A bilionária compra do WhatsApp pelo Facebook causou preocupações em alguns usuários a respeito da privacidade no app. Para tentar acalmar os ânimos dos usuários, o fundador da empresa publicou uma carta aberta tratando do tema no blog do serviço, praticamente um mês depois do anúncio do negócio.
Depois da divulgação da compra, o WhatsApp passou por momentos complicados, com pelo menos uma queda prolongada do serviço, o crescimento dos concorrentes, inclusive no Brasil, e a divulgação de falhas de segurança no recebimento de mensagens.
No blog, Jan Koum afirmou que a privacidade é um dos princípios do app, e que o programa nunca armazenou informações como localização, termos buscados, páginas curtidas ou endereços de e-mail. Koum lembrou ainda de sua infância na Ucrânia, nos tempos da União Soviética, e a sensação constante de estar sendo monitorado pela KGB.
O cofundador do WhatsApp concluiu dizendo que “se a parceria com o Facebook significasse uma mudança em nossos valores, não a teríamos fechado”.
Resta saber se a política de privacidade será mantida permanentemente, especialmente caso Koum e o outro fundador, Brian Acton, deixem a empresa. Mesmo assim, uma mudança que assuste os usuários é a última coisa que o Facebook pode querer, ainda mais depois de ver os concorrentes ganhando força.
[Fonte: WhatsApp]
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