PES 2015: o simulador de futebol da Konami está no padrão FIFA?

Virou rotina. Todos os anos, em meados de Setembro, a pergunta é: PES ou FIFA? Depois de jogar o título da EA, nós testamos a prévia do simulador da Konami.

Alguns corintianos esperaram anos intermináveis pela conquista da Taça Libertadores da América do mesmo jeito que alguns esperam a série Pro Evolution Soccer voltar ao alto nível de simulação de futebol dos anos anteriores, quando predominava o gênero.

Neste ano, a Konami prometeu revolucionar o título depois de frustrar alguns jogadores com o PES 2014. O título, esperado como um sopro de renovação da série, introduziu o motor Fox Engine, responsável pela remodelação gráfica. Mas sem efeitos de chuva ou neve.

Consciente sobre os problemas, o presidente da divisão européia do PES, Shinji Hirano, disse ao portal MCV, “2014 foi um ano de transição para a franquia, mas nós sabemos o que fizemos de errado e estamos trabalhando para melhorar. A próxima versão será muito diferente, então, espere grandes coisas”,

Na E3, em Los Angeles, nós pudemos testar o PES 2015 para confirmar se a promessa foi cumprida ou se está encaminhada. Nós entramos na sala de testes da Konami e jogamos duas partidas marotas do novo título que será lançado em Setembro.

Liberdade de movimento e precisão

A versão demo traz dois times europeus: Juventus e Bayern. Impossibilitado de escolher meu time de coração – no caso, a gloriosa Torino – eu desafiei o RP da Konami com o Bayern de Munique. Só demorou alguns passes e cruzamentos para eu pegar as primeiras impressões do game, impressões confirmadas no segundo tempo e na outra partida.

Ainda com o sabor agridoce do último PES na boca, fui surpreendido pela grande liberdade de movimentação. A mobilização rígida e padronizada que caracterizou os últimos títulos parecem estar com os dias contados. O tal problema de estatização, quase resolvido no PES 2014, aparentemente terminou.

Os jogadores estão mais soltos e os movimentos mais naturais, de acordo com a haiblidade do atleta – não adianta esperar que um beque se movimente igual ao Neymar. Durante uma ação na área Juventina, por exemplo, eu tabelei entre a dupla Kroos-Robben e coloquei o jogador holandês em profundidade na área, perto do lado direito da área.

Rosto do jogador juventino Pogba
Pogba, da Juventus, e seu cabelinho ousado

Como a bola avançou para uma batida sem ângulo, eu peguei a bola e voltei um pouco. Tratando-se de um jogador que prefere chutar de canhota, Robben ajeitou a bola para esquerda preparando aquele velho e conhecido chute. A parábola do chute-cruzamento encontrou Ribéry livre, que não aproveitou a oportunidade.

A resposta dos comandos foi precisa e sincronizada, embora eu não tenha experiência (e habilidade) para fazer aqueles dribles cinematográficos com a bola. Sobre isto, a evolução provavelmente será bem maior se comparado com o título de 2014.

A impressão é que o PES 2015 abre mais espaços no campo para jogadas imprevisíveis, típicas do futebol mesmo. O sentimento é de possuir mais controle da bola, embora alguns momentos tenham soados exagerados.

Atmosfera, celebrações e replays

Se há um aspecto que o Pro Evolution Soccer sempre conseguiu superar o FIFA é a capacidade de reproduzir a atmosfera da partida já no menu.

PES 2015 melhorou este sentimento. A entrada em campo dos times e a expressão dos torcedores nas arquibancadas transmitem que estamos diante de um grande encontro. Principalmente pela alta definição da arquibancada.

O que mais me impressionou foi o momento da comemoração. Após colocar a bola no fundo do capim, como diria o saudoso Sílvio Luiz, Ribéry correu em direção a uma das câmeras, situada ao lado do campo, pôs as mãos no aparelho e a chacoalhou como se não houvesse amanhã. Igual a um jogador dominado pelo êxtase.

A expressão dos jogadores e, sobretudo, do atleta francês foi reproduzido fielmente. Quem ganha com o resultado é a Fox Engine, motor gráfico que começa a dar frutos. Até o replay do PES 2015 pareceu mais convicente com as suas dezenas de ângulos diferentes.

Carlito Tevez, da JuventusCarlito Tevez está pronto para mais uma jogada

Algumas coisas para melhorar, mas o caminho é esse

Em conversa informal, o RP do PES 2015 acredita que o novo título tem mais precisão e definição que a versão anterior. Embora não tenhamos visto o menu para alterar as condições climáticas na demo, ele assegurou a chuva e neve para o PES 2015.

As coisas a serem melhoradas são alguns rebotes e trajetórias surreais da bola. Ao menos, o efeito “bola de boliche”  durante uma arracanda parece ter desaparecido.

A inteligência artificial dos companheiros de equipe precisam aumentar de nível: algumas vezes você se sentirá sozinho contra o adversário, já que o resto do time não procura qualquer espaço vazio para ocupar. Neste critério ainda continua inferior ao FIFA.

O PES 2015 que nós vimos e jogamos não é, obviamente, a versão final. O título ainda receberá aquele último acabamento para chegar nas prateleiras reluzindo. Mesmo o game estando numa fase muito avançada de programação.

Câmera durante a partida de demonstraçãoCâmera sofreu com a vibração do atacante Ribéry

Apesar de alguns pontos para melhorar, a Konami está na direção certa do novo simulador graças à incrível fluidez, resposta de comando e o poder gráfico da Fox Engine.

Concorrendo com as inovações de jogabilidade do FIFA 15, a Konami pode recuperar a desvantagem em relação ao título da EA, se não recuperar totalmente.

Se você quer saber quem ganhará a partida entre PES 2015 e FIFA 15, nós só podemos dizer para esperar um pouco. Os dois jogos estão agendados para o final de Setembro. Como diria um folclórico narrador, “Haja coração, meu amigo!”.

Ficou curioso sobre o FIFA 15? Leia nossa prévia do simulador da EA.

[Artigo original em italiano]

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Slingshot já está liberado a todos os usuários do Brasil

O Slingshot, clone do Snapchat criado pelo Facebook, já está disponível para download a todos os usuários brasileiros, tanto para dispositivos Android, quanto para iOS (iPhone e iPad). Lançado no último dia 18 de junho, o app  – que envia imagens e vídeos que se autodestroem após serem visualizados – estava disponível apenas nos EUA.

slingshot disponível no Brasil

Uma das funcionalidades do Slingshot que o diferencia do principal rival é o seu conceito “social”. Ou seja, para poder desbloquear os arquivos recebidos, o usuário também deve enviar fotos e vídeos ao seu interlocutor. Dessa maneira, se cria um ciclo em que cada um compartilha o que se está fazendo, o que poderia também envolver outros contatos.

Outra função que pretende incentivar a conversação visual é o uso de apenas um botão para enviar respostas instantâneas.

O usuário não precisa ter uma conta do Facebook para usar o Slingshot. Ele funciona como o WhatsApp no sentido de que os usuários podem agregar uns aos outros usando apenas os seus números de celular. Mas, para quem quiser, é possível integrar a conta do app com a da rede social de Mark Zuckerberg.

No site oficial do programa, você pode visualizar como ele funciona.

Baixe o Slingshot para Android e iOS

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O Siri entenderá o português brasileiro em breve? A Apple busca um engenheiro para isso

Se o Siri ainda não tem uma data específica para ganhar suporte ao português, pelo menos podemos concluir que a Apple está trabalhando para que isso se torne realidade em breve. Isso porque a empresa procura um engenheiro que consiga “ensinar” o assistente pessoal a entender o nosso idioma.

Em sua página de empregos, a Apple busca um engenheiro brasileiro que tenha “experiência em classificação, recuperação de informação, processamento de linguagem natural, aprendizado de máquinas e que possa ensinar ao sistema o entendimento de novas línguas”. A vaga exige que o profissional tenha português brasileiro nativo (fluente) e que tenha disponibilidade para morar em Cupertino, na Califórnia, sede da criadora do iPhone.

emprego Siri BR

O engenheiro procurado deve ser formado em Ciência da Computação, Engenharia ou cursos equivalentes e precisará desenvolver códigos para plataformas da Apple. Além do Brasil, a criadora do iPhone e do iPad procura profissionais equivalentes para outros idiomas. Atualmente, o Siri está disponível para dez línguas.

[Fonte: Apple]

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Pirataria atinge metade dos softwares em uso no Brasil

A BSA, entidade representativa da indústria mundial de software, divulgou uma pesquisa que indica que a pirataria atinge 50% dos softwares em uso no Brasil. Ainda que o número seja alto, a tendência em comparação aos últimos anos indica uma queda no uso de programas ilegais.

A pesquisa da BSA foi realizada em 34 países e envolveu entrevistas com 22 mil consumidores e usuários comerciais, além de mais de dois mil gerentes de tecnologia da informação. Entre os resultados gerados a partir do estudo foi constatado que:

  • A taxa de software para PC instalado sem a devida licença no Brasil foi de 50% em 2013, representando uma queda de 3% em relação a 2011. O valor movimentado pelo mercado de softwares licenciados é de cerca de US$ 2,9 bilhões (aproximadamente R$ 6,4 bilhões);
  • A razão principal que os usuários de computadores em todo o mundo citam para não usar software não licenciado é evitar ameaças de segurança devido aos malwares. Entre os riscos associados com o software sem licença, 64% dos usuários globais citaram o acesso não autorizado por hackers como uma das principais preocupações e 59% apontaram a perda de dados;
  • Os gerentes de TI do mundo inteiro expressam uma preocupação compreensível de que o software não licenciado possa causar danos, mas menos da metade dizem estar totalmente confiantes de que o software da sua empresa está devidamente licenciado;
  • Somente 38% das empresas no Brasil possuem políticas escritas que exigem o uso de software devidamente licenciado.

“Os prejuízos causados pelo uso do software não original afetam não apenas a indústria de software. As consequências trazem danos econômicos para o País, que perde na arrecadação de impostos e sofre com a redução da oferta de trabalho“, afirmou Frank Caramuru, diretor da BSA no Brasil. “E é preocupante ver empresas que deveriam ter uma postura eticamente comprometida com o uso do software licenciado perpetuando essa prática em suas dependências”.

A comparação destes números indica que o Brasil ainda possui uma taxa de pirataria no setor muito mais alta que os países mais desenvolvidos – EUA e Japão têm taxas de 18% e 19% respectivamente – mas fica atrás de outras nações emergentes: Indonésia e Venezuela são os locais onde os programas ilegais têm a maior presença – 84% e 88% respectivamente.

[Fonte: BSA]

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Aplicativos online para converter vídeos do YouTube em divertidos GIFs

GIFs animados estão cada vez mais na moda. Se você pensa em criar os seus, é possível usar alguns conversores grátis.  Apenas lembre que eles só funcionão com vídeos do YouTube.

O editor do Softonic Jan-Hendrick já explicou em outra oportunidade como criar GIFs animados a partir de vídeos próprios com programas especiais para Windows e Mac ou com aplicativos online, que funcionam no navegador. São programas que aceitam tanto gravações como imagens capturadas na hora com a webcam. No entanto, entre todos eles, os que vão a seguir se destacam pela incrível facilidade de uso.

Gifsoup

No Gifsoup, você precisa simplesmente copiar qualquer endereço de vídeo do YouTube no campo indicado e clicar em Create Gifs.

Gifsoup facilita o processo de criar GIFs com vídeos do YouTube

A seguir, basta selecionar qualquer um dos trechos do vídeo, desde que tenha no máximo dez segundos. Então, para criar as animações em GIF, clique em Generate Animated GIF.

Selecione um trecho de 10 segundos para a imagem

Não existem outras opções e isso o torna incrivelmente fácil de usar. O único ponto negativo do Gifsoup é a marca d’água na animação final. Isso não acontece, por exemplo, nos GIFs criados por quem tem uma conta premium. Neste caso, também é possível estender o tempo máximo dos GIFs a 30 segundos.

GIF criada no GifSoup

MakeaGIF

MakeaGIF funciona do mesmo jeito, mas conta com uma interface mais sofisticada. Um comando permite selecionar o tempo de início do GIF animado e especificar sua duração. Para quem se registrou gratuitamente, o tempo máximo de duração do GIF será de dez segundos. Em caso contrário, terá cinco segundos.

Em comparação com o Gifsoup, não aplica marcas d’água nos seus GIFs animados e gera mais animações. Porém, funciona de forma lenta frente a outros aplicativos online.

Interface do MakeaGIF é um pouco mais sofisticada

GIF criada no MakeaGif

IMGflip

O IMGflip é um conversor online mais confortável para vídeos do YouTube. Também oferece opções grátis e pagas. A versão grátis gera GIFs animados de dez segundos, com dimensões de 260 ou 360 pixels e marca d’água incluída. Também é possível criar imagens de avatar quadradas com 100 pixels.

Especialmente prático: o IMGflip deixa você selecionar o tamanho do arquivo final e a velocidade do GIF animado antes de começar a conversão. Também é possível incluir pequenas mensagens de texto em qualquer parte do GIF animado. A versão paga IMGflip PRO cria clipes com qualquer resolução, de até 40 segundos e sem marcas d’água.

Imgflip permite escolher tamanho final da GIF

GIF criada no imgflip

Qual aplicativo você usa para criar gifs?

[Artigo original em alemão]

Leia também:

5 grandes e irritantes problemas do Android: o Google vai solucioná-los?

Android é um ótimo sistema operacional, mas tem coisas para polir, detalhes que incomodam qualquer usuário. Quais são esses grandes problemas?

Android é o sistema operacional mais usado em celulares. Seu desenvolvimento depende do Google: o Android é proposto aos fabricantes para que depois eles possam modificá-lo. Aqui vamos discutir o Android básico.

Nós perguntamos aos nossos leitores quais são as questões que mais incomodam do Android. Selecionamos as cinco mais destacadas da lista, juntamente com as soluções que o Google poderia aplicar em futuras versões do Android.

Não é possível remover  aplicativos de fábrica

Qualquer fabricante pode colocar seus próprios aplicativos no Android. Não existe nenhuma forma fácil de eliminá-los. Em versões mais recentes do Android eles podem ser desativados, o que equivale a escondê-los, mas se você precisa fazer root no telefone, ou seja, obter privilégios de administrador (como se você fosse o administrador no Windows).

Alguns aplicativos de fábrica podem ser desabilitados, mas não removidos

Existem aplicativos que você não pode remover, apenas desativar (somente em Android 4)

É culpa do Google? Sim e não. Sendo um sistema aberto, qualquer um pode mudar, é verdade. Mas também é verdade que o Google poderia facilitar a obtenção de privilégios de administrador sem ter que mudar o sistema operacional ou correr o risco de perder a garantia.

Não é possível escolher o que silenciar

Se você desativa o volume do telefone, vai desativar tudo. Quando você coloca o telefone no modo de vibração, tudo vibra. Você não pode ter, ao mesmo tempo, o WhatsApp calado e o toque do telefone no volume máximo. Para controlar os níveis de som você depende das configurações de cada aplicativo ou do fabricante.

Volume dos aplicativos e telefone são interligados

SmartVolume permite alterar o volume de chamadas e notificações separadamente

O que agora só pode ser feito com aplicativos como LightFlow ou SmartVolume deveria ser integrado em futuras versões do Android para ter um controle mais detalhado. Isso sem esquecer do modo “Não Perturbe”, outra característica ausente por padrão no Android e funcional apenas com aplicativos como o Silêncio, não perturbe!.

Não é possível controlar as permissões de cada aplicativo

No Android você não pode controlar as permissões de cada aplicativo separadamente. Quando você instala um novo aplicativo, o Android informa sobre as permissões necessárias, que você deve aceitar ou rejeitar completamente. Não é possível personalizar. Isso é mais fácil, claro, mas dá menos controle sobre a segurança.

AppOps permite controlar as permissões separadamente

Com o AppOps você pode decidir o que autorizar ou negar em cada aplicativo

Google lançou um recurso para Android chamado AppOps, que permite dizer quais permissões um aplicativo pode usar e quais não por meio de interruptores, mas que foi removido, talvez para evitar problemas com os autores (ninguém gosta de ter sua publicidade desativada). Por enquanto, você só pode reativar o AppOps por meio de aplicativos não oficiais.

O celular fica sem espaço e não utiliza bem o cartão SD

A variedade de celulares com Android é esmagadora e o mesmo pode ser dito das quantidades de espaço que eles oferecem. Alguns telefones têm tão pouca memória interna que, depois de instalar quatro aplicativos, aparece a temida mensagem “Sem espaço“. Então você tem que apagar arquivos ou usar utilitários que movem os aplicativos para o cartão SD.

Folder Mount ajuda a resolver o problema de espaço livre no Android

FolderMount soluciona problemas de espaço interno da SD, mas necessita de root…

O Android não deixa transferir completamente um aplicativo para o cartão SD, nem propõe uma opção acessível para instalar todos os apps no SD por padrão. A resposta para este enigma está na variedade de aplicativos e celulares com Android: uma opção para todos poderia gerar problemas. Mas não custa nada adicionar uma opção experimental.

Ainda não tem integração nativa com a área de trabalho

Um dos aplicativos mais populares é o AirDroid para Android, que permite que você use o seu telefone desde um navegador, acessar seus arquivos e assim por diante. No Android não há nada parecido. Outro aplicativo sensação do momento é o Pushbullet, que faz transferências de arquivos, links e notificações com o Windows.

Pushbullet facilita troca de arquivos entre o PC e o AndroidPushbullet é um aplicativo brilhante para conectar o telefone e o PC para trocar dados

Mais uma vez, o Google deixa que aplicativos e fabricantes sejam os únicos a decidir. Não há, por exemplo, um conjunto de sincronização oficial, mas apenas utilitários como Kies ou LG PC Suite. O Google tem a infraestrutura para produzir algo como o Kies, AirDroid ou Pushbullet com seu selo. Isso não é culpa apenas dos fabricantes.

No final, a culpa é de todos e de ninguém

Quando acontece alguma coisa com um iPhone ou Lumia, a responsabilidade é clara: Apple ou Microsoft. Mas se você tem um Android e sua bateria do telefone dura muito pouco, ou se o navegador é lento, as coisas não são tão claras. Você pode culpar o fabricante, o Google, ou até mesmo o autor do aplicativos por não ter otimizado para milhares de telefones diferentes.

O mundo do Android é tão fragmentado que é difícil distinguir entre problemas que dependem do Google ou dos outros. Se a Samsung adiciona muitos aplicativos inúteis nos seus telefones, por exemplo, a culpa não é do Google. Mas é verdade que o Google poderia tornar a remoção de aplicativos no Android mais fácil.

Se o Google não resolveu ainda esses problemas no Android é porque a solução poderia gerar reclamações e enormes problemas para produtores e autores. O Android, nesse sentido, está se aproximando de um limite que só pode ser superado com uma unificação forçada. Não pode ser o sistema operacional de todos e agradar todo mundo ao mesmo tempo.

Quais problemas do Android incomodam você?

[Artigo original em espanhol]

Leia também:

Confira seis vídeos com as melhorias que FIFA 15 terá

A Electronic Arts vem lançando uma série de vídeos com as principais características de FIFA 15, que chega às lojas em setembro, mais precisamente para os PlayStations 3 e 4, os Xbox 360 e One, além do PC.

São vídeos curtos, mas que mostram as melhorias que a nova edição terá. Confira abaixo:

Visual dos jogadores


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Apresentação dinâmica das partidas


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Inteligência emocional


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Duelos um contra um


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Um público mais “vivo” e vibrante


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Agilidade e controle


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Veja também

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Ciclo de atualização para o Windows Phone 8.1 começa nesta terça-feira (24/6)

Se você tem um smartphone com o Windows Phone, anote na agenda: a partir desta terça-feira (24/6), a Microsoft começa o ciclo de atualização para a nova versão do seu sistema operacional móvel, mais precisamente para a edição 8.1.

A empresa não especificou quais os modelos receberão o update inicialmente, mas confirmou em seu site que o ciclo de vida da plataforma se inicia amanhã e termina no dia 11 de julho de 2017. Ou seja, um tempo de vida útil de pouco mais de três anos. Na página, a empresa afirma:

A Microsoft colocará a sua disposição atualizações do sistema operacional [Windows Phone 8.1], incluindo updates de segurança, durante um período de 36 meses, a partir da data de início do ciclo de vida. Estas atualizações serão incrementais; ou seja, cada uma delas se construirá sobre a atualização precedente. Os clientes deverão instalar todas as atualizações se querem continuar recebendo suporte técnico. É possível que a distribuição destas atualizações seja controlada pela operadora de telefonia móvel ou o fabricante de telefones nos quais o usuário adquiriu o aparelho e que a instalação requeira que o telefone tenha todas as atualizações anteriores. A disponibilidade das atualizações também variará em função do país, região ou capacidade do hardware.”

Em outras palavras, o processo vai variar de Windows Phone para Windows Phone, com os modelos mais atuais ganhando prioridade, em um processo semelhante ao Android. E sim, se o seu aparelho é mais antigo ou conta com um hardware não tão poderoso, há boas chances de que você não veja o Windows Phone 8.1 nele.

Aguardemos…

Veja também:

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O soldado do futuro no Call of Duty Advanced Warfare

A Sledgehammer Games, os co-desenvolvedores do mítico Modern Warfare 3, são os responsáveis ​​deste ano do esperançoso Call of Duty Advanced Warfare. Será que eles vão corresponder as expectativas?

A franquia do mais famoso jogo de ação tem que revolucionar e evoluir porque os fãs exigem. Durante a E3 pudemos ver uma pequena amostra de dois níveis do que será este título tão esperado. Será que vamos gostar?

O soldado do futuro

O Advanced Warfare, como o nome sugere e o trailer mostra, é sobre os soldados e as guerras do futuro, desde um ponto de vista mais realista que de ficção científica. O que você vê no jogo é teoricamente possível, todas as armas e upgrades, mas ainda vamos ter que esperar muitos anos para que esse tipo de tecnologia seja possível.

Call of Duty Advanced Warfare traz armas e tecnologias de um futuro meio distante

A principal atração do novo CoD são as armaduras e exosqueletos. Os uniformes protegem e também dão novas habilidades. No jogo isso se traduz em “poderes”, habilitados ao critério do jogador. Assim você pode saltar mais alto, bater mais forte, se camuflar ou até mesmo desacelerar o tempo em algumas circunstâncias.

Armaduras aumentam poderes dos soldados

As missões e os desafios giram em torno desta tecnologia que também envolve todos os tipos de armas inovadoras, granadas modificáveis e veículos ​​com poder quase nuclear.

Dois níveis no demo

Na E3 pudemos jogar dois níveis do jogo: um chamado Collapse, ambientado em São Francisco, e outro chamado Bio Lab.

O primeiro começa com uma perseguição em um veículo blindado, disparando em velocidade máxima em uma van em fuga. Lembramos que não se sabe nada da história e por isso não podemos dar detalhes sobre os motivos dessa perseguição. De qualquer forma, já se nota o estilo típico do Call of Duty em uma cena muito forte visualmente, mas muito boa.

Veículos blindados e cenas típicas da série Call of Duty

Após uma série de incidentes, o herói continua andando e, nesse momento, a demo nos mostra o novo salto de grande altura, as primeiras armas e uma granada especial, que não faz estragos, mas marca os inimigos através de objetos (se tornam facilmente atingíveis). A força do novo traje permite arrancar objetos do cenário e usá-los como escudo, ou seja, parece que haverá alguma interação com o ambiente. Também há uma nova habilidade: a desaceleração do tempo. Mas não ficou claro como e em que circunstâncias seria ativada.

O segundo nível se desenvolve ao longo de uma selva onde podemos ver a habilidade de camuflagem do personagem. Este nível ensina outra cena muito típica em estilo Call of Duty, onde você deve seguir o seu companheiro que vai ditando ordens como “vai”, “espera”, “cruze agora”, “fogo”, etc.

Segundo nível da demo mostra a importância da camuflagem

Em certos momentos você ativa a camuflagem para se misturar com o inimigo, ou matar em silêncio.

Em novembro, como sempre

Se tirarmos a parte gráfica melhorada, muito mais poderosa que a do ano passado e com a mesma fluidez típica da saga (60 fps), o que vimos neste E3 do Advanced Warfare não nos impressionou muito. Talvez a Sledgehammer está indo pelo caminho mais fácil, dando aos fãs o que eles estão acostumados e usando o mesmo papel de presente.

Call of Duty Advanced Warfare não empolgou a gente como o esperado

Nós esperamos mais dos jogos de próxima geração. Não apenas uma evolução gráfica, mas também conceitual e na jogabilidade. De qualquer forma, é difícil avaliar um produto com apenas 20 minutos de demonstração, por isso vamos continuar assistindo o desenvolvimento deste CoD nos próximos meses.

[Artigo original em espanhol]

O que você espera do Call of Duty Advanced Warfare?

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Microsoft vai desativar versões antigas do Skype para Windows e Mac

Nos próximos meses, a Microsoft começará a desativar as versões mais antigas do Skype, mais precisamente aquelas anteriores a edição 6.14 para PCs (Windows) e a 6.15 para Macs. Elas não serão mais encontradas para download e aqueles que tentarem executá-las encontrarão uma mensagem solicitando a atualização.

O aplicativo VoIP encontra-se, atualmente, nas versões 6.16 para Windows e 6.18 para Mac, sendo que apenas os que tiverem as edições mais recentes do software poderão desfrutar do serviço.

Essa ação da Microsoft visa colocar o Skype em pé de igualdade com seus concorrentes para chamadas de voz e vídeo. Mas, principalmente para que os usuários possam utilizar também o recurso de mensagens instantâneas, área que o app ainda sofre para bater rivais como WhatsApp, Viber ou Facebook Messenger.

É importante destacar que essas atualizações são totalmente gratuitas e podem ser visualizadas diretamente no menu Ajuda > Atualizações..

Baixe o Skype  para Windows e Mac

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