Versão ilegal do Minecraft instala trojan no Android

Uma versão ilegal e infectada com trojans de Minecraft para Android apareceu em algumas lojas não oficiais de aplicativos para a plataforma. A versão falsa atraía os usuários com um preço mais baixo do que o do Minecraft – Pocket Edition para Android oficial. O problema é que o barato pode sair caro.

Especialistas em segurança da F-Secure descobriram que o aplicativo falso inclui um software malicioso que se instala após o download. O vírus assume o controle da função de SMS do seu telefone e começa a enviar mensagens pagas – e caras – para um número russo.

O aplicativo malicioso está disponível apenas em lojas de aplicativos da Rússia por enquanto. O anúncio deixa claro que o game não é oficial. Você deve sempre tomar cuidado na hora de baixar apps provenientes de fontes pouco confiáveis. Além disso, comparar preços na hora de comprar um software também é uma boa prática. Ofertas suspeitas podem ser a porta de entrada de vírus e malwares.

[Fonte: PCMag]

Atualização do Adobe Creative Cloud traz a impressão 3D para o pacote de criatividade

A suíte de aplicativos Creative Cloud da Adobe ficou ainda mais poderosa. A empresa está reforçando a integração entre vários dos seus apps e introduzindo novas funcionalidades. Agora, os elementos criados num programa do Creative Cloud automaticamente será sincronizado com os demais. A partir de hoje, Photoshop, Illustrator, InDesign, Muse e TypeKit recebem atualizações para tornar o trabalho com imagens e fontes mais rápido. São mais de 500 recursos, divididos entre novidades e aprimoramentos. Vamos detalhar um pouco os mais importantes.

Photoshop CC recebe suporte a impressão 3D

Adobe Photoshop CC 3D modeling

As maiores atualizações se concentram no Photoshop Creative Cloud, já que agora o programa oferece suporte a impressão 3D. Artistas, engenheiros e afins podem finalizar seus projetos em 3D usando o Photoshop antes de enviá-los para a impressora. O Photoshop CC permite tanto imprimir localmente, com impressoras como a Makerbot, como enviar as instruções de impressão para serviços online, como o Shapeways. A Adobe já fechou parcerias com uma grande quantidade de empresas para garantir a compatibilidade com impressoras e serviços 3D.


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A Adobe não tem a intenção de posicionar o Photoshop CC como um concorrente dos programas de modelagem 3D, uma vez que possui ferramentas exclusivamente dedicadas para isso. Em vez disso, o Photoshop pretende ser o software de acabamento, que garante que tudo está perfeito antes de ser desenvolvido. Isso economiza a dor de cabeça de ter que reimprimir o objeto final e gastar toneladas de material. “Os recursos que oferecemos são muito mais precisos do que qualquer outro do mercado”, afirma Andy Lauta, gerente de produto do Photoshop.

Outra novidade no Photoshop CC é a ferramenta “Perspective Warp”, que torna a manipulação de perspectivas da imagem muito mais fácil. Os usuários podem ativar a função, desenhar uma grade em torno de um objeto ou camada e manipular a perspectiva do desenho apenas arrastando os cantos da grade. Anteriormente, o Photoshop CC podia manipular a perspectiva de imagens, mas não de forma tão rápida.


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TypeKit apresenta sincronização entre apps

Está mais fácil usar as fontes do TypeKit da Adobe em outros programas do Creative Cloud. Ao baixar uma nova fonte numa máquina, você será alertado para fazer o download em outras que também utilize, configurando uma experiência uniforme entre computadores e aplicativos. Dessa forma, o trabalho colaborativo se torna muito mais fácil, já que será lembrado de baixar qualquer alteração assim que abrir a sua versão do arquivo.

Adobe TypeKit website

Os objetos inteligentes que você criar num aplicativo do Creative Cloud também serão atualizados em todos os demais programas. Por exemplo, se você faz mudanças numa logo no Illustrator CC, o desenho será automaticamente atualizado no Photoshop CC também.


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Illustrator ganha Live Corners e uma nova Pencil Tool

O Illustrator CC também recebeu algumas novas funcionalidades, como a “Live Corners” e uma “Pencil Tool” completamente nova. Live Corners permite aos usuários manipular rapidamente os cantos de um objeto para arredondá-los. Os usuários agora podem “ajustar os cantos de um objeto de maneira rápida e fácil”, até mesmo em lote.

Adobe Illustrator CC Live Corners

O novo lápis foi desenhado para dar mais controle sobre a precisão e a suavidade dos traços. Se alguém usa uma caneta ou o tablet para desenhar no Illustrator CC, a precisão será mais importante, enquanto a suavidade pode ser mais útil para aqueles com um mouse nas mãos. A nova Pencil Tool podem inclusive assegurar que as linhas desenhadas estão retas.

Adobe Illustrator CC new Pencil Tool

Além disso, as linhas podem ser rapidamente manipuladas depois de desenhadas usando o recurso “Refine Paths”, que permite trabalhar diretamente nos traços sem ter que refazer o trabalho.

InDesign facilita o trabalho com links

O InDesign CC passa a oferecer um melhor suporte para hyperlinks. Os usuários não precisam mais atualizar cada hyperlink individualmente, já que a edição em massa está disponível agora. O InDesign também verificará cada link para ter certeza de que é válido e avisará o usuário caso o endereço esteja quebrado. Os estilos dos caracteres para hyperlinks também podem ser manipulados todos ao mesmo tempo, de forma que as mudanças se propagem por todo o documento.

Adobe InDesign CC URL options

O suporte a e-books é outro dos aprimoramentos do InDesign CC. O formato EPUB 3 agora também é compatível com o programa, permitindo a criação de notas de rodapé em pop-up, similar ao estilo do recurso de dicionário do iOS 7 e do Kindle. O suporte a japonês e hebraico foi melhorado com redesenho dos caracteres ao dimensionar o texto em diferentes resoluções.

Adobe ebooks font scaling

Por último, o Muse CC foi atualizado com novos efeitos de rolagem. Os web designers agora podem criar suas páginas web cheias de rich media. Como exemplo, a Adobe mostrou uma animação de um pássaro voando pela página enquanto o usuário a rolava para baixo.

Adobe InDesign CC update

Em resumo

O suporte a impressão 3D do Photoshop CC ainda é uma versão 1.0 de um produto que certamente será melhorado na medida em que criadores de conteúdo coloquem as mãos nele. A Adobe fez uma sábia escolha de integrar os recursos de impressão 3D no Photoshop em vez de criar um produto separado. Ao incluir a funcionalidade dentro de um programa mainstream como o Photoshop, a empresa reduz a barreira de entrada para os criativos que desejam começar a trabalhar com modelos 3D para impressão.

Embora a transição da Adobe para um modelo baseado em assinatura tenha irritado diversos usuários, a empresa está oferecendo atualizações consistentes para tornar sua suíte de criatividade muito mais atraente. Em 2013, o Creative Cloud da Adobe alcançou 1,1 milhão de assinantes, aumentando o número total para mais de 1,4 milhão de membros. Ao integrar ferramentas para tecnologias emergentes como a impressão 3D, a Adobe mostra que, além de antecipar as necessidades dos seus usuários, está em constante adaptação.

A Adobe oferece o pacote completo do Creative Cloud por US$ 50,00 mensais (ou US$ 20,00 para apenas um programa). Uma boa notícia é que a empresa zerou o período de 30 dias de teste, então todo mundo que testou o Creative Cloud antes está apto a experimentar a versão atualizada novamente.

Download do Adobe Creative Cloud

Viber Out prova que a era da internet em todos os lugares ainda está longe

O Viber Out permite fazer chamadas para qualquer número de telefone. Novidade? Não. Mas sua chegada demonstra que ainda estamos a anos-luz da tão propagada conectividade global.

Neste momento, temos cerca de 1,4 bilhão de smartphones em todo mundo. É um número gigantesco, mas comparado com os sete bilhões de celulares (ou feature phones) que há em todo o mundo, essa cifra fica um tanto apagada. Na Índia, por exemplo, mais de 80% dos telefones móveis são similares àqueles simples Nokia que usávamos no Ocidente há dez anos e que não tem acesso nem a internet, nem a apps. Logo, a guerra Android vs. iOS não chegou a mercados como esse.

Proporção Smartphones x Feature Phones (celulares sem acesso a apps e internet) (Fonte: IDC)

Em resumo: a grande maioria da população mundial não sabe o que é o WhatsApp. Os torpedos SMS gozam de muita boa saúde, obrigado, e o tráfego de ligações está longe de diminuir. Pode ser que na Califórnia já não se use o telefone para fazer chamadas comuns, mas basta visitar uma capital africana para se dar conta de que a população local ainda se conecta a partir de cibercafés e envia mensagens para quase tudo, mesmo aqueles que já tem um smartphone.

Porcentagem de smartphones sobre a população de quatro países subsaarianos (Fonte: Quartz)

Viber Out é um lançamento inteligente… e humilde

O Viber lançou o Out com um mês de antecedência por uma causa nobre: dar suporte aos afetados pelo furacão Haiyan, que devastou as Filipinas. Neste país, com quase 100 milhões de habitantes, apenas 33% da população têm acesso a internet, sendo que a maioria se conecta a partir da própria casa. Logo, quando as redes móveis caem ou não estão presentes, o telefone fixo segue sendo o meio mais confiável. Incluindo as áreas menos conectadas do mundo, as redes móveis falham quando acontece uma emergência.

Em uma zona assolada por um desastre natural, já é muito poder contar com a telefonia fixa

Lançar um serviço aparentemente sem novidades como o suporte a SMS para o Google Hangouts ou chamadas a qualquer telefone a partir do Viber Out não é um passo atrás por parte das empresas responsáveis por esses serviços, mas sim um ato de humildade. É o reconhecimento de que o mundo não se restringe à minoria mais afortunada que pode se conectar à web de qualquer lugar. Ao menos até que o Google consiga conectar todo o planeta a partir de 2014, com seus balões aeroestáticos.

E o que você acha da possibilidade de usar o Viber para fazer chamadas telefônicas?

[Artigo original em espanhol]

O jogo de Game of Thrones: o que podemos esperar?

Os criadores dos jogos da série The Walking Dead anunciaram a sua nova saga: a adaptação para o mundo dos games da igualmente clássica Game of Thrones, baseado nos livros de George R.R. Martin. Data de chegada: 2014!

Game of Thrones, baseado na série de livros “Canção de Gelo e Fogo”, é a grande aposta da Telltale Games para este ano. Seguindo a trilha de sucesso da série da HBO, a desenvolvedora pretende criar uma nova obra-prima para os videogames. Mas a questão é: que armas eles usarão para conquistar o público?

Até agora, a Telltale não deu detalhes do argumento que permeará o jogo, mas já se sabe que será dividido em episódios, como The Walking Dead. No entanto, baseado no histórico da empresa, podemos arriscar a dar algumas pistas da trama da franquia. Vamos lá!

Está claro que teremos um episódio inédito

No primeiro trailer do jogo, que vem alimentando o hype junto aos fãs, a Telltale menciona que mostrará “Um novo capítulo épico na saga de Westeros”. Esta afirmação não surpreende, mesmo porque os games da desenvolvedora baseados em obras já existentes (The Walking Dead, De Volta para o Futuro) mostram histórias alternativas das que já conhecemos.

De toda forma, a frase pode ser interpretada de várias maneiras. Sendo assim, vamos dividir as opções em a, b, c e d.

(Crédito da imagem: Viewers Guide HBO)

a) Game of Thrones: As origens

Uma das possíveis temáticas para o jogo de Game of Thrones são histórias baseadas em eventos prévios e que não vimos nem nos livros, nem na TV.

Se esta for a escolha, seria ótimo viver os últimos anos do rei Aerys II, o último monarca da família Targaryen. Como ele se tornou paranoico? O que levou os outros reinos a conspirarem contra ele?

(Crédito da imagem: Deviantart do Dragonnick741)

Situando o jogo nesta etapa, poderíamos empunhar a espada de Jamie Lannister, o “O Matador de Reis”, no momento chave em que o reinado de Westeros mudou de mãos. Nós também poderíamos controlar o jovem Robert Baratheon – ou talvez Edward Starks -, muitos anos antes dos dramas que os condenaram no início do primeiro livro da série.

Mas este período da história da saga não é o único que a Telltale poderia usar como referência. É conhecido o carinho que muitos fãs têm pela família Targaryen. E se voltarmos um pouco mais, na época do glorioso reinado da “família do Dragão”?

Assim, o jogo de Game of Thrones seria um excelente terreno para contar as lendárias aventuras dos Targaryen no ápice da sua glória, quando eles montavam em enormes dragões, que eram decisivos nas guerras. Ação, intrigas palacianas, aventuras… Um jogo com estes ingredientes não seria bastante interessante?

(Crédito da imagem: Devianart do Chadski51)

b) Era uma vez em Westeros

A Telltale Games também está muito tentada a criar novos personagens em seus jogos baseados em série e filmes. Já fez isso com The Walking Dead e não descartamos que repitam em Game of Thrones.

O estilo de narração permitiria maior liberdade, já que a trama principal de Game of Thrones apareceria ao fundo, com um arco de histórias mais pessoais.

Por exemplo: que tal uma história sobre as penúrias de um grupo de personagens durante acontecimentos que já conhecemos nos livros e na série?


(Crédito da imagem: Deviantart do McNealy)

c) Além da Muralha

Uma variação da história paralela para o game se desenvolveria além da Muralha, mais ao Norte, focando os Guardiões da Noite. Isto nos ofereceria tramas que poderiam aparecer junto aos Selvagens, com personagens queridos do público, como Jon Snow e, claro, os Andarilhos Brancos (os Outros).

Por exemplo, esta trama poderia abordar as dificuldades de uma família que vive fora da Muralha e que quer cruzá-la para chegar ao castelo de Winterfell, em busca de proteção e segurança oferecidos pelos senhores da casa de Stark.

E se a Telltale optar por uma trama assim, teria a desculpa perfeita para inserir muitas histórias de intrigas, que farão gelar o sangue dos jogadores, como a desenvolvedora já colocou em prática em The Walking Dead. E, no meio de todo esse cenário, imagine como seria um encontro com os temidos Andarilhos Brancos (os Outros).


(Crédito da imagem: Deviantart do Redan23)

d) O que teria acontecido se…

Outra maneira de não comprometer além da conta as histórias que foram escritas por George R.R. Martin, é focar numa visão alternativa em relação ao que é contado nos livros e na série. Isso significa oferecer um universo alternativo em que as coisas acontecem de outra maneira.

O que aconteceria se Edward Stark não houvesse mantido sua integridade? E se o ataque de Stannis Baratheon no Desembarque do Rei tivesse terminado em vitória? E se o Casamento Vermelho tivesse um final menos sangrento?

Os universos alternativos são muito comuns nos quadrinhos (que o diga o Homem-Aranha e seus múltiplos renascimentos). Portanto, por que não apostar nesse formato também para os games? Além disso, usando recursos de universos alternativos, também poderíamos controlar personagens populares sem deixar de contar com surpresas ao longo do jogo.


(Crédito da imagem: Deviantart de WillHarrisArt)

E a opção mais provável é…

Não há nada mais perigoso que um fanático por uma saga literária. Mude minimamente um pilar da obra e prepare-se para encarar uma legião de fãs raivosos. E, não se engane: com Game of Thrones também é assim. Logo, não acreditamos que a Telltale se arrisque. Ainda que a empresa conte com a colaboração dos roteiristas da série de George R.R. Martin, a opção “a” poderia ser descartada, porque teríamos aí uma nova interpretação dos eventos e que já estão, ainda que indiretamente, nos livros.

Pela mesma razão, podemos descartar a opção “d”, já que mais uma vez os fãs podem considerar uma heresia que o game conte a história dos livros – e da série – de uma outra maneira (por mais divertido que isso fosse).

Logo, as hipóteses “b” e “c” podem ser consideradas as mais prováveis. Elas tratariam de histórias paralelas, no mesmo universo em que se baseia a série, mas sem comprometê-la.

E por que não criamos uma opção “e”, que corresponde a narrar os acontecimentos dos livros e/ou série? Porque este não é o estilo habitual da Telltale, e porque a saga de Game of Thrones ainda não acabou. Logo, a desenvolvedora correria o risco de lançar um jogo com uma narrativa estagnada.

E você, o que acha? Na sua opinião, qual deveria ser o enredo de Game of Thrones para os videogames?

[Artigo original em espanhol]

Novo app MoID traz cartões de visitas virtuais para o Android e iOS

O que era um projeto de faculdade virou um app de verdade e invadiu as lojas de aplicativos da Apple e do Google. MoID, desenvolvido por uma equipe de seis pessoas em Munique, na Alemanha, permite aos usuários fazer contatos sem sequer pensar nisso.

O Softonic teve a oportunidade de conversar com o CEO da pequena empresa, Phillip Belle, e o desenvolvedor do produto, Dennis Pagano, sobre a novidade. O MoID reúne as informações pessoais de outras redes sociais, como LinkedIn e Facebook, e possibilita compartilhá-las sem você ter que tocar em mais nada.

Por exemplo, após participar de uma conferência, você pode facilmente ver quais usuários do MoID estão por perto e se conectar com eles com um simples clique. A vantagem principal é não ter mais que colecionar uma pilha de cartões de visitas, nem ter que quebrar o gelo para falar com um contato em potencial. O aplicativo preserva a privacidade dos usuários compartilhando as informações apenas se ambos os contatos aprovarem a “transação”.

Em breve, publicaremos a entrevista completa com os responsáveis pelo MoID, na qual eles explicam melhor o funcionamento do aplicativo e como garantem que o app não será convertido em mais um desses serviços de paquera e flerte entre desconhecidos. Não perca!

Download do MoID

Facebook estaria prestes a lançar aplicativo no estilo do Flipboard

Os rumores de que o Facebook tem planos de lançar um aplicativo ao estilo Flipboard não são recentes, mas parece que finalmente a ideia vai se tornar realidade. O app, que atualmente teria o nome de “Paper”, pode ser lançado ainda no final de janeiro.

De acordo com uma fonte próxima à empresa do Mark Zuckerberg, o Paper guarda diversas semelhanças com o Flipboard [Windows | Android | iPhone | BlackBerry]. Ambos os serviços funcionam como agregadores de uma série de publicações, como The New York Times e Washington Post, combinadas com status do Facebook. Essa mistura permite aos usuários acompanhar notícias personalizadas de acordo com seus interesses nas redes sociais.

O projeto do Paper parece estar sendo desenvolvido há vários anos no Facebook e finalmente estaria pronto para ser lançado. Além de trazer a possibilidade de visualizar as notícias de uma maneira mais conveniente, um aplicativo do Paper no Facebook aumentaria consideravelmente o engajamento dos usuários e as oportunidades de anúncios.

[Fonte: Recode]

Chrome chega à versão 32 com novidades em segurança e estilo Metro

O Google acabou de lançar a versão 32 do Chrome para Windows e Mac. Agora, está mais fácil saber qual aba do navegador está reproduzindo algum som. Um novo ícone foi adicionado às abas para identificação. Uma função bastante útil no dia a dia, especialmente depois da introdução das abas múltiplas – e das páginas com música de fundo.

A segurança também não ficou de lado no novo Chrome 32. A atualização do browser dá mais atenção à segurança com um aviso de presença de arquivos maliciosos enquanto o usuário navega.

Além disso, a nova versão permite transformar o Google Chrome para o modo “Metro” no Windows 8. É possível gerenciar diversas janelas do navegador e acessar seus Chrome Apps com um lançador de aplicativos integrado. E, claro, a interface também foi redesenhada para se adequar ao novo estilo Metro.

Download do Google Chrome

Winamp e Shoutcast são ressuscitados pela mão da Radionomy

E finalmente a Radionomy confirmou a compra do Winamp e do Shoutcast. A empresa belga não apenas assumirá o comando de ambos os serviços, como também prometeu novos apps para iOS e Android. Isso significa que o programa – que estava praticamente morto – ressuscitou e deve alcançar novas plataformas.

A concretização da venda é definitivamente um bom negócio para a Radionomy. A empresa já possuía aproximadamente 6 mil emissoras de rádio via internet, e passará a agregar outras 50 mil graças ao catálogo do Shoutcast.

Os usuários também saem ganhando, já que a mistura dos três serviços poderia ampliar consideravelmente os recursos oferecidos aos amantes de música online.

[Fonte: PR Newswire]

Usuários VIP do Google+ têm tratamento de privacidade diferenciado

Na semana passada, o Google incitou a polêmica ao permitir o envio de e-mails via Gmail a todos os usuários da sua rede social, o Google+, mesmo que o remetente não tenha o destinatário nos círculos de amigos.

Na tentativa de minimizar o problema, o Google permite que a opção seja desabilitada. Entretanto, como padrão, todos os usuários do Gmail podem se beneficiar da novidade. Todos? Bem… não, porque o Google quer cuidar melhor daqueles usuários mais fiéis – e que têm muitos seguidores – e manteve originalmente desativada a função para eles. De qualquer forma, se quiserem, estas pessoas podem fazer o caminho inverso e permitir o envio de e-mails “anônimos”.

Resumindo, se você tem um círculo de amizades pequeno no Google+, precisa se manifestar ativamente para que pessoas desconhecidas não enviem mensagens para você. Por outro lado, se a sua fama está em alta na rede social, o Google toma conta de você…

Usuários do Google+ com “baixa popularidade” têm a função de envio de e-mails anônimos originalmente habilitada

Essa iniciativa pode ser considerada uma medida para proteger pessoas famosas e celebridades de uma possível avalanche de e-mails de desconhecidos. Ainda, há quem diga que na verdade se trata de um tratamento preferencial por quem mais traz dinheiro para a empresa.

[Crédito da imagem principal: Owl Turd]

Windows 8.1: novas possibilidades de personalização

Neste artigo vamos falar sobre as novas possibilidades de personalização oferecidas pelo Windows 8.1: novos tamanhos de ícones, mais desenhos para a tela inicial, um novo menu de Configuração e muito mais…

O Windows 8.1 traz muitas novidades. Algumas delas muito aclamadas – como o retorno do botão Iniciar – e outras nem tanto, mas todas destinadas a afinar um sistema operacional caracterizado por um desempenho excelente e pela combinação de dois mundos: o do PC e do novo mundo tátil. Entre as novidades mais destacadas incluímos a Busca Inteligente, integração com SkyDrive, redefinição do aplicativo Mail e o a nova Loja de Aplicativos Windows Store. Mas, certamente, o que chama a atenção em primeiro lugar são as novas possibilidades de personalização da tela inicial, que detalharemos abaixo:

Menu de configuração da tela inicial

Windows 8.1 traz novas opções de configuração para a tela inicial, que podem ser acessadas do menu Propriedades na barra de tarefas e navegação:

  • Ir direto para a área de trabalho durante a inicialização: esta possibilidade, muito solicitada pelos usuários, é possível habilitar aqui.
  • Mostrar o papel de parede ao iniciar: se você quer a mesma imagem da tela inicial  na área de trabalho, pode habilitá-la aqui.
  • Mostrar por padrão a lista de aplicativos ao acessar à tela inicial: você pode exibir por padrão a lista de todos os aplicativos, ao vez de ícones dinâmicos.

Personalização da Tela Inicial

Windows 8.1 oferece mais cores e estilos para mudar a tela inicial. Ele também fornece um acesso mais rápido ao menu de personalização: abra a Charms Bar, vá para Configurações e selecione Personalizar. Você pode escolher entre 20 estilos de fundo, ajustar as cores e mudar a ênfase de cada uma delas.

Existe outra forma de mostrar seu papel de parede do desktop como plano de fundo na tela inicial. Selecione o último plano de fundo que está embaixo à direita, marcado na imagem com uma caixa vermelha. As diferentes opções dão muito mais vida ao Windows:

Personalize a tela de bloqueio

O Windows 8 permitia escolher entre 5 imagens para a tela de bloqueio ou uma foto. No Windows 8.1, a limitação não existe, e você pode selecionar uma pasta com imagens e escolher modo de apresentação de slides, como se fosse um quadro digital. Para fazer isso, acesse a Charms Bar> Alterar Configurações do PC> PC e dispositivos> Tela de bloqueio.

Novos ícones dinâmicos

No Windows 8, os ícones da tela inicial tinham dois tamanhos: pequeno e grande. No Windows 8.1, a lista de tamanhos dobrou, chegando a um total de quatro: grande, largo, médio e pequeno.

Para alterar o tamanho de um ícone, você deve clicar com o botão direito do mouse sobre ele (ou movê-lo para baixo em telas de toque) e escolher Redimensionar. Você pode mudar o tamanho de um ou vários ícones de uma vez.

Mover ícones ao mesmo tempo

No Windows 8, para distribuir os ícones na tela inicial, era preciso fazer individualmente. No Windows 8.1, é possível escolher mover vários ícones juntos. Basta selecionar e mover.

Fixar aplicativos ao menu Iniciar

O Windows 8 criava um atalho na tela inicial cada vez que um aplicativo era instalado, lembra? No Windows 8.1 isso não existe e você precisa fazer manualmente. Mas é simples: para criar os atalhos, apenas acesse a lista de aplicativos. Em telas touch screen, é necessário passar o dedo para cima desde a parte inferior.

Em telas normais, você precisa clicar na setinha que aparece no canto inferior esquerdo da tela inicial. A lista exibe os aplicativos que instalados recentemente e permite selecionar vários ao mesmo tempo para fixar ou desinstalar.

Sincronize suas preferências

Depois do trabalho para deixar a tela inicial do seu jeito, seria ideal se, ao acessar outro dispositivo Windows 8.1 com sua conta, você pudesse ter a mesma configuração. O Windows 8.1 permite que você sincronize sua tela inicial desde o menu Charms Bar > Configurações > Alterar configurações de PC > SkyDrive > Configurações de sincronização. Você pode escolher o seguinte:

  • Os ícones e a distribuição na tela inicial
  • Cores, fundos, tela de bloqueio e a imagem da sua conta
  • Temas e barra de tarefas da área de trabalho
  • Lista de aplicativos instalados (deve baixá-los no novo computador)
  • Dados de aplicativos
  • Dados de navegação do Internet Explorer
  • Senhas

O que você achou das novidades de personalização do Windows 8.1?

Artigo original em espanhol, escrito por Alberto Cifuentes.