Brasileiro fica em redes sociais mesmo que prejudiquem sua carreira

Os brasileiros destacaram-se em uma pesquisa realizada pela empresa On Device Research por colocar seus perfis em redes sociais acima de qualquer impacto negativo em suas carreiras. No total, 77% disseram que seguiriam presentes nesses sites mesmo que alguma publicação os excluísse de processos seletivos.

O índice foi o maior entre todos os entrevistados: Brasil, China, Índia, Nigéria, Reino Unido e Estados Unidos. Seguindo a mesma tendência, mais da metade dos respondentes afirmam que, nesse caso, também continuariam usando plataformas como Facebook e Twitter.

O Brasil também é o país onde menos se sente preconceito por parte do mercado de trabalho quando se trata de comportamento nas redes sociais. À pergunta “você já perdeu alguma oportunidade profissional por culpa de comentários ou fotos em alguns de seus perfis sociais?”, apenas 4% dos entrevistados entre 16 e 24 anos disseram que sim. A porcentagem sobe para 5% na faixa etária de 24 a 34 anos.

De forma geral, dois terços dos entrevistados pela pesquisa “Crescimento do Índice de Confiança de Consumidores Jovens” disseram não se importar com as possíveis consequências das redes sociais em seus futuros profissionais. Os brasileiros são os que menos se preocupam: 49%.

Apesar dos resultados, um de cada dez participantes (no total, seis mil pessoas entre 16 e 34 anos) diz ter sido excluído de um processo de seleção devido à análise de seus perfis.