio de um novo sistema operacional. Mas nosso chute não foi tão absurdo assim: em 2009, o Google anunciou o lançamento do Chrome OS.

Fase de amadurecimento (2009-2011)

No início, o Chrome demorou para cair no gosto popular. A Microsoft apresentou logo o Internet Explorer 8, enquanto o Firefox desenvolvia a versão 4. Um ano depois do lançamento, o Chrome tinha uma cota de mercado de apenas 3,7%. Acabava de lançar o Chrome 3, com temas e 300 extensões experimentais.

Mas foi a versão 5, lançada em 25 de maio de 2010, que marcou o amadurecimento do Chrome como navegador: finalmente apareceram as versões estáveis para Mac e Linux, e o programa contava com milhares de extensões e um motor web que superava todos os testes. A sincronização de opções e os favoritos foram os primeiros passos em direção ao compartilhamento na nuvem.

A partir daí, começou a revolução: a equipe de desenvolvimento do Chrome decidiu acelerar e lançar uma nova versão estável a cada seis semanas. Esta mudança também afetou os outros grandes navegadores, que acabaram liberando novas versões com maior frequência.

Gráfico de atualizações do Chrome. Depois, o tempo entre cada uma diminuiu muito (Fonte: The Chrome Source)

Chrome chega à liderança (2011-2013)

No final de 2010, o Google abriu a Chrome Web Store com mais de 11.000 extensões e aplicativos web. O lançamento coincidiu com a da versão 8 do navegador. Foi só o começo de uma série de novidades (aceleração gráfica, WebGL, novo ícone) que terminaram dia 15 de junho de 2011 com o lançamento do Chrome OS.

Imagem do Chrome OS (Fonte: David Whelan)

O Chrome era ao mesmo tempo um navegador e um sistema operacional… mas ainda não estava nos celulares. O Google lançou a versão estável do Chrome para Android no dia 26 de junho de 2012, ao mesmo tempo que saía a versão 20 do Chrome. Duas semanas depois, dia 9 de julho, saiu o Android 4.1 “Jelly Bean”, com o Chrome embutido como navegador padrão.

Quando estava quase comemorando seu quarto aniversário, o Chrome chegou ao primeiro lugar. As cifras eram impressionantes: 750 milhões de apps instalados a partir da Web Store, uma cota de mercado superior à do Internet Explorer (32%) e um rendimento insuperável na hora de carregar os aplicativos web.

Desde então, não houve mais mudança de posições. As versões lançadas em 2013 acrescentaram poucos recursos. As mudanças que o Google está fazendo ainda estão escondidas: um rendimento ainda maior, segurança a prova de hackers e um novo motor web, o Blink, desenvolvido em parceria com a Opera, com quem compartilha as mesmas extensões.

O que podemos esperar para os próximos anos?

Cinco anos, trinta versões, 43% de cota de mercado. O Chrome foi implacável ao superar os outros navegadores. O Chrome transformou o panorama da informática e hoje é uma peça fundamental que ajuda a explicar o auge dos aplicativos web e da computação em nuvem.

Será que chegaremos à versão 60 em 2018? O mais provável é que o Chrome seja chamado simplesmente de “Google”, um sistema-navegador que estará presente em qualquer lugar e em todos os dispositivos.

Artigo original em espanhol, escrito por Fabrizio Ferri-Benedetti.

WhatsApp para Android é atualizado com edição de vídeo

O WhatsApp para Android foi atualizado e ganhou um novo recurso de edição de vídeo. A atualização ainda não está disponível no Google Play, mas o arquivo APK já foi lançado no site oficial do WhatsApp.

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Com o nova função, você pode cortar vídeos no WhatsApp. O recurso é bastante básico, mas não deixa de ser um avanço. A ferramenta permite cortar o início ou o final de qualquer vídeo, seja ele gravado a partir do próprio aplicativo ou algum que você tenha guardado no celular. Isso significa que você pode enviar apenas as partes que interessam e economizar no uso de dados.

Esta nova atualização do WhatsApp para Android também corrige alguns erros de localização. A ferramenta de edição de vídeo ainda não está disponível no WhatsApp para iPhone e outras plataformas, mas é provável que seja incluída também na próxima atualização.

Download do WhatsApp para Android.