Apps de jogos para celular: são necessários mesmo?

O GTA V tem o iFruit, um aplicativo opcional para iPhone, Android e Windows Phone. Battlefield 4 e CoD: Ghosts também contam com seus próprios apps para smartphones… Um aplicativo adicional aos jogos (ou “segunda tela”) é mesmo necessário?

É inegável que quando estamos fissurados em um game gostaríamos de passar 24 horas jogando direto. Talvez, alguns aplicativos de celular para os nossos títulos preferidos nasçam desse contexto de euforia: a diversão não acaba quando terminamos a partida. Mas, eles realmente melhoram a experiência ou são apenas agregados sem substância? São uma moda passageira ou vieram para ficar?

O Battlelog é o seu companheiro de aventuras no Battlefield 4

Um grande painel de controle

Um app pode não substituir o game de um console de última geração ou de um PC, mas pode ser muito útil para estar em contato constante. Isso tem especial sentido nos títulos de grandes componentes online e sociais, como as populares sagas de shooters de Battlefield (seu app Battlelog está disponível para Android e iPhone) e Call of Duty (que usa o CoD ELITE no Android, iPhone e Windows Phone).

Aplicativos importantes para esses jogos (não apenas os novos, mas também para as versões antigas) são fontes excelentes de estatísticas das partidas, assim como uma espécie de painel de controle para todas as armas e recursos à nossa disposição.

Dessa maneira, os apps de celulares dos jogos têm muito sentido se servem para mostrar informação extra, sempre e quando não seja obrigatório usá-las para acessar determinados tipos de conteúdo. Esse acesso também poderia ser feito desde uma web (como Battlelog e CoD Elite), ou diretamente desde os menus do jogo em questão.

Call of Duty ELITE: Interessante, mas não imprescindível

Um valor agregado real?

Outra opção para o desenvolvedor que cria um app com base em um jogo é dar um valor adicional, um extra do título principal. Os minijogos que desbloqueiam objetos e funções são, sem dúvida, um grande incentivo para baixá-las, mas será que valem mesmo a pena?

A Rockstar deveria pensar nisso com relação ao iFruit, seu aplicativo no iOS, Android e Windows Phone para o GTA V. O iFruit, além de permitir consultar estatísticas do Social Club (coisa que também pode ser feita na web), tem duas funções que num primeiro momento pareceram geniais: Los Santos Customs e Chop the Dog.

Los Santos Customs é uma versão para celulares do que você pode fazer em qualquer mecânica: personalizar seu carro. Na verdade, não traz nada de novo, mas é um utilitário prático, se você não quiser ir numa mecânica ou se você adora fazer tuning nos carros de GTA V e quer fazê-lo sem ligar o console.

Com o iFruit você pode fazer tuning nos seus carros como no GTA 5

Chop the Dog não é uma experiência tão satisfatória. A Rockstar prometeu que poderíamos treinar o Chop, o cachorro de Franklin no GTA V. Todo mundo esperava poder fazê-lo no game, só que a única maneira é usando esse recurso bobo do iFruit. Gráficos do tipo Flash, três minijogos super simples e menos complexidade do que o Pou, que cansa rapidamente.

Seu maior problema não são os poucos incentivos oferecidos (uma vez que você começa com o Chop, qual é o sentido de seguir jogando com ele num app?), mas sim o fato de que até agora o iFruit só está disponível para os usuários de iPhone e iPad. Resultado: a maioria dos fãs de GTA V não vão treinar o cachorro.

Seria melhor se Los Santos Customs e Chop the Dog fossem uma versão do que também pode ser feito no jogo de console. Só que, tal e como está, o resultado é um “quero e não posso”, uma maneira sem graça de introduzir via app algo que deveria estar no GTA V.

O grande Chop merecia um app melhor

A segunda tela

O Nintendo DS foi pioneiro (seguido pelo 3DS e o Wii U) em proporcionar uma segunda tela para jogar, uma segunda janela para ter à mão certas opções de jogabilidade e ter outro ponto de vista da nossa aventura. Com o auge dos dispositivos táteis, ficou muito fácil para quase todo mundo ter acesso a esse tipo de opções nos seus jogos de videogame ou de PC.

O Smartglass do Xbox 360 é um aplicativo que dá aos seus jogos uma segunda tela. Títulos bem conhecidos como Forza Horizon ou Halo 4 fazem uso dele e oferecem opções adicionais, como uma visão do mapa. O problema é que não se pode obrigar o usuário a ter um dispositivo a mais. Dessa forma, as funções extras não passam de brincadeirinhas no universo do jogador hardcore.

A nova geração de apps que funcionam como segunda tela chegará ao sucesso? A Ubisoft quer tentar com o Assassin’s Creed 4, o jogo em que seu smartphone fará o papel de mapa e gestor de missões. A ideia segue sendo boa, mas pode ser uma mera ferramenta extra que, às vezes, é mais um engodo do que uma comodidade.

A Ubisoft aposta forte pelos apps de celulares

Interessantes até certo ponto

Na minha opinião, um app adicional para o jogo pode ser interessante, mas não deve ser crucial para avançar. O ideal é que ofereça total visibilidade do seu progresso, opções para administrar suas partidas e não substitua certos recursos da versão final. Também deveria abrir e fechar sem interferir no processo da partida.

Além disso, não se deveria exigir do usuário que ele tenha um dispositivo adicional para realizar certas opções. Se há funcionalidades extras, elas devem ser mais um valor agregado ou um plus por sua fidelidade, e não uma função chave do jogo.

O que você acha dos apps adicionais para os jogos? Qual você usaria?

[Artigo original em espanhol]

Guia de uso de tablets Android: usar como navegador GPS

O Guia de uso de tablets Android vai explicar como aproveitar todo o potencial do seu dispositivo. Neste capítulo nós vamos transformá-lo num navegador GPS de primeira.

Entre as várias possibilidades do tablet Android, nós já vimos como ler notícias ou livros e como transformá-lo num ótimo utilitário para o trabalho. Os dispositivos são versáteis e não precisam ser usados como velhos desktops. Por que não podemos transformá-los em navegadores GPS? É isso que faremos!

Seguindo nossos passos simples, vamos transformar seu tablet num perfeito assistente de viagem, que guiará você da sua garagem ou local de partida para o destino, indicando por voz ou por imagens cada estrada, cada rua, cada curva. O procedimento só funcionará se o seu dispositivo tiver 3G ou estiver conectado ao wi-fi, além do GPS, claro.

O primeiro passo é descobrir se o tablet tem um sistema GPS integrado. Nós faremos o teste graças aos aplicativos específicos de GPS e, então, vamos ativar o sistema de posicionamento global no dispositivo. Depois, instalaremos o NavFree e veremos como planejar um viagem do ponto de partida ao destino final.

Pronto? Vamos dar a partida!

Ainda não descobriu se seu tablet é Android? Leia nosso artigo sobre como reconhecer o sistema operacional do seu tablet!

1. Tenha certeza que seu tablet tem GPS e ative-o

A maneira mais simples para descobrir se o tablet tem um sistema GPS integrado e ativá-lo é usar um app. Se você já sabe que o dispositivo tem GPS e está ativado (ou sabe como ativar), vá para o passo 2.

Primeiro, faça o download do GPS Test para verificar a potencial de sinal do dispositivo automaticamente. Uma vez instalado e inicializado, você verá uma tela assim:

Se o quadro GPS Status, no alto da tela, está com o ícone verde, significa que você tem um bom sinal. Caso contrário, se estiver em vermelho, você está sem sinal (igual à nossa imagem). O app vai mandar você para as opções de geolocalização do tablet automaticamente, onde você pode habilitar o satélite GPS, como na imagem abaixo (dependendo da versão do sistema, a tela pode mudar um pouquinho):

Volte ao GPS Test e espere um pouco. Se o status do GPS mudou para verde, perfeito: você ativou o sinal GPS do seu tablet.

2. Instale o NavFree e baixe os mapas

Agora você precisa baixar o navegador. Existe muitos apps interessantes no Google Play Store, parecidos com os excelente CoPilot e Sygic, mas quase todos são pagos ou de recursos limitados. Nós escolhemos usar o NavFree: é gratuito, funciona offline e tem navegação por voz. Mas se você escolher outro, saiba que o processo é similar.

Baixe o NavFree: GPS Grátis e instale no seu tablet. Abra o aplicativo, leia os termos e condições de uso e aceite. Na próxima tela verde, clique em próximo. Escolha o seu país na lista e toque o botão “Import” para importar os mapas das estradas (também dá para baixar os mapas mais tarde).

Dica: Tenha certeza de que o tablet está conectado numa rede wi-fi. Os mapas ocupam muitos megabytes e os downloads podem consumir todo o tráfego disponível do 3G.

O download pode durar alguns minutos, dependendo da velocidade da sua conexão e do tamanho dos mapas. Depois que os mapas forem baixados, volte para a tela anterior e pressione o botão para iniciar!

3. Selecione o endereço padrão

A melhor coisa para simplificar o uso do aplicativo é escolher o endereço da sua casa (ou qualquer outro mais usado). Assim, você terá acesso rápido ao menu de configuração de rota, tanto de origem como destino. Clique em “Navigate”, localizado no alto da tela principal.

Na próxima tela, digite o endereço na barra de pesquisa e selecione o item da sua preferência à direita. Toque em “Enter” para prosseguir.

Clique na caixa cinza com seu endereço ao visualizar o mapa.

Nesta nova tela, escolha a opção “Set as home” (Definir como casa, em português) na lista de opções. Confirme a opção quando aparecer uma pequena janela perguntando se este é o endereço padrão.

Você será enviado para o mapa mais uma vez. Para voltar, pressione o ícone com três linhas.

4. Programe sua viagem

Vamos ver como organizar uma viagem da sua casa para qualquer destino. Na tela principal do Navfree, selecione “Navigate”. Agora você tem três opções para selecionar o ponto de chegada: digitar o endereço do lugar de visita, o código postal ou o nome do lugar (ex.: Teatro Municipal) e pressionar “Enter”.

Ou vá direto para o mapa: navegue manualmente e pressione o destino por alguns segundos. Por fim, pressione o botão “Route Here”.

Em poucos segundos, o Navfree irá calcular a melhor rota da sua casa até o destino.

5. Atenção: partindo!

Agora seu tablet está pronto para servir como mapa GPS. Pegue seu carro e… não, calma. Antes de você esquentar o motor do veículo, leia essas duas dicas:

1. Verifique o volume do tablet e coloque no máximo. É o melhor jeito para você escutar as instruções de rota do navegador. Lembre-se também: nem todos os aplicativos de GPS estão em português.

2. Verifique se a bateria está cheia antes de viajar. O sistema de GPS usa bastante recursos do tablet e você pode ficar sem informações no meio do caminho!

6. Outras opções

Navfree tem muitas outras opções para você aprender. A jornada, por exemplo, pode ser modificada diversas vezes ao pressionar o botão “My Route”. É possível ver uma demonstração da estrada, escolher atalhos, configurar um modo de segurança, etc.

Se for organizar viagens internacionais, não esqueça de baixar o mapa do país na seção “Upgrades”. Nela, você encontra diversos recursos extras, como detector de radar ou vozes de celebridades para guiá-lo durante a trajetória.

Também dá para você configurar o NavFree para caminhadas (“Walking Mode”) e usar o navegador GPS enquanto você anda por aí. Se não quiser incomodar os outros passageiros no veículo, é possível escolher o modo noturno para diminuir a intensidade da luz.

GPS e muito mais

Neste episódio, nós vimos como transformar o tablet num navegador GPS, graças a um simples aplicativo que permite diversas possibilidades. Em breve, você estará escolhendo um ponto de partida, destino e um assistente virtual com voz de celebridade para deixar a viagem mais divertida.

Seu tablet também pode ser usado para muitos outros propósitos. No próximo episódio do guia sobre tablets Android, nós veremos como usar o dispositivo para ver filmes e vídeos. Até a próxima.

Não perca o nosso Guia de uso de tablets Android: o que posso fazer com meu tablet?

[Artigo original em italiano]

Instagram – O guia completo: como gravar, editar e compartilhar vídeos

Neste quarto episódio do nosso guia especial sobre o Instagram, o centro das atenções é o vídeo. Aqui estão as melhores dicas e truques para gravar, editar e publicar vídeos na rede social Instagram.

No dia 20 de junho de 2013, o Instagram anunciou um novo recurso do aplicativo: o modo de vídeo. O Cinemagram [iPhone | Android] e o Vine [Android | iPhone | Windows Phone] já tinham o recurso, mas o Instagram tentou compensar o atraso aproveitando sua forte base de usuários.

Aqui estão algumas dicas para gravar os vídeos com sucesso usando o seu iPhone ou Android – o recurso não está disponível no Windows Phone.

Atenção: este tutorial foi feito com um iPhone. Os passos mostrados mudam muito pouco de uma plataforma para outra.

Estabilização de imagem, um pré-requisito para o sucesso do seu vídeo

Para não causar tonturas nos seus seguidores, é importante fazer todo o possível para estabilizar a gravação do clipe. Este é um dos segredos para popularizar seu vídeo. Na falta de um estabilizador automático, é importante segurar o celular com as duas mãos para reduzir a vibração. No Instagram, mais do que a qualidade da câmera no telefone, é a fluidez e a falta de borrões que importam. Veja os exemplos abaixo:

Vídeo no Instagram da conta wildflowers_gmc13

Vídeo no Instagram da conta stepuplp1567

Como você pode ver acima, a estabilização tem uma vantagem importante. Se o smartphone está bem firme mesmo, os movimentos acontecem sem problemas, o que limita bastante o desfoque.

Lembre-se que existem diversos acessórios para Android ou iPhone especialmente pensados para deixar o aparelho mais estável.

iPhone stabilizerUm acessório bem útil para estabilizar a imagem do seu celular

A captura de imagens propriamente dita

A duração dos vídeos no Instagram varia entre três e 15 segundos. Para comparação, no Vine você só tem seis segundos.

Antes de gravar, é sempre bom pensar no lugar onde tudo acontece. Os seguidores vão entender melhor o que está passando. Lembre-se também de procurar o melhor ângulo antes de começar.

A maioria das regras de composição explicadas em nosso artigo “truques para fotos de 10.000 likes” também se aplicam aos vídeos. Especialmente a regra dos terços ou o ajuste de brilho.

Quanto à câmera, ajustar o foco é feito com um simples toque no ponto a ser focado.

Instagram video exposureAltere o local enfocado com um toque na tela

Observe também que o modo de vídeo oferece menos opções de edição do que o modo para fotos. A grade de composição infelizmente não está disponível. Também não é possível controlar manualmente o flash durante a gravação.

Para a abusar da criatividade, você pode criar efeitos surpreendentes alternando entre a câmera principal e a frontal.

Créez des effets de surprise en alternant les camérasCrie efeitos surpresa, alternando entre as câmeras do aparelho

No Instagram, você pode liberar e, novamente, pressionar o botão vermelho para criar uma série de cenas. Antes de começar, lembre-se que não é possível alterar a ordem das cenas depois.

Você pode criar vídeos “stop motion”, juntando uma série de vídeos curtos.

Uma vez que tenha as sequências gravadas, você pode excluir uma cena indesejada, pressionando o botão marcado com um “X” à esquerda da tela. Você só pode excluir uma cena de cada vez, da mais recente para a mais antiga.

Pressione uma segunda vez o mesmo botão para apagar a última cena gravada definitivamente.

Supprimer une séquence vidéoO botão para apagar cenas durante a montagem de vídeos

Se você deixar o dedo pressionando o botão, o Instagram perguntará se você quer apagar todo o clipe.

Outro ponto importante é o áudio. O Instagram tem acesso ao microfone do telefone e todos os vídeos têm som. Não há nenhuma opção para desativar a gravação de áudio.

Depois de terminar a gravação, pressione o botão “Avançar” no canto superior direito da tela – uma seta simples, “>”, no Android – para seguir à próxima etapa.

A pós-produção

A segunda etapa permite visualizar o vídeo sem publicá-lo. Toque no ícone de “play” para reproduzir o clipe. Aproveite esta tela para prestar atenção aos detalhes. É aqui que você vai ser capaz de ouvir, pela primeira vez, o áudio do vídeo. Se não estiver satisfeito, volte e apague a sequência que não agradou.

É também na parte de pós-produção do Instagram que você pode aplicar ao vídeo um dos 13 filtros disponíveis. A lista é diferente dos efeitos disponíveis para fotos, embora alguns dos efeitos sejam os mesmos (preto e branco, sépia, tungstênio, etc.).

Escolha um dos filtros nas miniaturas da parte inferior da tela e o aplique com um único toque. Note que você pode selecionar a opção “Normal”, caso não queira aplicar efeitos especiais ao vídeo.

Post-production InstagramO Instagram tem 13 filtros de vídeo à disposição

Terminada esta etapa, é hora de passar para a escolha da imagem de destaque e compartilhar o vídeo.

Compartilhe com as pessoas certas

A próxima tela não tem segredo. O Instagram permite escolher a capa do seu clipe – a imagem vista pelos seus seguidores antes de iniciar o vídeo. Por padrão, o app pega a primeira cena do clipe. Aconselhamos escolher a imagem mais representativa do vídeo para gerar o maior número de “likes” possível.

A última tela, para compartilhar sua produção no Instagram, Twitter, Facebook, Tumblr ou Foursquare, é idêntico ao modo “Foto”. Ao vincular sua conta do Facebook ao Instagram, você pode postar o vídeo como um link no seu mural da rede social.

Publier la vidéo

Diferencie seu perfil com vídeos e fotos

O modo de vídeo abre novas possibilidades no Instagram. O recurso permite oferecer conteúdo original, que é sem dúvida uma das melhores maneiras de se diferenciar dos outros usuários.

Seu último vídeo ganhou quantos “likes” no Instagram?

[Artigo original em francês]

Grave suas screenshots e a biblioteca do iPhoto na sua conta do Dropbox

O Dropbox tem vários recursos muito úteis. Dois deles são salvar as imagens diretamente na nuvem e transferir imagens do iPhoto para a pasta remota com um clique.

Os serviços em nuvem vêm e vão. Isso dá origem a novos nomes com frequência. Alguns acabam sendo esquecidos ou são confundidos com outros, porque não oferecem nada que já não exista.

O Dropbox não. Desde o início de sua história, em 2008, os desenvolvedores continuam inovando e ampliando o serviço. E o mais importante: facilitando seu uso com qualquer dispositivo.

As duas últimas novidades são a gravação de screenshots e sincronização do iPhoto no seu Dropbox, que são dois novos passos para mover os dados do usuário na direção de um mundo sempre conectado.

Suas imagens na nuvem

Salvar capturas de tela na rede com Dropbox é muito simples. Depois de instalar a versão mais recente do programa (PC ou Mac) e abri-lo, você verá esta tela:

Clique em “Salvar capturas de tela no Dropbox”. Desta forma, toda vez que você usar a tecla “Print Screen/SysRq”, a imagem será automaticamente adicionada à sua pasta Dropbox e sincronizada.

Você pode ativar esse recurso a qualquer momento, acessando a opção “Preferências”, no ícone do Dropbox localizado na área de notificação do Windows.

Depois, você precisa marcar a caixa “Compartilhe capturas de tela usando o Dropbox”, localizada na guia “Importar”.

Mas este recurso não é melhor parte da nova versão do Dropbox. Ao apertar a tecla Print Screen enquanto mantém a tecla CTRL pressionada, a captura será gravada no Dropbox e o link do arquivo será copiado para a área de transferência do Windows. Depois, é só colar o endereço em uma mensagem de e-mail, Facebook ou onde você quiser.

A sincronização com o iPhoto

Se você tiver o iPhoto 7.0 ou superior instalado no seu Mac, agora pode transferir sua biblioteca de fotos para o Dropbox.

Em “Preferences > Import”, clique em “Import Photos from iPhoto”.

Import photos to iPhoto

Siga as instruções mostradas e aguarde o upload.

Importazione foto

Após a primeira importação, será criada uma pasta no Dropbox chamada “Photos from iPhoto”, em que as imagens serão organizadas por eventos, assim como no iPhoto.

Cartella iPhoto

Essas ferramentas são fáceis de usar e funcionam bem. Com a qualidade e a melhoria contínua do serviço que deu ao Dropbox sua fama e longevidade.

Não é fácil convencer um usuário tradicional a abrir mão de ter os arquivos no seu PC e confiar na nuvem. Para fazer isso, é necessário superar uma resistência que surge da desconfiança de um serviço que muitas vezes não compreendemos plenamente.

No entanto, o Dropbox tomou cuidado para que o gerenciamento dos arquivos remotos não seja diferente do controle dos arquivos locais, graças a uma pasta especial (mas com o ar de uma “normal”), que é familiar, e métodos simples para acesso aos arquivos em dispositivos móveis.

Estas duas novas e pequenas adições a uma oferta já generosa da mais famosa caixa mágica da internet confirmam o bom estado da empresa. E isso é uma boa notícia para todos nós usuários.

[Artigo original em italiano]

Elder Scrolls Online: massacres caóticos no modo PvP

O modo PvP (Player vs Player, “Jogador vs Jogador”, em inglês) divide opiniões entre os jogadores de RPGs. Muitos não gostam dele, outros não conseguem saciar a sede de atravessar suas lâminas virtuais por adversários controlados por humanos, ao invés de previsíveis bonecos computadorizados. Elder Scrolls Online inclui um modo PvP, que separa claramente o combate entre jogadores em uma área especialmente equipada, longe do resto do MMORPG. Pelo menos quase.

A aventura de The Elder Scrolls Online (TESO) começa a noroeste, em torno da região de Glenumbra. Nesta exuberante área arborizada passei um difícil final de semana, completei missões e pacifiquei masmorras. Apesar do meu personagem superar facilmente o nível mínimo de 10 para o PvP, encontrei alguns problemas.

No caminho errado para a batalha

A arena de batalha do multiplayer competitivo fica em Cyrodiil, com localização central em Tamriel, o mundo de Elder Scrolls Online. Então como chegar da área de partida ao cenário da ação? A busca desta resposta me levou muitas vezes a regiões que excedem o nível de experiência do meu personagem.

Aprendi na marra como são teimosas as criaturas do mal em TESO. Depois de desbloquear e pagar uma fortuna para consertar meu equipamento e taxas para cada morte, comecei a procurar desesperado por um outro caminho, algo que encontrei escondido nos menus.

Guerra de alianças em Cyrodiil

No menu “Aliança” é possível se teletransportar com apenas alguns cliques diretamente à área de PvP em Cyrodiil. Então é arregaçar as mangas e pronto! Mas nada aconteceu. Um erro do jogo não me deixava passar para a visão de luta.

Os outros jogadores tentaram ajudar com dicas de todos os tipos, mas só uma reinicialização do PC e do jogo resolveram o problema. Depois de superado o obstáculo – não podemos esquecer que se trata de um beta – finalmente pude me juntar a uma aliança e entrar na batalha.

O caos normal de um cerco ao castelo

Quando entrei na luta, o cerco já estava em andamento. Com o mapa é possível identificar onde a ação acontece. A estrada cortava uma área enorme. Sem cavalo, tive que andar muito tempo a pé. No centro do tumulto, catapultas estavam a postos em frente à muralha.

Meu grupo de ataque estava quase com a lotação máxima de 24 pessoas, mas eles podem envolver diversas alianças e assim incluir ainda mais pessoas. Para lidar com o ataque de maneira coordenada, o grupo se divide em seis pequenos times com quatro jogadores, uma boa receita para combates táticos.

No fundo, de tático não havia nada no combate. Ao invés disso, os jogadores pareciam um rebanho de galinhas perdidas. Uma vez que a porta do castelo caiu em meio às chamas, liberando o acesso ao pátio interno, todos os jogadores correram diretamente para a armadilha mortal.

Elder Scrolls Online - PvP Siege

As catapultas derrubam as portas do castelo cercado. Em seguida, começa o combate corpo a corpo

Os defensores pararam de jogar rochas em chamas do alto da muralha, abandonaram o portão, recuaram para o pátio e se prepararam para o duelo. Corremos em linha reta em dois flancos. Após o erro fatal, tivemos a chance de reagrupar no ponto de partida e tentar outra vez. Conseguimos ocupar o pátio e entrar no castelo, onde o mesmo massacre sangrento se repetiu como antes.

Fica a lição; tática, uma boa liderança, comunicação e tempo desempenham um papel importante na guerra de alianças. No próprio evento para a imprensa a queda de um único castelo se arrastou por um tempo. A produtora ZeniMax Online estimou em 15 minutos o tempo para tomar um castelo completamente desprotegido. Mas há muito mais para se conquistar além da construção em si. Guerras não são vencidas da noite para o dia.

Equilíbrio, alianças e imperador

Nem todos os participantes têm que se dirigir à batalha. Em vez disso, você pode apoiar os jogadores com matérias-primas e armas personalizadas, tais como catapultas ou arietes. Nesta função, ganha pontos por inimigos mortos e conquistar a fortaleza. Quem fizer o maior número de pontos no final de uma guerra ganha o título de imperador e alguns benefícios para sua aliança, até que outro jogador ganhe o título.

Tarefas de apoio são especialmente recomendadas para jogadores iniciantes, já que o equilíbrio entre os participantes não está realmente balanceado, pelo menos durante o beta. Assim, você pode sair de um confronto sem ao menos causar um punhado de arranhões no adversário.

Tudo ao alcance: a interface de combate

É um grande desafio manter um grupo com 24 integrantes. Neste ponto, TESO tem uma vantagem sobre Final Fantasy XIV, que também permite grupos com o mesmo número de pessoas no recém-lançado Crystal Tower – mas com uma visualização bastante prejudicada. A vantagem de TESO está no sistema de combate claro e direto, diferente de muitos concorrentes. A interface de usuário é organizada com uma janela que mostra todos os colegas no canto superior esquerdo. Então tudo está bem à vista.

PvP e as definições de um RPG

O PvP em Elder Scrolls Online ultrapassa as classificações de MMORPGs. Continuam as classes típicas de um RPG e, ao mesmo tempo, as táticas conhecidas dos jogos de estratégia. O modo de jogo lembra o game Stronghold Crusader com sua visão em primeira pessoa. Já o desenvolvimento de tecnologias e a opção de renascer lembram os jogos de tiro.

O Megaserver ameaça o role play tradicional?

A fraqueza do PvP são os Megaservers já discutidos em Elder Scrolls Online. Enquanto em World of Warcraft é preciso escolher entre um servidor para viver o personagem ou outro com foco PvP, em TESO há sempre um conflito entre os dois modos. Em Cyrodiil, a luta PvP ocorre ao mesmo tempo que as missões comuns e dungeons.

Assim, podemos imaginar que os jogadores mais casuais serão atraídos para a luta em PvP, ao invés de apoiar alianças no modo história ou raids. Se a característica continuar no jogo final, o modo PvP não servirá para os jogadores medirem forças e sim tirar sua atenção da história em Elder Scrolls Online.

Ação caótica com pitadas de táticas e construção estratégica

Caos. Esta palavra define minha primeira experiência PvP em Elder Scrolls Online. Até mesmo durante a fase beta, com um mundo supostamente mais organizado, os jogadores corriam de um lado para o outro como se estivessem confusos.

Ao mesmo tempo, percebi um certo senso de comunidade e acredito que o jogo final valorizará o sistema de alianças, além da organização para as missões de conquista de castelos.

Por outro lado, as lutas são bastante difíceis, longas, monótonas e pouco equilibradas. Além disso, também poderá ser preciso ajustar algo que incomoda muitos jogadores tradicionais nos PvPs: como integrar os jogadores novatos, que ainda não estão fortes o bastante para as batalhas. Se realmente há uma fusão dos modos RPG e PvP, inclusive para a conclusão da história do game, os jogadores precisam se sentir atraídos para os confrontos PvP.

Resumindo: No momento, o PvP de TESO ainda não parece à altura das primeiras impressões que tivemos do resto do jogo. A desenvolvedora ainda tem muito o que fazer para melhorar o equilíbrio do modo e a sua relação com a história do jogo.

Leia mais sobre o beta de Elder Scrolls Online

Quais características você busca no modo PvP dos MMORPGs? Deixe sua opinião nos comentários.

Perfil do Facebook agora permite escolher gêneros personalizados

Depois de completar dez anos de vida, o Facebook anunciou uma mudança em um recurso muito importante da rede social: a possibilidade de se apresentar com dezenas de outros gêneros, além dos usuais feminino e masculino. O recurso está disponível apenas para perfis em inglês norte-americano (“English – US”).

A opção “personalizada” (custom) permite utilizar qualquer outro termo, mas sugere alguns a partir de uma lista de gêneros em inglês. Além disso, permite controlar a exibição da opção de acordo com os grupos de amigos no site e também alterar o pronome para se referir ao usuário.

A mudança contou com a ajuda de organizações LGBT para definir sugestões de gêneros como transgênero, assexual, andrógeno, bigênero, neutro, pangênero, trans, não binário e outros.

Além de não estar disponível em outros idiomas, a novidade não foi estendida a outras áreas do serviço em que ainda continuam as classificações de “feminino” e “masculino”, como relações pessoais e interesse.

O Facebook não divulgou uma previsão para que a alteração esteja disponível para perfis em outros idiomas. Uma das barreiras poderá ser como traduzir e adaptar do inglês as frases predefinidas que usam pronomes neutros. “Their birthday” no lugar de “His/Her birthday”, por exemplo.

(function(d, s, id) { var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0]; if (d.getElementById(id)) return; js = d.createElement(s); js.id = id; js.src = “//connect.facebook.net/en_US/all.js#xfbml=1”; fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs); }(document, ‘script’, ‘facebook-jssdk’));

[Fonte: Facebook]

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BBM para Android e iPhone estreia salas de bate-papo temáticas

A BlackBerry atualizou seus aplicativos do BlackBerry Messenger para Android e iPhone com chamadas de voz grátis e salas de bate-papo por tópicos. Enquanto o BBM Channels abre espaço para que os usuários do BBM conversem entre si sobre temas de interesse comum, o BBM Voice permite que eles façam chamadas gratuitas pela internet para outros usuários do app.

Chamadas VoIP gratuitas não é nenhuma novidade nos dias de hoje, mas mostra que o BBM não quer ficar para trás e está disposto a lutar por seu espaço no mercado. Já o BBM Channels chega como um recurso inédito, reunindo pessoas para falar de gostos semelhantes, como carros, moda e muitos outros assuntos. “Ao publicar num canal, os respectivos donos alcançam imediatamente os assinantes com uma mensagem que pode desencadear debates”, explica a BlackBerry. O recurso servirá como uma plataforma para empresas e marcas que desejam se conectar com seus clientes sem a necessidade de adicioná-los à sua lista de contatos.

Além disso, o BBM também passa a oferecer o compartilhamento de localização por meio do Glympse. Os usuários agora podem fornecer dados de localização em tempo real a um ou mais contatos do BBM.

E tem mais. O novo BBM se conecta ao Dropbox para facilitar o envio de arquivos entre os usuários. Os destinatários ainda podem salvar o conteúdo no próprio aparelho ou em suas contas do Dropbox.

Para completar, o BlackBerry Messenger ganhou mais de 100 novos emoticons, muitos deles criados a partir de ideias enviadas pelos próprios usuários.

Baixar BBM para Android no Softonic

Baixar BBM para iPhone no Softonic

[Fonte: BlackBerry]

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Atualização do Skype para Windows 8 melhora gestão dos contatos e faz menos barulho

O Skype para Windows 8 chegou à versão 2.5 trazendo algumas novidades interessantes. A maior mudança é o gerenciamento mais simples dos contatos, permitindo que você agregue novas pessoas sem se perder no meio do processo.

Um pequeno botão azul foi adicionado na própria tela de contatos, logo acima da lista de nomes. Ainda nesta janela, a Microsoft também melhorou o filtro de seleção. Agora, é possível selecionar os contatos a partir do status atual em que se encontram – de maneira semelhante à que já funcionava em versões do Skype para outras plataformas.

Para quem é fã de bate-papo mas também aprecia o silêncio, a nova atualização do Skype para Windows 8 limpou os sons da conversa em curso. Com isso, apenas as notificações das janelas não ativas são ouvidas. Se, mesmo assim, você quiser reativar os sons como eram anteriormente, basta ajustar as configurações na Charm Bar.

Baixar Skype para Windows 8 no Softonic

[Fonte: Blog do Skype]

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6 provas que mostram se você está apaixonado por um aplicativo

Será que algum dia você se apaixonará por um aplicativo de computador? Bom, foi isso o que aconteceu no filme “Ela” – que estreia nos cinemas brasileiros nesta sexta-feira (14/02) -, no qual o personagem de Joaquin Phoenix caiu de amores por um… sistema operacional (?!). Logo, é possível descobrir se há um “algo mais” com aquele software que você não para de olhar.

Como sabemos, o amor é um sentimento imprevisível e sem regras. Um dia você vai ficar parado, pensando na vida, sem se preocupar com nada. Então, de repente, não mais que de repente… BAM! O cupido, aquele anjo que anda em trajes sumários e com um senso de humor enigmático, escolhe você como presa. E sim, você dançou. E o que é pior: o amor pode assumir formas que você nunca espera. Ultimamente, por exemplo, mais e mais pessoas estão se apaixonando por algum tipo de código binário que carrega bits e mais bits e também conhecemos como aplicativos (e não, não estamos falando de fanboy da Apple, que tem uma relação obsessiva com qualquer coisa que comece com i). E eles podem assumir diversas formas, como o Yahoo Tempo, que não quer que você seja surpreendido por aquela chuva indesejável, ou o VSCO Cam, uma espécie de femme fatale das aplicações fotográficas.

E não, você não está imune a este tipo de amor. O Softonic apresenta seis provas que mostram que sim, talvez você esteja apaixonado por um aplicativo. Se você se identificar com, pelo menos, três delas, então, meu amigo, comece a amaldiçoar o cupido geek que voa por aí.

Você não pode ficar longe dele nem por um minuto

O app do Facebook [Android | iPhone | Windows Phone | BlackBerry | Java] é uma armadilha entre as paredes estreitas de um smartphone, mais especificamente quando você apaga a luz do telefone: a solidão sem o aplicativo vira uma dor real. Sim, você vai ter de passar uma noite inteira sem ele. E logo pela manhã, bem antes do primeiro café, você vai lançar aquele olhar amoroso para o programa e tudo volta a fazer sentido ao toque a tela do seu celular com tela de seis polegadas.

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Se você é apaixonado por um aplicativo, não consegue ficar longe dele. Ele se torna seu último pensamento antes de dormir e o primeiro pela manhã. Mas não é só. Você sempre fica feliz ao ativá-lo, você sempre quer a melhor conexão à internet para vê-lo rodando com rapidez. E você adora visualizar todo o conteúdo que o aplicativo traz. E quando você está em algum lugar com os amigos e a cobertura 3G não é das melhores – ou o local não oferece wi-fi – aparece a falta de ar, a agonia começa a apertar. Porque você está sofrendo, e é tudo culpa sua. Você começa a pensar que poderia ter ficado em casa e comido aquele atum em conserva, mas estaria ao lado do seu poderoso roteador wi-fi, vendo seu amor “voando” livre. E a cada 20 minutos, você inventa uma desculpa para dar uma saída e sai à procura de algum ponto com sinal, para matar as saudades do seu pequeno. Se isso acontece com você, então você está apaixonado. Mas, para ter certeza, você precisa de mais provas.

Quer manter o aplicativo aberto apenas para apreciá-lo

Se está rolando uma paixão pelo seu aplicativo, você não necessariamente precisa de uma desculpa para abri-lo. Cada momento é sempre um bom momento. Algo assim tem acontecido entre alguém e o Evernote [Android | iPhone | Windows Phone | BlackBerry]. Ok, esse alguém era eu. Por quê?! Oras bolas, porque ele é sexy! Suas cores, sua interface e suas animações são de uma beleza pura e nunca cansam.

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E onde os outros veem apenas, digamos, um protetor de tela, eu vejo um mundo maravilhoso, onde a vida tem milhões de cores. E as animações… aahhh, as animações… Se isso aconteceu com você na hora de abrir um aplicativo, navegar pelos seus menus e páginas apenas para se divertir, então isso pode ser amor. Mas, novamente, não é prova suficiente. Continuemos.

Você fica feliz ao conversar com ele

Os assistentes virtuais são uma novidade nos últimos anos, mas eles já conquistaram o coração de milhões por aí. E como não apaixonar pelo fundador dessa raça, o Siri? É útil, tem senso de humor e conhece um monte de coisas. E ele (ou ela) tem uma voz que, atualização após atualização, torna-se cada vez mais persuasiva.

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Mas você também pode se apaixonar pelo Talking Tom Cat [Android | iPhone | Windows Phone], aquele gato falante, e ficar abraçado com ele por horas, sem nunca ficar entediado. E quase não se dá conta disso, mesmo quando sua interação com ele é compartilhada ininterruptamente via redes sociais. Porque, às vezes, o amor é tanto que você não quer anunciá-lo ao mundo apenas com as suas próprias palavras. Mas os sintomas do amor não estão limitados a ele. Você pode fazer melhor.

Você compra “presentes” para o aplicativo

As demonstrações de amor, às vezes, precisam passar pelo seu cartão de crédito. E se é verdade que um aplicativo não pode apreciar um buquê de rosas, um Dom Perignon ou um diamente de 20 quilates (ok, isso não é necessariamente ruim), isso não significa que você não precisa agradá-lo. Um bom exemplo é o Paper by FiftyThree. Se você mantem o app atualizado constantemente, pagando todos os updates – sem pular nenhum – e comprou ainda todos os extras, mesmo sabendo que não vai usar todos, então, talvez seja amor.

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E quando eu usei o Paper by FiftyThree pela primeira vez, senti meu coração pulsar mais forte. Ele fez eu me sentir um verdadeiro artista, abriu um novo mundo para mim: o mundo das artes gráficas. E era tão belo… Em suma, 15 minutos depois de eu ter sido perfurado pela seta do cupido, eu não poderia deixar de comprar todo o conjunto de canetas, lápis e outros acessórios coloridos que o Paper oferece como itens extras. E, enquanto eu estava pagando, eu estava feliz. Porque eu sabia que o meu aplicativo adorável estava feliz. Mas, talvez, fosse apenas uma paixão passageira. O verdadeiro amor é outra coisa: é pagar por um software livre, ao mesmo tempo que você não se importa com doações voluntárias de outros amantes (ooops, desculpem, usuários). Ou usar o seu Visa para pagar o WinRAR após o período de 40 dias de teste expirar. Se bem que, nesse caso, não há registros de que alguém tenha chegado a esse ponto.

O presente é de todos. Na verdade, de ninguém

Como já diriam os Beatles na clássica “I’ve Just Seen A Face”: “She’s just the girl for me, and I want all the world to see we’ve met” (“Ela é apenas a garota para mim, e eu quero que o mundo veja que nós nos conhecemos”). Quando você ama, você quer compartilhar seu amor com todos. E se o objeto da sua adoração é um aplicativo para chat (o WeChat [Android | iPhone | Windows Phone | BlackBerry | Java] ou o LINE [Android | iPhone | Windows Phone | BlackBerry], por exemplo), você quer que todos os seus amigos, todos os seus contatos o usem também. Se esses mesmos amigos, ou familiares e até estranhos, começam a compartilhar conselhos sobre qual o melhor app para se comunicar, você corta a conversa logo no começo, elegendo o seu comunicador como o melhor do mercado e fim de papo. Para que usar outro? E se você faz isso, então, meu caro, isso é amor.

Mas também pode acontecer o contrário. Se você é ciumento e possessivo, pode querer manter o seu “tesouro” apenas para uso próprio. Para evitar problemas, como o que aconteceu com o Flappy Bird, é melhor não espalhar a novidade por aí, entre outros “pretendentes”.

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Quer saber MESMO se você está apaixonado? Eis o teste final

Bem, finalmente chegamos ao teste do testes: se você chegou ao ponto de querer conhecer os “pais” (leia-se programadores, designers, etc.) do seu par romântico, então, sem dúvida, é amor. Em outras palavras, se você tenta ficar próximo dos desenvolvedores do aplicativo, os segue no Twitter e no Facebook, passa horas em fóruns especializados dando conselhos ou apenas um “suporte informal” a quem pede, e ainda tendo aquela sensação de dever cumprido, então, meu amigo, é oficial: você se apaixonou pelo aplicativo. Bem-vindo ao clube!

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O amor não conhece fronteiras

Resumindo, neste terceiro milênio, o amor assume formas inéditas. Este popular sentimento pode surgir a partir de bits e bytes e não tem limites – a não ser o tamanho do disco rígido. Então, você encontrou o amor com um aplicativo? Conte para a gente quem é o felizardo e o porquê!

(Só não vale ficar como o Raj, no já clássico episódio em que ele se apaixona pela Siri, assistente pessoal do iPhone, na série The Big Bang Theory:)

[Artigo original em italiano]

Microsoft pode trazer apps do Android para o Windows Phone

O Windows vai rodar aplicativos do Android? Mais uma vez o dia amanheceu debaixo do mesmo rumor. Caso a notícia seja confirmada, tanto o Windows como o Windows Phone poderão acessar os milhares de aplicativos criados para o sistema operacional móvel do Google.

Atualmente é possível fazer isso com um programa para Windows chamado BlueStacks. Que fique bem claro: não é o Windows executando os aplicativos do Android. É um programa para emular inteiramente o sistema do Google para rodar apenas um app.

O rumor diz que uma fonte da Microsoft confirmou que a empresa está estudando a possibilidade de permitir aplicativos do Android dentro das próprias lojas. A fonte também afirma que muitas vozes continuam relutantes com a possibilidade dos aplicativos para Android invadirem as App Stores.

Boa ideia! Por que não fez isso antes?

Alguém pode pensar que é a solução perfeita para a Microsoft. Acabaria com o principal e derradeiro problema do Windows Phone: a falta de aplicativos. No entanto, a decisão parece mais um remendo do que uma solução. Quem desenvolveria apps para um sistema operacional com 4% de mercado que suporta apps do Android? Poucos, muito poucos.

Como se isso não fosse suficiente, precisamos lembrar que o Windows Phone mais vendido do mundo é o Nokia Lumia 520. Um celular com 512MB de RAM pode rodar aplicativos projetados para outro sistema operacional com estabilidade e fluidez?

Se deixarmos a estatística de lado e pensarmos num universo cheio de celulares com Windows Phone de 2GB de RAM (só existem 2 modelos com esta quantidade de RAM no mundo inteiro: Nokia Lumia 1020 e Lumia 1520), devemos lembrar que os apps Android usam o Google Mobile Services (GMS) para funcionar.

Compartilhar os dados com outros aplicativos, mostrar mapas ou a classificação de contatos nos jogos é impossível. Tão difícil quanto a compatibilidade de apps que usam qualquer sistema de pagamento interno, já que as compras in-app são realizadas por meio do GMS.

Mesmo que tecnicamente seja possível fazê-lo, poucos serviços seriam compatíveis. Sem mencionar que a Microsoft não terá a ajuda do Google, que não tem feito – nem pensa em fazer no momento – apps dos seus serviços para Windows Phone. Nem Gmail, nem Google Maps… e inclusive bloqueou o app do YouTube desenvolvido pela Microsoft.

O panorama não cria grandes esperanças. Se a Microsoft quiser salvar seu aplicativo, parece que o caminho deve ser outro, muito diferente do trilhado até o momento.

[Fonte: The Verge]

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