Batman Arkham Knight não tem uma definição precisa. O game oscila entre melhorias visuais e modo de ação espetacular. O cavaleiro das trevas retorna em um dos jogos mais promissores da E3, sob o disfarce de um verdadeiro super-herói.
Ao entrarmos na sala, as luzes se apagaram e começou a projeção. A narração, ao fundo, acompanhava as imagens transmitidas. Enquanto eu pensava em comprar uma pipoca para assistir a tudo isto como no cinema, apareceu o símbolo do Playstation na tela: finalmente percebi que estávamos diante de uma demonstração ao vivo.
Batman Arkham Night é um título de aventura espetacular e exagerado, mas bastante fluído durante a transição entre as cenas cinematográficas e a ação. Aliás, a qualidade de imagem das cenas cinematográficas e o jogo em si é praticamente o mesmo. Um assombro.
Mesmo que a jogabilidade não fique atrás, embora o visual seja melhor, lutar com o Batman é divertido e dinâmico. Há muitos objetos que podem ser usados, sem contar o clássico Batmóvel, a disposição do morcegão para salvar Gotham City pela enésima vez.
Um super-herói em todo o seu espledor
Na demostração ao vivo na E3, que poderíamos experimentar na sequência, a Rocksteady decidiu mostrar a segunda fase do Batman Arkham Night. É quando aparece o Espantalho pela pimeira vez no capítulo. Em suma, a história é sobre o controle do Ace Chemicals, um punhado de reféns e uma bomba sendo produzida.
O morcegão, ao localizar a fábrica, sobe no telhado graças ao seu cinto de mil e uma utilidades e, com o bumerange Batscanner, analisa a estrutura para salvar os reféns.
Em seguida, planamos pelo céu e, depois, caímos com muita velocidade. Também entramos em um duto de ventilação para não chamar a atenção. A primeira supresa veio quando usamos o movimento Fear take down, que serve para derrubar um inimigo assim que entrar na fase.
Os combates em Batman Arkham Night tem um bom balanceamento entre ataque, defesa e contra-ataque. Durante a luta, nós fizemos uma série de combos que resultaram em cérebros exterminados e uma série de lesões graves para os bandidos.
O protagonismo e camaradagem do Batmóvel
Se KITT e Michael Knight são melhores amigos, Batman e o Batmóvel não poderiam sobreviver um sem o outro em Arkham Knight. Muito se falou sobre o carrão do morcego, mas ainda não podemos confirmar o papel do veículo no game.
O Batmóvel é um super carro armado que também serve como meio de transporte independente, igual a um robô. Durante a fase-teste, nós usamos o carro para quebrar paredes, graças do poder de fogo desintegrador de obstáculos, e também para atacar os inimigos com este armamento no Battle Mode.
Acredito que o papel central do Batmóvel, na verdade, é para resolver quebra-cabeças e prosseguir no game. O veículo pode ser operado à distância e, em certos casos, nos ajudou a exterminar alguns inimigos armados que impediam a nossa progressão ou para operar elevadores que não chegavam em outras áreas da fábrica.
Bem-vindo à nova geração
Nós tentamos (e conseguimos!) completar o segundo nível do jogo, incluindo cenas cinematográficas e dezenas de mortes acidentais, durante cerca de 45 minutos. O game designer que nos acompanhou durante a demo afirmou que o mapa do Arkham Knight é cinco vezes maior que do Arkham City e possui mais tempo de jogo.
Ele também acrescentou que a versão apresentada ainda está em desenvolvimento e parte dos esforços empregados estão direcionados a refinar o aspecto visual do título, sobretudo para explorar a potência dos videogames da nova geração, inclusive o PC de ultima geração, que usamos para testar o game.
Versão ainda em desenvolvimento ou não, Batman Arkham Knight parece impressionante do ponto de vista gráfico. Os detalhes do Batman, a chuva forte durante o nível inteiro e as cenas cinematográficas são todos dignos de nota.
Nós estávamos ansiosos para ver o novo Batman na E3. Em vez da ansiedade diminuir, na verdade apenas aumentou. É um título impressionante.





KAMI é um pequeno quebra-cabeça relaxante no qual você deverá simplesmente preencher a tela com a ajuda de dobras de papel de diferentes cores com um número de movimentos pré-determinado. Se os primeiros níveis se mostram mais fáceis de aprender, algumas tabelas vão exigir bastante do seu cérebro graças a uma dificuldade cuidadosamente dosada.

LYNE é um quebra-cabeça minimalista no qual você deve realinhar as formas geométricas repartidas em uma grade. Super fácil, você diria? Detrás dessa aparente simplicidade, LYNE esconde uma mecânica de jogo que dá o mínimo de trabalho aos mais observadores.

Strata é um jogo feito à mão, que irá ajudá-lo a relaxar com um quebra-cabeça baseado em fitas entrelaçadas. Escolha a combinação de cores correta para cruzar as fitas na ordem correta e recriar o padrão desejado.

Splice é um quebra-cabeça que te levará a um universo misterioso e relaxante. Para resolver os puzzles microscópicos desse joguinho você deverá montar os grupos de células segundo padrões pré-determinados. O mérito de Splice não está apenas na sua estética ímpar em seu gênero e nas suas soberbias músicas relaxante. Um título que vai ajudá-lo a trabalhar seus neurônios.
Como o seu título indica, Color Zen convida você a passar o tempo manipulando formas coloridas. Como em KAMI, o objetivo do jogo é preencher a tela com cores. Só que, em Color Zen, são as formas geométricas que deverão se cruzar para difundir as cores.
