“Eu te amo, não vá embora”. O mundo de Hollywood lembra e chora por Hayden Panettiere

Ninguém esperava acordar hoje com a morte de Hayden Panettiere, porque ninguém deveria morrer aos 36 anos. No entanto, a protagonista de Heroes, que deixou um papel inesquecível na televisão do início do século, faleceu, deixando para trás uma filha, uma família e uma carreira que nunca chegou a decolar de vez. Agora, toda a indústria do cinema recorda seu legado em declarações tão emocionantes quanto sensíveis.

Salve a líder de torcida

Viola Davis, que atuou com ela na série Custody, a relembrou afirmando “Que talento tão incrível você tinha… você tinha um dom especial. Uma alma velha e sábia com um coração tão profundo. Quem dera o mundo pudesse ter desfrutado por mais tempo da sua companhia, porque eu sentia uma curiosidade ardente para saber em quem você estava se transformando. Vi essa bela fênix ressurgir das cinzas. Suas provações se transformaram no seu testemunho, e o seu testemunho se transformou no seu legado. Você será lembrada. Descanse em paz, Hayden”. Envio orações de consolo à sua família, à sua filha e a todos os que te queriam. Que sempre pronunciem o seu nome”.

Melissa Barrera, sua colega de Scream 6, postou um story no Instagram acrescentando “Descanse em paz, doce Hayden”. Selma Blair, por sua vez, foi muito mais sucinta, mas igualmente sentimental: “Eu te amo. Não vá. Por favor”. JoJo, a cantora, por sua vez, disse “Sinto muito saber que ela faleceu. Oh meu Deus”.

Por sua vez, Bethany Joy Lenz, com quem dividia elenco na série One Tree Hill, a relembrou: “Ela sabia o texto dela e o de todos os demais. Sua inteligência era assombrosa. Entendia as cenas, as nuances e as lutas humanas como nenhuma outra criança que eu jamais tivesse visto diante da câmera. E se sentava com você para ter uma conversa estupenda, para depois soltar uma risadinha e ir brincar“. Que descanse em paz. Até sempre, Hayden.

Instagzam? Assim é o novo logo do Instagram que está confundindo todo mundo

O Instagram acaba de estrear uma nova imagem. Ele não redesenhou seu logo, ainda, mas mudou sim —completa e absolutamente— seu logotipo escrito. Depois de mais de uma década vendo a versão anterior, sem dúvida a mudança chama atenção. Um design mais moderno, afiado e claramente reconhecível, isso está claro, embora a escolha da sua tipografia esteja dando muito o que falar.

Instagram Download

Um Instagram que parece dizer “Instagzam”

Como explicou Adam Mosseri no Threads, o Instagram atualizou seu wordmark com a intenção de lhe dar um aspecto mais atual, embora mantendo as referências ao original. A nova tipografia usa as curvas habituais da escrita cursiva, especialmente no s, no g e no r, e é nesse último que surgem os comentários.

Sem dúvida uma segunda leitura nos convence de que estamos diante da plataforma do Facebook, mas ao passar os olhos rapidamente, muitos de nós estamos lendo “Instagzam”. Por enquanto, a mudança do wordmark não se reflete nos ícones, embora seja de se esperar que em algum momento também aconteça uma mudança nessa frente.

No passado já vimos mudanças a esse respeito, como os ícones temáticos do Android, mas pouco mais. A última grande transformação foi em 2016, quando o Instagram passou da clássica câmera com a borda marrom para o atual ícone com o degradê cor de caramelo.

Enquanto a plataforma está testando novos controles para ajustar nosso algoritmo, e nos permite escolher se queremos que qualquer um possa editar e mudar nossas imagens com IA, a piada do Instagzam está rendendo boas risadas. Depois de alguns segundos olhando para ele, Instagram se vê com toda clareza, mas durante os primeiros, “Instagzam” tem seu charme.

Quando Pluribus volta à Apple TV? Vince Gilligan revela como anda a 2ª temporada

Depois de se tornar um dos grandes sucessos da Apple TV, Pluribus segue preparando sua segunda temporada. A espera está ficando um pouco longa, mas em junho soubemos que os roteiristas já haviam superado a metade do processo e agora Vince Gilligan nos confirma uma notícia muito boa: a temporada 2 já está pronta para começar a ser filmada, se é que já não está sendo filmada.

Apple TV Download

As filmagens vão começar daqui a muito pouco, se já não começaram

Durante uma curta entrevista no Crew Call, o podcast da Deadline, Gilligan afirmou que a equipe acabara de terminar de estruturar a temporada e que estavam prontos para começar a filmar “em um mês, em um par de meses”. A data exata fica no ar, pois não sabemos quando exatamente este episódio foi gravado, mas o calendário aponta para este outono e nos dá uma leve ideia de quando poderíamos ver a estreia oficial.

A primeira temporada chegou em novembro de 2025 com uma proposta de ficção científica muito particular e acabou nos deixando com muito mais perguntas do que respostas.

Quando no podcast perguntam a Gilligan sobre a possibilidade de uma estreia no fim de 2027, Gilligan brincou que ela chegará “em algum momento do século XXI”. Brincadeiras à parte, contando com vários meses de filmagem e com a pós-produção posterior necessária, o fim de 2027 se encaixa muito bem como janela de estreia. Novembro permitiria, de fato, repetir o calendário da primeira temporada.

Gilligan contempla três temporadas, talvez quatro, pelo que sabemos. Breaking Bad, de fato, acabou crescendo muito mais do que o inicialmente planejado, o que deixa margem para que o novo sucesso da Apple TV faça algo parecido.

O novo filme da Warner Bros. é promovido em um podcast com cães feitos com IA e a internet se levanta em armas contra ele

A IA não está conseguindo convencer o grande público, por mais que queiram insistir no contrário. As campanhas publicitárias com IA não estão funcionando e, fora de tendências muito específicas, tudo o que se associa à IA acaba tingido por uma camada de cafonice que não é vista como positiva. Algo que aconteceu com a Warner Bros. na campanha promocional de seu novo filme, El final de Oak Street.

Uma decisão não muito pensada

Para promover o filme decidiram colaborar com um podcast feito por três cachorros feitos com IA. E os resultados estão sendo catastróficos. O público reagiu de forma muito virulenta, perguntando-se se por acaso o próprio filme não terá sido feito também com IA. Gerando assim uma dúvida que antes não existia sobre o filme.

Embora o podcast seja popular, já que o DogPack tem quase um milhão de seguidores no Instagram, isso não tira o fato de que no processo tenham conseguido alienar uma parte importante do seu público. Nas redes sociais a maioria dos comentários é furibunda e pergunta se também usaram IA no filme. Demonstrando que, embora esse podcast possa ter um público e divertir certas pessoas, não era o tipo de lugar onde deveria ser promovido um filme que queira chegar ao grande público.

De todo modo, parece que este é um problema com o qual as grandes produtoras vão ter que se confrontar cada vez mais. À medida que o cisma entre os que veem com bons olhos o uso da IA e os que são contra o uso dela se acentua, fazer uso público dela é cada vez mais arriscado e absurdo. Algo que a Warner teve que aprender da pior maneira e veremos como isso acaba afetando El final de Oak Street, um filme que não vinha fazendo muito barulho e agora está fazendo… pelos motivos errados.

GTA 6 estreia prévia na Netflix em 27 de agosto: assinantes veem 6 horas antes

A Rockstar Games anunciou que “Grand Theft Auto VI: An Extended Look”, uma apresentação de Grand Theft Auto VI (GTA 6) que a empresa descreve como “a primeira do tipo”, estreia em 27 de agosto primeiro na Netflix e, seis horas depois, no YouTube e no site oficial da produtora.

Netflix Baixar

Para os assinantes da Netflix, isso significa uma janela de acesso antecipado a um dos materiais de marketing mais esperados da indústria de games. No caso de um jogo do tamanho de GTA 6, a escolha da Rockstar Games também aponta para uma estratégia de divulgação bem mais ambiciosa do que simplesmente soltar um trailer convencional.

Segundo a Rockstar Games, “Grand Theft Auto VI: An Extended Look” chega à Netflix em 27 de agosto com acesso exclusivo para assinantes durante as primeiras seis horas, antes de aparecer nos canais da própria produtora. O nome da apresentação também chamou atenção. Em vez de tratar o vídeo apenas como mais um trailer, a Rockstar Games falou em um “olhar estendido” e destacou a estreia de novas cenas de gameplay.

Isso aumentou a expectativa de que o vídeo traga mais contexto sobre o mundo do jogo, seus personagens e, acima de tudo, sobre como GTA 6 vai rodar de verdade. A Rockstar Games ainda não revelou nem a duração do vídeo nem o formato exato da transmissão, mas a leitura entre fãs e analistas é de que a empresa pode aproveitar o momento para mostrar sequências de jogabilidade, sistemas inéditos e um recorte mais claro da experiência final. O calendário de GTA 6 segue, ao mesmo tempo, no centro das discussões. O lançamento continua previsto para 19 de novembro de 2026, segundo a Rockstar Games, mas comentários recentes da indústria mantiveram aceso o debate sobre uma possível mudança para 2027. Um material mais encorpado agora pode ajudar a Rockstar Games a sustentar a confiança no cronograma atual.

A parceria também faz sentido para a Netflix, que, segundo a própria empresa, fechou 2025 com mais de 325 milhões de assinantes pagos no mundo. Dentro desse movimento, e de acordo com leituras do mercado, títulos ligados à franquia Grand Theft Auto já teriam mostrado desempenho forte em instalações e engajamento na plataforma. Levar a primeira exibição de um grande conteúdo de GTA 6 para dentro do streaming vira uma forma de transformar esse investimento em evento cultural, e não só em catálogo.

O tamanho da série ajuda a explicar a operação. Segundo dados divulgados pela controladora Take-Two Interactive até maio de 2026, a franquia já havia vendido mais de 470 milhões de unidades, com Grand Theft Auto V (GTA 5) sozinho respondendo por quase 230 milhões de cópias, enquanto a marca acumulou mais de 10,58 bilhões em receita desde 2013. Com um histórico desses, não chega a ser surpresa que as projeções para GTA 6 sejam tão altas, com analistas estimando vendas entre 35 milhões e 40 milhões de cópias no primeiro ano. Cada etapa da campanha de marketing pesa, e essa estreia antecipada na Netflix pode marcar o começo de uma fase mais agressiva na comunicação da Rockstar Games.

Star Wars 50 anos: corte original de 1977 volta aos cinemas

A Lucasfilm confirmou em comunicado oficial que vai levar de volta aos cinemas, em fevereiro de 2027, o corte original e sem alterações de Star Wars: Uma Nova Esperança. A sessão faz parte das comemorações pelos 50 anos de Star Wars. Nos últimos dias, circularam rumores e manchetes falando em um remake oficial da trilogia clássica, mas o que está no centro da celebração, ao menos neste momento, é o aniversário de Star Wars: Uma Nova Esperança, lançado nos cinemas em 1977.

O anúncio mais chamativo é justamente esse relançamento do filme em sua versão original, como o público viu na época. Para muita gente que acompanha a saga há décadas, isso pesa bastante, porque as edições posteriores feitas por George Lucas, com retoques visuais e mudanças em cenas já históricas, acabaram dominando os lançamentos oficiais durante anos. Para quem acompanha a franquia de perto, a chance de rever o longa exatamente como ele estreou em 1977 já basta para transformar a data em algo especial.

Ainda assim, a Lucasfilm não explicou como esse relançamento será distribuído fora dos Estados Unidos, nem confirmou se outros mercados também receberão essa mesma versão nas telonas. O anúncio também traz poucas informações sobre O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi dentro da programação de 2027. Por ora, o que existe de concreto ligado a esses dois filmes são lançamentos editoriais associados à trilogia.

Além da volta do filme aos cinemas, a Lucasfilm também vai publicar Star Wars: A New Hope: Triple Take, uma graphic novel que reconstrói a história do primeiro longa pelos pontos de vista de Luke Skywalker, Princesa Leia e Han Solo. No campo do áudio, os três romances da trilogia original vão ganhar novas edições em audiobook, completas e narradas por Marc Thompson. Segundo a própria Lucasfilm, o lançamento está marcado para 2 de fevereiro de 2027 e inclui as novelizações de Uma Nova Esperança, O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi.

Outra frente importante da comemoração será Star Wars: The Experience, uma grande exposição imersiva com abertura prevista para fevereiro de 2027 no The Franklin Institute, na Filadélfia. A ideia, de acordo com a Lucasfilm, é fazer com que o aniversário não fique restrito às telas e também chegue ao público de museus e de experiências presenciais.

E a marca de 50 anos não deve parar nesses primeiros anúncios. A própria Lucasfilm disse que um representante da Hasbro afirmou que a empresa prepara uma campanha forte para 2027, com muitos produtos, parcerias e eventos espalhados ao longo do ano.

Ao mesmo tempo, a engrenagem de conteúdo da franquia continua rodando com outros projetos já revelados, como o livro young adult Star Wars: Eyes Like Stars, novos mangás ligados a Star Wars: Visions e uma mostra de Star Wars Detours no Lucas Museum of Narrative Art. Então, remake da trilogia clássica, nada feito por enquanto. O que Disney e Lucasfilm realmente apresentaram para os 50 anos de Star Wars foi um pacote de nostalgia, relançamento histórico e expansão multimídia. E, para muita gente, a volta do corte original de 1977 já é uma notícia grande o suficiente.

Tomb Raider: Catalyst pode ficar para 2028: fala de executivo levanta dúvida

Tomb Raider: Catalyst, o próximo jogo principal da série Tomb Raider, está sendo produzido pela Crystal Dynamics e será publicado pela Amazon Games. Agora, porém, a estreia pode ter escorregado para 2028, saindo da janela de 2027 que vinha sendo associada ao projeto. Essa possibilidade apareceu nas informações mais recentes publicadas pelo Gematsu. A incerteza começou depois de uma entrevista atribuída a Jeffrey Gattis, chefe de divisão da Amazon Games, na qual o executivo teria afirmado que Tomb Raider: Catalyst chegaria só depois de Tomb Raider: Legacy of Atlantis e que o plano atual apontaria para 2028. Se esse calendário realmente estiver valendo, seria a primeira referência com cara de oficial de que o novo Tomb Raider principal ficou para depois da janela mencionada antes.

Só que há um ponto importante nessa história: a fala atribuída a Jeffrey Gattis não veio acompanhada de anúncio formal da Amazon Games, nem apareceu em atualização pública nos canais do jogo. Por isso, a declaração acabou sendo recebida mais como um indício de bastidor do que como uma mudança fechada no calendário.

Na resposta enviada ao Gematsu, a Amazon Games foi bem mais cuidadosa no que disse. A empresa afirmou que não tem “nada novo para compartilhar” sobre o timing de Tomb Raider: Catalyst, embora tenha acrescentado que o projeto está progredindo bem e que espera falar mais quando chegar mais perto. Na prática, essa resposta não confirma uma estreia em 2028, mas também não derruba essa possibilidade. O quadro segue em aberto. Mesmo sem como bater o martelo até que a equipe da Amazon Games publique um comunicado oficial, a chance de adiamento agora entrou de vez na conversa.

Tomb Raider: Catalyst segue em desenvolvimento na Crystal Dynamics, com publicação da Amazon Games. O jogo usa a Unreal Engine 5 e, desde que foi anunciado, vinha sendo ligado a uma janela de lançamento em 2027, ainda sem uma data mais específica.

Parte da confusão também passa por Tomb Raider: Legacy of Atlantis, que é um projeto separado de Tomb Raider: Catalyst. Esse outro título seria um remake do Tomb Raider original de 1996 e, de acordo com relatos recentes citados pelo Gematsu, também teria mudado de cronograma, saindo de 2026 para 12 de fevereiro de 2027. Se a ordem mencionada na entrevista atribuída a Jeffrey Gattis estiver certa, então Tomb Raider: Catalyst chegaria só depois desse remake. Isso dá força à hipótese de uma estreia em 2028, embora ainda falte uma confirmação oficial, definitiva mesmo.

A discussão sobre a janela de Tomb Raider: Catalyst também surge num momento sensível para a Crystal Dynamics. O estúdio passou recentemente por demissões, como o Gematsu reportou, e ainda não explicou publicamente se isso mexeu no calendário do novo Tomb Raider.

Por enquanto, o retrato mais honesto da situação é este: o ano de 2028 apareceu por causa da fala atribuída a um executivo, enquanto a posição oficial da Amazon Games continua sendo apenas a de que não há nenhuma atualização para anunciar. E aí, qual é o seu palpite?

John Wick já tem data para sair da HBO Max: todos os filmes deixam o catálogo em 31 de julho

A HBO Max mexeu hoje na lista de filmes que saem do catálogo no fim de julho de 2026 e acrescentou quatro títulos da franquia John Wick. Entraram na atualização John Wick, John Wick: Um Novo Dia para Matar, John Wick 3: Parabellum e John Wick 4: Baba Yaga, todos com saída marcada para 31 de julho de 2026, de acordo com a própria HBO Max.

Para quem acompanha cinema de ação, não é uma baixa pequena. A série com Keanu Reeves ajudou a mudar o rumo do gênero na última década, com cenas de luta que viraram marca registrada e um universo que acabou se tornando referência em Hollywood.

E não para por aí. A lista de despedidas da HBO Max também traz outros títulos de peso, entre eles Alien: Covenant e Wuthering Heights, colocados naquela categoria de última chance para ver antes da mudança de catálogo no fim do mês.

Há ainda outros filmes importantes que já aparecem com data para sair, segundo a HBO Max. Knox Goes Away, lançado em 2024, deve deixar a plataforma em 25 de julho. Já o documentário Capturing the Friedmans, indicado ao Oscar, está previsto para sair em 26 de julho.

Alien: Covenant e Wuthering Heights também aparecem entre os títulos mais recomendados para assistir antes do fechamento do mês, mesmo sem o mesmo apelo comercial da franquia estrelada por Keanu Reeves.

Essas saídas da HBO Max não chegam a surpreender. Elas fazem parte da lógica do streaming, em que muitos filmes entram por tempo limitado por causa de acordos de licenciamento. Quando esses contratos vencem, os títulos podem deixar o catálogo, passar para outro serviço ou até sumir por um tempo das plataformas.

No dia a dia, é isso que faz a biblioteca de um serviço como a HBO Max mudar o tempo todo, sobretudo no caso de produções que não pertencem integralmente ao grupo que controla a plataforma.

Então sim, faz sentido aproveitar para maratonar John Wick agora, principalmente se você ainda não viu a franquia inteira. Além de seguir como um dos nomes mais fortes do cinema de ação atual, a série continua bastante viva fora do streaming: John Wick 5 já foi confirmado pela Lionsgate e estaria em desenvolvimento ativo, com expectativa de retorno de Keanu Reeves e do diretor Chad Stahelski.

Só tem um ponto que pesa para o assinante. A disponibilidade pode mudar de um país para outro, e as plataformas quase nunca explicam com antecedência quais regiões serão afetadas, nem para onde esses filmes vão depois.

Se algum desses títulos está na sua lista, o plano mais seguro é simples: ver agora, antes que essa janela se feche.

Resident Evil acaba de ganhar novo trailer: história corre em paralelo a Resident Evil 2

A Sony Pictures soltou hoje um novo trailer do próximo filme de Resident Evil. Pelo que a prévia mostra, o longa dirigido por Zach Cregger, o mesmo de Barbarian e Weapons, chega aos cinemas em 18 de setembro de 2026 sem seguir uma adaptação tradicional dos games. A proposta aqui parece outra: algo mais sombrio, mais tenso e claramente voltado ao horror.

Resident Evil 2 Baixar

Nada de acompanhar Leon, Claire, Jill ou Chris. O foco da vez é Bryan, um entregador de suprimentos médicos vivido por Austin Abrams. A história é totalmente original, o que colocou parte da comunidade em alerta quase na mesma hora. Ao mesmo tempo, isso também despertou curiosidade em quem já queria ver a franquia no cinema tentando algo menos previsível.

Segundo Zach Cregger, o filme não adapta diretamente os principais eventos da série. Ele corre em paralelo a Resident Evil 2. Na prática, isso quer dizer que o longa tenta existir ao lado de um dos momentos mais queridos da cronologia dos games, sem precisar recriar seus protagonistas nem repetir as cenas mais conhecidas.

Mesmo assim, o trailer divulgado pela Sony Pictures faz questão de mostrar que a conexão com a franquia continua ali. Aparecem detalhes como a icônica máquina de escrever e referências visuais a elementos clássicos do universo da série, incluindo a embalagem já familiar dos cartuchos de escopeta. O fan service, nesse caso, parece mais ligado ao ambiente do que à narrativa: menos interessado em colocar um personagem famoso na tela e mais em deixar claro que aquele mundo ainda é Resident Evil.

A reação inicial dos fãs nas redes sociais e nos comentários do trailer ficou dividida. De um lado, muita gente reclamou da ausência dos personagens mais famosos e sentiu que a produção parece distante demais do material de origem.

Para esse grupo, um filme de Resident Evil sem seus rostos mais reconhecíveis corre o risco de virar apenas um terror genérico com elementos emprestados da marca. Por outro lado, também teve quem elogiasse justamente essa decisão, já que o clima pesado, a tensão constante e a fotografia mais opressiva reforçam a impressão de que Zach Cregger quer levar a franquia de volta para o horror. E é exatamente disso que parte do público sente falta há anos nas adaptações para cinema e TV.

O novo longa também carrega o peso de ser o segundo reboot da série nos cinemas, depois da recepção mista de Resident Evil: Welcome to Raccoon City, de 2021, e do cancelamento da série de Resident Evil da Netflix. Com isso, a produção chega como mais uma chance de reposicionar a marca fora dos games.

Ainda é cedo para dizer se a estratégia vai funcionar, mas os comentários sobre sessões-teste que circulam online trazem, por enquanto, sinais animadores. Uma das reações descreveu o filme como uma “versão de horror de Fury Road”, o que sugere um ritmo intenso e uma abordagem mais visceral. Neste momento, o novo Resident Evil parece andar numa linha arriscada: perto o bastante dos jogos para ser reconhecível, mas longe o suficiente para incomodar os puristas. E você, arrisca algum palpite?

Rockstar e GTA 6: sindicato pressiona por home office e fim do crunch

O Rockstar Game Workers Union (RGWU) disse que teve, em julho de 2026, sua primeira reunião formal com a direção da Rockstar Games, estúdio de Grand Theft Auto VI (GTA VI). Para o sindicato, o encontro foi “um passo na direção certa” e terminou com um acordo sobre um cronograma para destravar e acelerar as negociações. A conversa acontece num momento sensível para a Rockstar Games: o RGWU pressiona pelo fim do crunch, cobra mais clareza sobre salários, quer a volta de opções de trabalho remoto e pede garantias contra demissões.

Hoje, a prioridade do RGWU é conseguir que a Rockstar Games reconheça voluntariamente o sindicato. Se isso não andar, a entidade já avisou que pode recorrer ao chamado reconhecimento estatutário, uma via legal que pode obrigar a empresa a reconhecer formalmente a organização.

Grand Theft Auto V Baixar

Isso daria outro peso às negociações coletivas sobre salários, jornada e regras internas. Para os trabalhadores, a reunião de julho já serviu como um sinal importante: a Rockstar Games, pelo menos, aceitou sentar para conversar. Dentro da campanha, isso é visto como um marco.

Entre as reivindicações centrais do RGWU estão o fim do crunch, com pagamento correto das horas extras; transparência sobre salários e bônus; políticas de trabalho mais flexíveis, incluindo home office; e um compromisso de evitar demissões. A cultura de crunch na Rockstar Games vem sendo criticada há anos e continua no centro da discussão, justamente por ser um dos pontos mais delicados dessa pauta. O sindicato cobra processos mais rígidos para impedir jornadas excessivas e para garantir que toda hora extra seja tratada de forma clara e justa.

A discussão ganhou ainda mais peso com alegações, citadas pelo sindicato, de que contratos da Rockstar Games exigiriam que funcionários abrissem mão dos limites de jornada previstos nas regras trabalhistas britânicas. Num estúdio que está produzindo um dos jogos mais aguardados da década, esse tipo de acusação pesa ainda mais.

O retorno das opções de trabalho remoto é outro foco da campanha. A Rockstar Games encerrou o home office no início de 2024, alegando preocupações com segurança, mas o RGWU defende a adoção de modelos mais flexíveis.

A tensão aumentou de vez depois que, em outubro de 2025, a Rockstar Games demitiu mais de 30 funcionários no Reino Unido, no Canadá e na Índia. O sindicato Independent Workers of Great Britain (IWGB) afirma que os desligamentos foram uma forma de repressão à organização trabalhista e contesta o caso em um tribunal do trabalho. A Rockstar Games sustenta outra versão e diz que as demissões aconteceram por “má conduta grave” ligada a informações confidenciais.

A campanha sindical já levou protestos para a frente dos escritórios da Rockstar Games em Edimburgo e Londres, chegou ao Parlamento britânico e recebeu apoio de 22 líderes sindicais que, juntos, representam mais de 1,3 milhão de trabalhadores, segundo o RGWU e o IWGB. O movimento também reflete um mal-estar mais amplo no setor de games. Estimativas da indústria apontam que cerca de 45 mil empregos foram cortados entre 2022 e meados de 2025, enquanto uma pesquisa de 2026 com desenvolvedores de jogos nos Estados Unidos mostrou que 82% apoiam a sindicalização. Com GTA VI se aproximando, analistas veem espaço para que os trabalhadores da Rockstar Games ganhem mais poder de barganha. Para o sindicato, o recado é direto: o sucesso do próximo blockbuster da empresa não pode ser construído à base de jornadas abusivas e insegurança no emprego.