Porque você precisa aposentar o seu Windows XP

Mais de 400 milhões de licenças vendidas em todo o planeta e uma verdadeira revolução nos sistemas operacionais da Microsoft: esse foi é o legado do Windows XP. O ditado “o que é bom, dura pouco” não pode ser aplicado ao XP que, desde outubro de 2001, conquistou o coração de muita gente.

Entretanto, como já era de se esperar, a Microsoft vem tentando derrubar o reinado do XP. Sem contar o Vista – o sistema operacional mais odiado do sistema solar – já foram lançados o Windows 7 e o Windows 8, com o claro objetivo de dar um salto de qualidade.

Gradativamente, programas e aplicativos deixaram de ser desenvolvidos para o XP que, ao que tudo indica, está com os seus dias contados.

Se você tem um Windows XP e ainda não encontrou motivos para fazer o upgrade, continue a leitura e saiba algumas razões pelas quais já é hora de aposentá-lo.

IE 9 ou 10? Nem pensar

Exatamente. Se você quer usar o Internet Explorer 9 ou o Internet Explorer 10, precisa ter, pelo menos, o Windows 7 instalado na sua máquina. Essa mudança já era esperada, uma vez que os novos recursos do navegador requerem um sistema operacional mais parrudo.

Por mais que você ame o seu XP, não dá para lutar contra as novas tecnologias. Basta imaginar que você tem um Fusca 1970 e quer que o carro tenha GPS integrado… Impossível.

Então, se você tem um XP, esqueça as versões mais modernas do Internet Explorer.

Incompatibilidade de aplicativos

Não adianta chorar o leite derramado: existem muitos aplicativos que não rodam no XP. Afinal, era de se esperar, já que, tanto hardwares, como softwares mudaram consideravelmente ao longo dos últimos 12 anos – a idade do XP.

Além disso, a Microsoft tem priorizado claramente aplicativos em 64 bits, que têm melhores efeitos gráficos e não comprometem o desempenho do PC. Esta também é mais uma evidência de que o XP está com a corda no pescoço.

Nada mais normal do que ver alguns desenvolvedores abrirem mão de criar e atualizar programas para o Windows XP.

Visual ultrapassado

Por mais que o Sr. Chuck O’Rear – aí ao lado – tenha ficado milionário, que a foto seja uma das mais vistas da história e de ser um símbolo do XP, responda com sinceridade: você tem o mesmo papel de parede desde o dia em que ligou o PC pela primeira vez?

Pois é… Mas não é só o papel de parede – ainda mais porque no Softonic você pode personalizar o seu XP à vontade. A estética do XP já era, acabou. Ainda mais se comparamos com o Windows 7 ou o Windows 8.

E por mais que você turbine o visual do seu XP, a possibilidade de ter o PC mais lento por causa do alto consumo de recursos é enorme…

Fim do suporte oficial

O XP já não é vendido há alguns anos e, para piorar, o suporte ao sistema operacional também está por um fio. Isso porque a Microsoft colocou uma data limite: 2014. A partir deste ano, a empresa deixará oficialmente de dar suporte a quem tem Windows XP com Service Pack 3.

Quem tem o Service Pack 2 já sabe que o suporte desapareceu faz tempo…

Ah, mas não tem problema: o sistema continua funcionando normalmente. Sim, continua. Entretanto, se acontecer alguma coisa, a turma do Sr. Bill Gates não tem obrigação nenhuma em dar uma força

E aí, tem um XP? Então conte para a gente porque você não consegue abandoná-lo! 😉

Melhores alternativas ao Pou, o Tamagochi para celulares Android

Os Tamagotchis foram uma verdadeira febre nos anos 90. Naquela época, era difícil encontrar uma criança que não tivesse os famosos bichinhos de estimação virtuais, pendurados em um chaveiro. Agora, com a chegada dos smartphones, parece que a febre dos bichinhos virtuais voltou.

Pou é um dos campeões de download no Softonic e a coisa não é muito diferente com as outras versões de Tamagotchis para celulares.

Foi pensando nos fãs destes animais de estimação eletrônicos que preparamos esta lista com as melhores alternativas de Pou para Android:

Pou

Este ser estranho que lembra uma batata é o bichinho virtual mais famoso dos celulares Android. Você precisa alimentá-lo, limpá-lo e brincar com ele para que cresça forte e saudável. Você também pode personalizar a aparência do Pou comprando elementos como acessórios e roupas.

Hatchi

Hatchi é igualzinho ao clássico Tamagotchi dos anos 90, com gráficos completamente pixelados em tons de cinza. Os bichinhos se parecem muito aos originais e até os controles são os mesmos. Além disso, este game também conta com seis mini-jogos diferentes para você se divertir muito.

Drago Pet

Se você acha o Hatchi e o Pou simples, talvez deva provar o Drago Pet. Com gráficos elaborados em 3D, você deve dar comida, brincar, educar e limpar de um pequeno dragãozinho. Como os dragões vivem muito tempo, no Drago Pet as coisas vão em um ritmo mais lento: só para o ovo chocar você precisa esperar meia hora!

Furdiburb

Que tal cuidar de um ovo alienígena, esquecido na Terra por um disco voador? Em Furdiburb você deve cuidar de uma estranha mas simpática criatura e ajudá-la a voltar para casa. Este jogo é um pouco complicado no começo, pois mistura a mecânica dos Tamagotchis com uma história de aventura.

My Virtual Pet Care

Os gráficos de My Virtual Pet Care são simples e super coloridos. A maior vantagem deste game são os mini-jogos, que incluem o clássico Snake e um clone de Doodle Jump. Nestes mini-jogos, você coleta moedas de ouro, que podem ser usadas para comprar acessórios para o seu pet.

Tamagotchi Pet

Este jogo está voltado aos mais pequenos. Os gráficos são muito coloridos e alegres e a interface é voltada para as crianças, com ícones grandes fáceis de entender. A criança aprende que o animalzinho precisa dormir, comer, brincar e ser limpo.

E você, qual o seu jogo de Tamagotchi preferido?

Facebook vai colocar vídeos no Instagram

O Facebook acaba de anunciar que o Instagram (Android | iPhone), rede social para compartilhar fotografias, agora vai contar também com vídeos. O aplicativo em si não mudou, só ganhou um ícone de gravação que fica ao lado da função de câmera fotográfica. Os vídeos capturados terão um máximo de 15 segundos.

O Instagram vai permitir apagar os vídeos gravados, possibilidade que o Vine (Android | iPhone), principal aplicativo da categoria, não oferece. Também é possível aplicar 13 filtros aos filmes e selecionar uma thumbnail, ou imagem fixa, para o material.

Os vídeos poderão ser carregados no Instagram em segundo plano, enquanto se utiliza outras funções do dispositivo móvel. Ao ser exibidos, os vídeos não voltam a se repetir de forma automática.


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The Last of Us: Um game impressionante exclusivo para PS3

The Last of Us é muito mais do que um simples game de zumbis ou de ação. É uma verdadeira obra prima para Playstation 3 criada por Naugthy Dog.

O futuro da humanidade está em perigo. Uma doença misteriosa que transforma as pessoas em mortos-vivos é a origem de uma batalha global e cruel. Os zumbis estão de volta. E desta vez, voltaram para ficar. Você, na pele de Joel, deverá enfrentar todo tipo de perigos e proteger a jovem Ellie.

Em The Last of Us não há espaço para os super-heróis: aqui a guerra é entre zumbis e humanos, vulgares mortais como você e eu.

Zumbis e bandidos

Rebeldes ou caçadores. Esses são os dois grupos em que estão divididos os homens de The Last of Us. O objetivo dos primeiros é encontrar uma vacina que transforme de novo os mortos-vivos em seres normais. Já os segundos preferem tirar proveito do caos geral para roubar quanto aparecer pela frente.

Joel não é rebelde nem caçador, mas tem como missão proteger e entregar Ellie aos rebeldes, uma adolescente de 14 anos.

O game conta a história aos poucos como uma espécie de road movie. A maior parte do tempo você caminha e enfrenta os mortos-vivos a pé, mas em algumas etapas poderá ir a cavalo ou de carro. Para avançar no argumento, você deverá resolver enigmas e superar desafios.

Para a galera mais impaciente, o jogo permite usar pistas que ajudam a encontrar a solução a determinados problemas.

Ellie, coragem e inteligência

Você lembra do personagem de Elizabeth no game Bioshock Infinite? O papel de Ellie é bastante parecido. A moçoila está longe de ser apenas uma cara bonita e pode ser uma grande ajuda para você. Por exemplo, ela pode avisar você quando algum inimigo se aproximar pelas costas. Ellie também pode tacar pedras e usar uma faca para se defender.

Ação e inteligência

A inteligência é essencial para se dar bem em The Last of Us. Isso porque nem todos os zumbis são iguais, é importante identificar os diferentes tipos para saber como se comportar em cada caso e minimizar os riscos. Por exemplo, alguns são quase cegos mas têm uma força espetacular e podem matar você de uma mordida só. Se encontrar com um desses, fique imóvel e não faça absolutamente nenhum barulho.

Por outro lado, existem mortos-vivos com uma visão excelente e rapidíssimos. Cuidado com eles!

Mas nem todos os perigos vêm do lado dos zumbis. Em The Last of Us também há humanos não infectados capazes de acabar com você.

Uma das novidades mais interessantes do game é o modo “Escuta furtiva”, que se ativa apertando a tecla R2. Com ele, você poderá ouvir e identificar de forma muito precisa as posições dos inimigos ao seu redor.

Lança-chamas, machados ou punhos?

A melhor estratégia em The Last of Us é surpreender o inimigo pelas costas e atacar de repente. Em outras ocasiões, você pode atacar atirando uma pedra à distancia ou usando alguma das armas disponíveis.

Conforme a aventura avança, você ganha o direito de usar novas armas mais sofisticadas. Além de revolveres, escopetas e fuzis, o arsenal inclui um potente lança-chamas, muito eficaz para se defender do ataque zumbi. Não se descuide e economize no uso das armas de fogo pois as munições escasseiam.

The Last of Us também traz facas, machados e cacetetes que são uma defesa excelente nos duelos individuais. O problema é que todos estes instrumentos se deterioram rápido e você deverá buscar outros ou usar os punhos para se defender.

Você pode transportar apenas duas armas ao mesmo tempo na mochila. Selecione bem as melhores para cada situação antes do combate começar.

É possível turbinar as armas para aumentar a sua capacidade mortífera. Para isso, é preciso coletar determinados objetos. Além das armas, o protagonista também pode receber melhoras na saúde, conseguir um ouvido mais fino ou aumentar a precisão.

Em The Last of Us é importante buscar um lugar calmo para cuidar das feridas. Diferentemente do que acontece em outros jogos, aqui não é possível sarar de forma automática, mas Joel pode criar facilmente kits para recuperar a saúde.

Muito realismo

É impossível falar aqui de todos os lugares que você pode visitar no jogo. A variedade dos cenários impressiona tanto como a riqueza dos detalhes, com texturas e luzes muito bem trabalhadas. Plantas invadindo prédios abandonados, materiais enferrujados, estradas solitárias…

Dependendo da hora do dia, a luz transforma cada elemento do cenário com tons suaves ao amanhecer, alto contraste ao meio-dia e escuridão e sombras durante a noite.

As animações de The Last of Us são também espetaculares. Atores reais foram filmados para reproduzir os seus movimentos no jogo. Mesmo quando a ação para, os protagonistas não conseguem parar quietos. Ellie, por exemplo, brinca com a sua faca nesses momentos de calma.

Silêncio

O silencio é um dos grandes destaques da trilha sonora de The Last of Us. Para criar uma atmosfera tensa, muitas partes do game ocorrem sem música. Isso só faz que aumentar o terror e a pressão mediante efeitos sonoros. Só os efeitos sonoros.

O barulho de vidros quebrados e de explosões brutais, entre outros, é incrivelmente realista e transporta você para o mundo do game de forma automática. Use o modo meia-noite para suavizar o áudio e não morrer de um ataque ao coração.

Um jogo inteligente e tecnicamente perfeito

Enquanto a futura Playstation não sai, The Last of Us espreme todas as possibilidades do PS3. Tecnicamente o jogo é perfeito e a narração da história é redonda. Os cenários, a atmosfera apocalíptica e os personagens convencem você logo no primeiro minuto.

The Last of Us é um desses games tão bem realizados, que dá pena acabá-los.

Icebreaker: novo jogo da Rovio para iOS

A Rovio acaba de lançar um novo jogo para iPhone, iPad e iPod touch – Icebreaker: A Viking Voyage. O título é uma espécie de quebra-cabeça baseado em aventuras vikings.

No Icebreaker, sua função é salvar os personagens das ameaças e perigos de um território afetado por um forte vento gélido. Caberá a você realizar tarefas como quebrar geleiras, utilizar explosivos e até recorrer a canhões para devolver o clã do game ao seu barco viking.

Icebreaker: A Viking Voyage conta com 95 fases e parece garantir bons momentos de diversão. O game oferece inclusive épicas lutas finais, entre as quais é preciso encarar seres como o gigante “Troll da Montanha”.

Facebook agora permite incluir fotos em comentários

O Facebook acaba de adicionar à sua versão online e a seus aplicativos para dispositivos móveis uma nova função: a possibilidade de incluir fotos em comentários.

A novidade foi lançada de forma silenciosa pelo site de Mark Zuckerberg, e infelizmente ainda não oferece suporte para imagens animadas em formato GIF.

A atualização está acontecendo de forma gradual para todos os usuários do Facebook. Para verificar se você já tem a nova função, basta acessar alguma publicação no seu mural e ver se o campo “Comentário” exibe o ícone de uma câmera. Se sim, significa que você já pode anexar uma foto à sua resposta.

Steam pode permitir o compartilhamento de jogos com amigos

A versão beta mais recente do Steam indica que pode haver uma possível novidade bastante interessante na loja online. A plataforma de downloads de videogames amanheceu com um novo diretório (ainda inativo) chamado “biblioteca de jogos compartilhados”, no qual aparecem várias linhas de código enigmáticas:

Mesmo que ainda não seja possível confirmar o recurso até que a equipe da Valve não emita comunicados oficiais, são dicas claras de que há pelo menos uma intenção, ou um plano futuro, de adicionar o compartilhamento de videojogos.

Os detalhes de como funcionará ainda estão pendentes, mas é bastante interessante a possibilidade de compartilhar uma mesma licença e poder acessar as bibliotecas de nossos amigos para jogar os últimos títulos grátis e de forma legal.

Fonte: Softonic PL | Imagem: Kotaku

8 aplicativos para começar a usar o Surface com o pé direito

O SurfaceRT, primeiro dispositivo lançado pela Microsoft com Windows RT, ainda não está disponível no Brasil e não há sinais de que possa sair tão cedo.

O que está claro é que a Microsoft definitivamente entra no mercado de hardware e o Surface não deve ser o único a ser lançado.

Mas, como sempre, fica a pergunta: o que é um sistema operacional sem aplicativos? Nada. Por isso, recomendamos 8 aplicativos fundamentais para o tablet da Microsoft.

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Mario Kart 8, jogo para Wii U, terá o famoso casco azul

Mario Kart 8, jogo para Wii U, voltará a incluir o famoso casco azul em seu arsenal, só que agora com algumas mudanças. O diretor do título, Kosuke Yabuki, explicou à sua equipe que está buscando um equilíbrio perfeito para o regresso do objeto. Ao mesmo tempo em que deve aumentar as esperanças dos que vão atrás na corrida, o item precisa dar oportunidades para que o primeiro da fila ganha distância.

O casco azul estreou no Mario Kart para Nintendo 64. O recurso costuma cair aleatoriamente em mãos do jogador que está no final da corrida. Se ele ativa o objeto, este sai em disparada na direção de quem está em primeiro lugar. Quando o casco se choca contra ele, o piloto fica temporariamente inconsciente – tempo que todos aproveitam para se adiantar.

O casco azul não estava incluído na demo do Mario Kart 8 apresentada na feira de jogos eletrônicos E3. Isso porque o desenvolvedor está reunindo informações e opiniões dos fãs para decidir como será sua renovação.

E você, arrisca algum palpite?

Primeiras impressões do Call of Duty: Ghosts

Depois de jogar a demo de Saint’s Row 4 na E3, nosso companheiro Chris Park, do Softonic em inglês, não podia parar e se preparou para testar a nova versão de um clássico dos jogos de ação – Call of Duty: Ghosts. Neste artigo, vamos conferir quais foram as primeiras impressões do game.

Quando comecei a jogar a demo de Call of Duty: Ghosts, pensei que fosse apenas mais do mesmo: muita ação, exatamente como estamos acostumados a ver nesta série. Por outro lado, o jogo está ambientado em local e época diferentes das entregas anteriores.

Um ataque aos Estados Unidos acaba completamente com a posição dominante que este país sempre teve. Tal ataque acontece antes de que o jogo em si comece e serve para dar uma ideia do que está por vir. Na realidade, o Call of Duty: Ghosts começa dez anos depois e conta a história de dois irmãos e seu cão, Riley. Estes irmãos estão a procura de um grupo de soldados de elite conhecido por Ghosts.

O fato de existir um cachorro na trama não é casualidade e se baseia no fato de que os Navy Seals quase sempre têm um. No game, o cão tem três ferramentas básicas: uma câmera com a qual você pode reconhecer o terreno, um fone de ouvido para dar ordens ao cachorro e um colar que vibra, indicando direita e esquerda. Entretanto, não fica claro se os comandos de voz funcionam no jogo…

A demo disponibilizava três níveis de jogo, onde três áreas distintas eram exibidas.

Terra de ninguém (No Man’s Land)

Na primeira missão, os irmãos voltam à sua cidade natal, San Diego, que está completamente destruída. Prédios e casas estão em ruínas, assim como ruas e praças.

A Infinity Ward, uma das desenvolvedoras do jogo, descreve o motor gráfico como sendo para consoles de última geração, mas as paisagens mostram apenas uma atualização que inclui efeitos de tempo e uma geometria melhorada.

Alguns efeitos de luz são interessantes mas quase nunca se os vê – quando você se movimenta por de um lugar sombrio para onde existe sol e os seus olhos precisam se acostumar à luz. As armas têm mais detalhes, assim como os personagens, mas em geral tudo parece às versões anteriores.

A missão consistia em explorar a área com Riley e eliminar inimigos escondidos pelos escombros. O cachorro podia receber ordens de ataque, mas os resultados não eram lá muito interessantes… Talvez porque as animações e movimentos do cão não sejam muito reais.

Existe uma grande ênfase na atmosfera do jogo. O que vi foi uma ampla paisagem da cidade de San Diego totalmente destruída mas, ao não ser um jogo aberto, não creio que o grande público chegará a ver tal parte da cidade. A missão era curtinha e, ainda que nos permitiu experimentar um pouco de combate, não trazia nada de novo.

Dia da Federação (Federation Day)

O segundo nível da demo rola na Venezuela, onde os Ghosts se apresentam como um comando de três assassinos. Você desliza por uma corda de um prédio a outro e faz rappel para descer ao nível desejado, enquanto elimina inimigos pelos vidros de cada edifício. A sequência obedece claramente a um roteiro específico, já que um dos irmãos não para de falar um segundo sequer – até o ponto de desejar que ele feche a matraca…

Quando você chega ao andar correto, tem que atravessar uma janela e entrar no prédio. Depois, precisa encontrar o quadro elétrico e desativar toda e qualquer eletricidade. Depois disso, é preciso buscar refúgio para esperar uma brigada de soldados que patrulha a área. Você ouve os soldados conversando perfeitamente.

A partir daí, tudo gira em torno da fuga deste prédio, que está a ponto de desabar. Neste ponto, a interação é praticamente zero, a jogabilidade pouco inovadora e o nível é decepcionante.

A fundo (Into de Deep)

Para mudar um pouco, o terceiro e último nível da demo é uma missão submarina (!?), em que os irmãos precisam invadir um navio naufragado no mar do Caribe. Com roupa de mergulho, você precisa se nadar entre corais e peixes. Uma das coisas interessantes é que você usa uma metralhadora aquática real, a APS.

Esta missão é bastante sem graça, com pouca coisa que chama a atenção. Com poucos combates, você passa quase todo o tempo mergulhando de um lado a outro para se esconder. No final da missão, você lança um torpedo teleguiado a um barco e um recife que está ao redor começa a desintegrar.

Quase no final, rola uma cena em que tudo está afundando e você acaba soterrado. Daí, seu irmão aparece para executar o resgate e a tela fica negra…

Nada de novo

Call of Duty: Ghosts continua o legado da saga, mas com outro estilo. As diversas missões são interessantes, ainda que a constante narração de um dos personagens acaba sendo uma tortura.

Além disso, não rolou uma identificação com os personagens, coisa que, em outros games, é praticamente imediata.

E aí? O que você acha? Será que vale comprar o Call of Duty: Ghosts? Comente!