Os pendrives, memórias USB, chaves USB ou qualquer que sejam seus nomes são extremamente práticos. Funcionam como se fossem carteiras só que, ao invés de dinheiro, têm arquivos, programas, fotos, músicas e muito mais.
O que acontece é que na hora de apagar o que não queremos mais, muitas vezes ficam rastros. Outro problema frequente é que, depois de havermos deletado o que era inútil, não é possível salvar nada no pendrive. Por isso que é tão importante formatar a memória USB.
Entretanto, devemos levar em consideração que, para cada sistema operacional (Windows, Mac, Linux, etc), existe um formato específico. Exemplo: para Windows, o normal é usar FAT ou NTFS; no Mac, HFS e HFS+ e em Linux ext2 ou ext3. Dito isso, chega de papo furado e mãos à obra: