Estouraram o spoiler de ‘Spider-man: Brand New Day’ que a Marvel guardava a sete chaves. Kevin Feige não vai gostar nem um pouco.

Foi o segredo mais bem guardado da Marvel: quem Sadie Sink interpretaria no novo filme do Spider-man? A própria atriz teve que driblar a pergunta nas entrevistas, Tom Holland não disse nem pio, ela nem sequer foi apresentada na última Comic-Con. Estava tudo preparado para a estreia europeia de amanhã, e por fim eles tinham conseguido: levar um segredo até o fim. E então…

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Atenção! Spoilers! Não siga se não quiser tomar spoiler do filme!

No tapete vermelho da première, Steve Lacy, compositora e cantora que tem uma música na trilha sonora oficial, Oh Yeah?, respondeu a uma pergunta que a princípio era simples: “Qual é a sua personagem favorita?”. Mal esperavam que ela ia contar absolutamente tudo numa boa e sem mais nem menos. Um ano e tanto de mistério, por água abaixo.

“Jean. Eu gosto da Jean. Ela é a vilã, mas há uma razão para a loucura dela. Eu gosto, eu gosto da personagem dela”. Claro, todo mundo emudeceu: essa senhora não só tinha revelado quem Sink interpretava, como o seu papel secreto nesta quarta entrega. Se eu fosse ela, já iria me despedindo de ter mais músicas num filme da Marvel. Quem é que faz uma coisa dessas.

Vale lembrar que na Comic-Con Kevin Feige se segurou para não apresentar sua própria equipe dos X-Men, embora os rumores digam que vamos ter que marcar com sangue as datas da D23, de 14 a 16 de agosto, onde vêm as surpresas de verdade… e ele já pode apresentar Sink como a nova Jean Grey. Coisas que acontecem, Kevin.

‘Ted Lasso’ já tem trailer da sua 4ª temporada, e é tudo o que esperávamos e muito mais

Quando Ted Lasso encerrou sua trajetória na Apple TV+ na 3ª temporada, todo mundo concordou que era um final perfeito e que já não precisava continuar. No entanto, pouco depois, Jason Sudeikis disse que tinha pensado numa maneira de continuar e que estava com muita vontade disso (mediante um cheque suculento, claro), então é nisso que estamos agora, celebrando de alguma maneira a 4ª temporada da série. É o que tem.

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Saindo para ganhar

A nova temporada estreia em 5 de agosto e terá o retorno do treinador, desta vez comandando um time de futebol feminino da segunda divisão. Ele não estará sozinho, isso sim: ao seu lado estarão Hannah Waddingham, Juno Temple, Brett Goldstein, Brendan Hunt e Jeremy Swift, entre um bom punhado de rostos novos que darão continuidade ao legado da série. E não é pouca coisa.

Afinal de contas, é uma das séries mais populares da plataforma, com 25 bilhões de minutos assistidos, e o próprio Lasso chegou a aparecer na final da Copa do Mundo, o que dá uma ideia do seu sucesso e da sua infiltração na cultura pop. Depois de 13 Emmys e 61 indicações, incluindo prêmios para Goldstein e Sudeikis, como é que iam resistir a revivê-la por mais um arco de temporadas?

Os comentários a este primeiro trailer não deixam dúvida: “É a série de que precisamos, não a que merecemos”; “Minha saúde mental está pronta”; “Esse abraço é o que o mundo precisa”… Ted Lasso voltou, e desta vez não parece que vá dar outro drible como na 3ª temporada: chegou para ficar.

Poucos sabem, mas Punisher se baseia numa saga de mais de 1100 romances

Todo mundo conhece ele. Caveira no peito, pavio curtíssimo, pistola em riste e disposto a acabar com todo mundo que cruze seu caminho, o Punisher vem sendo um carro-chefe da Marvel desde seu nascimento em 1974, nas páginas da edição 174 de The Amazing Spider-man. Desde então, Frank Castle já fez de tudo, de virar um anjo exterminador a ser um Frankenstein vingativo. No entanto, o que nem todo mundo sabe é que sua origem não está na polícia nem numa versão demente dos super-heróis, mas numa gigantesca saga de romances.

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Punisher, o executor

Apenas cinco anos antes da criação do anti-herói, o romancista Don Pendleton começou a criar romancinhos de bolso que saíam de tempos em tempos sobre um personagem chamado Mack Bolan. Naquela época, esse tipo de romance, fácil de escrever (e de ler), que mal passava por revisões, mas que dava para comprar em todo lugar por pouco dinheiro e acabava vendendo barbaridades de verdade, era famoso de ponta a ponta dos Estados Unidos, com toda variedade de gêneros: faroeste, policial, luta, amor… Ou seja, em meados dos anos 70 todo mundo conhecia The Executioner.

Para você ter uma ideia: da estreia, em 1969, até o final, em 2020, toda a saga tinha vendido uns 200 milhões de cópias. E não eram poucos livros para repartir, porque só The Executioner chegou a ter 464 títulos diferentes (que, a partir de 1983, passaram a ser mensais), como também publicou ao mesmo tempo vários Super Bolan, romances extralongos dos quais chegaram a ser feitos 178. Mas tem mais: 5 spin-offs que somaram no total mais 469 romances, uma revista que durou 4 números e uma ou outra HQ. Vai somando, vai.

Ao todo, 1111 romances em 51 anos, ou, o que dá no mesmo, pouco mais de 21 livros por ano. Ou seja, tem que ser muito fã para conhecer por completo toda a obra de The Executioner. Curiosamente, ele esteve a ponto de ser levado ao cinema, mas a ideia não deu em nada. No entanto, cristalizou no personagem do Punisher. Afinal de contas, Bolan era um sujeito durão que matou 90 inimigos na Guerra do Vietnã, mas que também mostrava compaixão pelos cidadãos vietnamitas que precisavam de apoio. Um pouco como Frank Castle, se Castle ligasse a mínima pros outros.

Além disso, ambos têm um passado militar que lhes deixou um ou outro trauma, lutam contra o crime e têm problemas para manter seus amores vivos. Bom, Bolan nem tanto de uns tempos pra cá, porque dorme com alguém diferente em cada romance. Castle não tem isso tão claro, e a morte da sua família foi o que despertou sua fúria assassina e sua vontade de fazer o bem, ainda que à sua maneira retorcida. De todo modo, sim, definitivamente, a Marvel tomou as rédeas de um personagem de sucesso e o transformou para convertê-lo em um herói próprio. Não seria nem a primeira nem a última vez, claro, porque, se tinha uma coisa de que Stan Lee e os seus sobravam, era cara de pau… e conhecer o código do copyright.

O próprio Ryan Gosling foi quem propôs à Marvel fazer ‘Ghost Rider’. Chamaram ele para elevar a qualidade dos filmes deles.

No último sábado, na Comic-Con, veio a surpresa. Bom, nem tanta surpresa assim porque já fazia anos que vínhamos ouvindo rumores, mas a gente nunca espera que eles virem realidade: Ryan Gosling subiu ao palco da Marvel para apresentar seu novo filme: Ghost Rider. Assumindo o manto de Nicolas Cage no cinema (mas não na televisão), o protagonista de Projeto Salvação foi acusado de aproveitar o apelo da empresa… salvo por um pequeno detalhe.

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Quero a tua alma!

E acontece que foi o próprio Gosling quem ligou para o escritório de Kevin Feige para apresentar sua ideia sobre o personagem, que estreou em 1972 e segue até os dias de hoje. O próprio Feige revelou assim: “Vou deixar Ryan revelar o que quiser revelar e quando quiser fazê-lo, e o que quis revelar hoje é… que vai interpretar Ghost Rider. Ele é um grande fã dos quadrinhos; veio até nós com uma visão específica baseada em alguns quadrinhos em particular.

Ao que tudo indica este é um produto saído cem por cento da mente do ator, apesar de o roteiro ser obra de Jonathan Trooper, autor do próximo Star Wars: Starfighter. Feige não tem dúvidas: Foi Gosling quem teve a visão. Foi Gosling quem nos fez a proposta com que conquistou Shawn, com a qual vieram até nós e nos convenceram, com a qual estiveram hoje no palco”.

Este filme fará parte da nova ideia de Feige de priorizar a qualidade acima da quantidade para evitar saturar o público: “Tentamos sempre nos concentrar na qualidade, mas quando a quantidade é excessiva, sobrecarrega. Não queremos sobrecarregar”. Veremos se a Marvel, dessa maneira, tem futuro depois de Secret Wars. Nem todo mundo aposta nisso, claro!

A nova ‘American Horror Story’ é ‘Os Vingadores’ das séries de Ryan Murphy. Não, não é um exagero

Na surdina, American Horror Story já caminha para sua 13ª temporada. E, nos tempos que correm, não é pouca coisa, seja você fã de Ryan Murphy ou não. Desde 2011, e praticamente no ritmo de uma temporada por ano (só faltou ao encontro de 2020 e 2025), o autor mais polêmico e prolífico de Hollywood explorou todas as suas obsessões com um elenco que sempre surpreendeu… e que nesta nova temporada não ia ser diferente com uma espécie de “greatest hits”.

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¡Make Mine Murphy!

No dia 24 de setembro veremos no que dá o experimento, mas por enquanto sabemos que não será uma continuação de Coven, a temporada 3, e sim uma espécie de mistura do que vimos até agora. Na verdade, Sarah Paulson faz seis ou sete papéis, e Jessica Lange os quatro personagens que fez ao longo dos anos. E não são as únicas a repetir.

“Evan Peters fará cinco personagens, e claro Kathy Bates, e Emma Roberts, e Billie Lourd. É como Os Vingadores! Eles se juntaram para derrotar o chefão final. Na verdade, Murphy contou que até os atores que ao longo dos anos resistiram a voltar, com essa ideia não tiveram outro remédio senão aceitar. Quer dizer, os fãs de American Horror Story vão fazer a festa enquanto o resto de nós não entende nada do que está acontecendo.

“Contei para Jessica Lange e ela me disse ‘Merda, agora tenho que fazer isso’. São todos em uma temporada, e são 13 episódios porque ela se chama 13. Passei muitos, muitos meses e muitos anos escrevendo-a. Quero fazer a 13 de uma forma especial”, afirmou. Enquanto isso, Murphy segue com seu fluxo interminável de projetos: só desde 2020 teve 22 séries no ar ao mesmo tempo. E as que ainda faltam.

28 anos depois de Pierce Brosnan, Michael B. Jordan se torna um dos personagens mais carismáticos do cinema

Em 1968, O Caso Thomas Crown, estrelado por Steve McQueen e Faye Dunaway, estreou nos cinemas, tornando-se um sucesso retumbante que chegou até a ser indicado a dois Oscars. Tiveram de se passar 31 anos para vermos seu remake, trocando McQueen por Pierce Brosnan e Dunaway por Rene Russo. Foi outro estrondoso sucesso graças à direção de John McTiernan, mas Brosnan, metido até o pescoço na saga James Bond, nunca seguiu com uma sequência e a franquia foi esquecida… até agora.

Meu nome é Crown. Thomas Crown.

Embora em 2007 tenha chegado a ser anunciado que Paul Verhoeven estava interessado em fazer uma sequência inspirada em outro clássico, a fabulosa Topkapi, a coisa não deu em nada. Depois, McTiernan saiu da prisão e anunciou que tinha escrito uma segunda parte (Thomas Crown e a Leonesa Perdida), mas ninguém deu bola. E agora, enfim, sabemos que em 5 de março de 2027 teremos enfim o personagem de volta. Demorou, hein?

O protagonista será, neste caso, Michael B. Jordan, e a ideia é totalmente dele. Foi ele quem há uma década se aproximou da MGM com a esperança de produzir o remake e, depois de vários vai-e-vens, não só conseguiu o papel principal, mas também o de diretor. De fato, já podemos vê-lo em seu primeiro e fantástico trailer dando voltas pelo mundo. Depois de Creed III e seu Oscar por Os Pecadores, deveria ter carta branca.

No entanto, como ele adverte, não é um reboot, mas uma versão à sua maneira: “Os dois primeiros filmes tratavam de caras ricos brancos roubando por diversão. Isso não agrada agora. O nosso é mais pessoal. O risco é maior, mas continua tendo moda e romance. Considere-nos interessados, senhor Jordan.

Embora tenha perdido público e fama, ‘Futurama’ segue em frente em seu novo trailer

Vocês se lembram daquela vez em que Futurama terminou e depois voltou a começar em um novo canal? Pode escolher, porque isso já aconteceu duas vezes: primeiro da Fox para a Comedy Central, e depois da Comedy Central para o Hulu, sem contar os filmes que teve pelo caminho. E apesar de tudo aqui seguimos: 14 temporadas depois (ou 11, dependendo de para quem você perguntar), com a Planet Express em pleno funcionamento.

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Quando é que a gente quer isso? O cachorro do Fry!

Esses 10 novos episódios vão ao ar entre 3 de agosto e 28 de setembro, e neles poderemos ver mais ou menos o de sempre: ameaças extraterrestres, inimigos de todo tipo, Fry se comportando como um idiota e Zoidberg se oferecendo para ser bucha de canhão. O problema é que, assim como acontece com Os Simpsons, os anos cobraram seu preço e suas temporadas… bem, quem dera fossem tão boas quanto antigamente.

Além disso, já foi anunciado que no ano que vem Futurama estreará três episódios estendidos (não se sabe se serão filmes ou médias-metragens) no estilo do que estão fazendo Os Simpsons, Uma Família da Pesada e Bob’s Burgers. Francamente, qualquer um diria que sua fama caiu, mas vendo a dedicação do canal, é possível que, sem dados em mãos, nós, haters, estejamos enganados.

Pessoalmente, já faz algumas temporadas que a abandonei, sentindo que era quase uma obrigação que eu devia ao meu eu adolescente. No entanto, os episódios míticos ficaram para trás, e o que existe agora é uma imitação que nunca consegue as mesmas gargalhadas nem criar o mesmo amor pelos personagens. Quem sabe? Vai que na 14ª é de vez.

Jared Leto volta a ser acusado de abuso sexual por outras 10 mulheres. Seu cancelamento definitivo finalmente chegou?

É difícil entender por que, mesmo depois do #MeToo e de todo Hollywood parecer se conscientizar de que é preciso afastar da indústria os assediadores sexuais, Jared Leto pode continuar fazendo filmes sem problema nenhum, como se dezenas de mulheres não o tivessem acusado desde o ano passado. Agora, a BBC fez mais uma investigação que sublinha o que já acreditávamos: este homem precisa estar fora da indústria o quanto antes.

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Leto tem que pagar pelo que fez

Leto não protagoniza um sucesso estrondoso nos cinemas desde 2016, quando foi o Coringa em Esquadrão Suicida, e, particularmente, só acumula fracassos de uns tempos para cá: He-man e os Mestres do Universo, Morbius, Tron: Ares, Mansão Mal-Assombrada… Vamos, Hollywood não vai perder nada quando decidirem, coletivamente, virar as costas para ele do mesmo jeito que viraram para outros predadores sexuais. Não tem problema, o público também não quer vê-lo.

No documentário Jared Leto: Hollywood’s Dark Secret, até 10 mulheres contam sua história pela primeira vez sobre suas relações com o ator. Várias, de fato, contam como ele as agrediu sexualmente aos 17 anos (ou seja, sem idade para consentir) e, em particular, que a idade delas não importou para o ator. Outra conta que Leto ligou para ela para ter conversas sexualmente explícitas quando ela tinha 16 anos, e até sugeriu que fizessem sexo.

De fato, ele tentou obrigá-la a assinar um NDA (um contrato para não dizer nada do que aconteceu), mas ela se recusou a fazer isso. Os fatos pelos quais ele é acusado aconteceram entre 2002 e 2016, e uma das vítimas lamenta que isso tenha sido há 25 anos e ele tenha saído impune. O ator, claro, nega tudo e diz que é “categoricamente falso”, do mesmo jeito que fez no ano passado com a investigação da Air Mail. Mas quando o rio faz tanto barulho…

O ator de ‘Reacher’ sabe muito bem por que perdeu a oportunidade de ser Thor. Por músculos não foi, claro

Os mais velhos do lugar provavelmente nos lembremos de Tom Cruise, ainda tentando limpar sua imagem em filmes de ação de todo tipo, interpretando, durante dois filmes, Jack Reacher. Ninguém acabou muito contente porque, basicamente, era tudo o contrário do personagem dos romances, uma montanha de músculos que impressiona só de olhar para ele. No entanto, Alan Ritchson assumiu seu legado na Amazon Prime Video, e não dá pra pôr nem um defeito no resultado: 3 temporadas e as que ainda faltam.

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A socos pela vida

Agora o ator contou que esteve a ponto de conseguir um papel que teria mudado sua vida: o de Thor nos filmes da Marvel. No entanto, seu teste não foi como esperava e Chris Hemsworth acabou ficando, como sabemos, com o papel. “Foi pior do que um momento de ‘É só isso?’ porque tive um feedback terrível”. O pior inimigo dos atores: que lhes abaixem o ego a marteladas.

Pelo menos, tal como ele se lembra, não o massacraram: “Foi construtivo no sentido de que o diretor de elenco acreditava que era um papel garantido se eu simplesmente ‘soubesse como fazer’, como ele me disse. Não fui preparado naquele dia. Isso não vai voltar a acontecer, e às vezes precisamos disso. Tristeza e lição de vida, duas em uma.

Ritchson, agora transformado em uma estrela midiática, tem isso claro: “Vai tropeçar no próprio ego? Eu poderia ter dito qualquer coisa, mas pensei ‘Não vou deixar isso acontecer de novo’. Me afastei da profissão para aprender a atuar e sou melhor, e meu trabalho é melhor. Agradeço por aquele dia duro”. Tanto, que agora ele pode ter sua vingança: é um dos nomes que mais circulam para fazer Batman, e confirmou que James Gunn e ele se falam bastante. ¡Santos bat-músculos! Será verdade?

Zendaya te pede que leve lenços para o novo filme do Spider-Man, porque vai precisar deles

Até que ponto a Sorte Parker pode chegar a ser ruim? Pois, pelo que Zendaya e Tom Holland estão dizendo, muito, e em Spider-man: Brand New Day vai chegar ao fundo do poço. Ninguém sabe ainda exatamente o que vai acontecer com o Aracnídeo no fim desta quarta entrega, mas sabendo que até a namorada dele e o melhor amigo esqueceram o rosto dele, cabe perguntar até onde vão deixar que as alegres desventuras do Escalador de Paredes se transformem num drama geracional.

Spider-lágrimas

Numa entrevista promocional do casal ao lado de Jacob Batalon, o terceiro na jogada, os dois prometeram muitíssimas lágrimas e Zendaya chegou a afirmar que chorou várias vezes. “É muito triste. Não sei se é a melhor maneira de vender o filme, mas é catártico… E também devastador”. Quer dizer, se você esperava que o filme fosse um show de disse me disse entre Hulk, Punisher e Spidey, receio que ele esconda muitíssimo mais dentro de si.

Não é a primeira vez que insinuam que o final do filme vai dividir o público, mas nunca antes tinham nos assegurado com tanta veemência que íamos acabar feitos um amontoado choroso. E provavelmente isso tem a ver com o fato de que Peter Parker não esqueceu os amigos, por mais que eles já estejam em outro ponto de suas vidas.

Já falta bem menos para saber o que o filme esconde, e a esta altura já não vale a pena se dar spoiler, né? Simplesmente curtir uma história que, com sorte, nos lembre a Marvel de sempre. Cruzemos os dedos.