Minecraft acaba de ganhar um jeito oficial de sentar: 17 anos depois

Na prévia mais recente da próxima atualização de Minecraft, a Mojang colocou no jogo base duas coisas que a comunidade pedia fazia tempo: uma forma oficial de sentar e uma cama descartável para dormir. São a Almofada e a Cama de Palha. A própria Mojang destaca que a Almofada finalmente deixa o jogador sentar sem depender de mods, minecarts, barcos ou aqueles truques com entidades invisíveis. Demorou 17 anos para isso chegar ao Minecraft vanilla.

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A outra novidade é a Cama de Palha, uma opção bem prática para descansar durante explorações sem mexer no spawn principal. Pode soar simples no papel. Mesmo assim, as duas funções já estão sendo tratadas pela comunidade como uma das melhorias de qualidade de vida mais úteis que o jogo recebeu nos últimos tempos.

A Almofada acaba sendo a peça mais simbólica do pacote. É o primeiro item criado especificamente para sentar no Minecraft base. Dá para colocá-la em superfícies planas e, de acordo com a prévia da Mojang, ela não tem caixa de colisão, o que abre espaço para construções mais naturais e cheias de detalhe.

Na prática, isso muda bastante a decoração. A Almofada pode ser usada sobre escadas e outros blocos para montar cadeiras, sofás e áreas internas muito mais convincentes. A Mojang também diz que o item é craftável, pode ser tingido e está disponível nas 16 cores de lã, o que aumenta bastante as opções para quem curte role-play, design de interiores e builds mais imersivas. A receita, aliás, é simples: três lajes de lã da mesma cor, segundo a prévia.

Já a Cama de Palha é feita com três fardos de feno e rende quatro camas, ainda segundo a Mojang. A grande diferença em relação à cama tradicional está no spawn: ela permite dormir sem redefinir o ponto de renascimento. Depois do uso, a Cama de Palha é destruída. Funciona como um item de uso único e vira uma saída prática para quem só quer pular a noite durante uma viagem longa, sem correr o risco de perder o spawn da base principal.

Essas adições fazem parte da estratégia mais recente da Mojang com os chamados “game drops”, atualizações menores e mais frequentes no lugar de um grande lançamento anual. Nas palavras da própria empresa, a ideia é colocar novidades nas mãos dos jogadores mais rápido e testar melhor como recursos desse tipo são recebidos.

E essa prévia também deixa claro um foco maior em construção e ambientação. Além da Almofada e da Cama de Palha, o pacote inclui itens como lajes de lã, escadas de lã, o bioma Dappled Forest e acampamentos abandonados, de acordo com a Mojang. A resposta inicial dos jogadores vem sendo bem positiva. Nas primeiras reações da comunidade, a Almofada aparece como uma função pedida há anos, principalmente por quem investe em decoração, servidores de role-play e construções detalhadas. A Cama de Palha chamou atenção por outro motivo: o lado utilitário e a forma elegante de resolver um incômodo antigo das explorações. Pela reação inicial, a Mojang acertou em cheio com duas novidades discretas no papel, mas enormes no dia a dia do jogo.

Spotify acaba de atualizar o Mixed Playlists: edição manual das transições

O Spotify acabou de mexer no Mixed Playlists, ou simplesmente Mix, recurso que pega uma playlist comum e transforma tudo numa sequência com transições suaves entre as faixas, agora com edição manual dessas passagens. A atualização chegou sem alarde e, pelos relatos de usuários no Reddit, já chamou a atenção de quem gosta de montar playlist com clima de set de DJ.

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Agora dá para arrastar direto os pontos nas curvas de Volume , EQ e Filter na transição de uma música para outra. Isso dá um controle bem mais fino do que os presets antigos e ajuda a acertar aqueles detalhes que antes às vezes deixavam a passagem meio estranha.

A ideia do recurso segue a mesma desde que ele apareceu: fazer uma playlist tocar como uma sequência fluida, sem depender só de cortes secos ou de um crossfade básico. A interface também mostra dados como tonalidade e BPM de cada faixa, o que ajuda bastante na hora de organizar a ordem das músicas para tudo soar mais natural.

Antes dessa mudança, o Spotify já oferecia efeitos prontos e deixava combinar ajustes predefinidos de volume, equalização e filtro, mas o resultado ainda ficava bem amarrado ao que a ferramenta permitia. Com a edição das curvas, ficou mais fácil mexer no timing da transição e definir com mais precisão como esses efeitos sobem, descem ou se comportam entre uma faixa e outra.

O Mixed Playlists estreou em agosto de 2025, pouco depois de a Apple Music mostrar o AutoMix. Só que a lógica das duas ferramentas é diferente. A Apple foi pelo caminho da automação; o Spotify apresentou a função como algo mais manual, pensado para quem realmente quer lapidar a própria playlist. Isso ajuda a entender por que a recepção tem sido tão boa: tanto no Reddit quanto em coberturas especializadas, muita gente diz que a novidade deixa a criação de playlists mais pessoal e mais próxima da sensação de montar um set de verdade.

Nem tudo está redondo, claro. Há relatos no Reddit de que posicionar os pontos nas curvas ainda pode dar trabalho, principalmente em telas menores, e alguns usuários também comentam que certos pontos às vezes são resetados, o que quebra o ritmo da edição. Fora isso, continuam aparecendo pedidos por mais liberdade, como transições mais longas e a opção de escolher exatamente em que trecho da música a mixagem deve começar.

O Spotify também vem ampliando esse pacote de ferramentas. Em fevereiro de 2026, a empresa adicionou o Smart Reorder, função que reorganiza as faixas com base em BPM e tonalidade para melhorar a fluidez da playlist. Segundo a própria plataforma, os usuários já ouviram mais de 220 milhões de horas de playlists mixadas desde que o recurso foi lançado.

A ferramenta é voltada principalmente para assinantes Premium e entra na estratégia do Spotify de juntar recursos criativos mais práticos com funções como o DJ do Spotify e as Prompted Playlists. Ainda assim, há relatos de disponibilidade variando conforme a região, com limitações citadas por usuários em mercados como a Índia. Para quem leva curadoria musical a sério, é daquelas atualizações pequenas no anúncio e grandes no efeito. O Spotify está deixando a montagem de playlists cada vez mais parecida com ter uma cabine de DJ no bolso.

Escape the Backrooms chega ao Nintendo Switch 2: cross-play total desde o primeiro dia

Escape the Backrooms acaba de receber uma versão para o Nintendo Switch 2. A Secret Mode colocou o jogo no ar sem alarde, pelo que indica a página do título na Nintendo eShop. A novidade chama atenção por um motivo simples: essa edição já chega com cross-play completo, então dá para montar equipe com amigos no PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S logo no primeiro dia.

Esse multiplayer entre plataformas só foi possível por causa de um sistema de matchmaking cross-platform incluído em uma atualização lançada em 28 de maio de 2026, de acordo com a própria listagem do jogo na Nintendo eShop.

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Na prática, a versão de Nintendo Switch 2 não estreia separada das demais. Ela entra direto na mesma rede online das outras edições, o que faz diferença num jogo tão puxado para a cooperação e que depende de ter partidas cheias.

Publicado pela Secret Mode, o jogo dá a impressão de seguir um plano bem definido: aumentar a base de jogadores sem dividir a comunidade. Para um multiplayer de nicho que ganhou força muito mais no boca a boca do que em campanhas gigantes, isso pode fazer bastante diferença com o passar do tempo.

Desenvolvido por Fancy Games e Blackbird Interactive, Escape the Backrooms é um game cooperativo de exploração e terror inspirado na famosa creepypasta das Backrooms. A proposta mistura uma ambientação sufocante, resolução de puzzles e encontros com entidades hostis em cenários labirínticos, estranhos e desconfortáveis.

O jogo suporta até quatro jogadores e traz mais de 30 níveis, segundo a descrição oficial na Nintendo eShop. Esse formato ajudou a transformar o título em um fenômeno entre fãs de horror multiplayer, muito por causa dos sustos caóticos e daqueles momentos imprevisíveis que só aparecem quando se joga em grupo.

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A trajetória do game começou em 11 de agosto de 2022, quando ele entrou em acesso antecipado no Steam. A versão final para Windows saiu depois, em 23 de outubro de 2025. Na sequência vieram as edições de PlayStation 5 e Xbox Series X|S em 28 de maio de 2026, antes dessa chegada inesperada ao Nintendo Switch 2.

No PC, os números continuam fortes. Na Steam, o jogo mantém avaliação “Muito positivas”: 89% de mais de 42.609 análises em inglês foram marcadas como positivas na plataforma. Soma-se a isso uma estimativa de 4,4 milhões de cópias vendidas e cerca de 33,3 milhões em receita premium.

Nos consoles, o impulso também apareceu. No ambiente do Xbox, o jogo chegou à posição 21 no Top 40 da plataforma e ainda virou o nono lançamento mais popular do Game Pass em 2026, depois de entrar no serviço junto com sua estreia no console.

Por isso, a chegada ao Nintendo Switch 2 soa menos como um teste e mais como o próximo passo natural para sustentar esse momento, agora também no portátil de nova geração da Nintendo.

TV Time anuncia fim do serviço: app encerra operações em 15 de julho de 2026

O TV Time, app que muita gente usava para marcar episódios vistos, montar listas e comentar séries e filmes, anunciou que vai encerrar de vez as operações em 15 de julho de 2026. No comunicado enviado aos usuários, a empresa afirma que o serviço, que passou da marca de 25 milhões de contas cadastradas ao longo dos anos, ficou financeiramente inviável. Também diz que não viu interesse suficiente para tentar transformar a plataforma gratuita em um serviço por assinatura.

Até 15 de julho de 2026, ainda será possível exportar os dados da conta e o histórico de uso por uma ferramenta compatível com a GDPR, a lei europeia de proteção de dados. Passada essa data, de acordo com o aviso do TV Time, as informações pessoais serão apagadas em definitivo.

Para quem usava o app como um diário de séries e filmes, o recado é simples: é melhor correr se quiser salvar registros acumulados durante anos. E não era só uma planilha bonitinha de episódios marcados. Para muita gente, o TV Time funcionava como arquivo pessoal de consumo e, ao mesmo tempo, como um espaço de comunidade.

A empresa diz que a razão central para o encerramento é dinheiro. Manter um aplicativo gratuito deixou de fechar a conta, e a ideia de levar o produto para um modelo pago não pareceu sustentável diante do nível de interesse do público.

Há também outra leitura para esse fechamento. Gente que acompanha o setor vê a decisão como parte de uma mudança de foco da Whip Media, controladora do TV Time. Segundo esses observadores, desde que a Whip Media foi comprada pela Blue Torch Capital, em 2025, a empresa passou a concentrar mais energia em produtos corporativos, enquanto o lado voltado ao consumidor ficou em segundo plano.

O TV Time ganhou status de favorito entre fãs de séries porque oferecia ferramentas simples, fáceis de usar e até meio viciantes para organizar a rotina de quem acompanha muitos lançamentos. Entre os recursos mais populares estavam o registro de episódios e filmes assistidos, watchlists, recomendações, avaliações, fóruns de discussão e o tradicional resumo anual “REWIND”, que mostrava estatísticas de consumo de cada usuário.

Esse pacote ajudou a formar uma base bastante fiel, sobretudo entre quem acompanhava temporadas inteiras semana após semana. Nas redes sociais, a reação misturou frustração e nostalgia. Muita gente disse que não estava perdendo apenas anos de histórico, mas também um hábito diário e uma comunidade com a qual interagia havia muito tempo.

Depois do anúncio, parte desse público começou a migrar para alternativas como Trakt, Serializd e Simkl. Em alguns casos, usuários relataram lentidão e instabilidade nesses serviços, supostamente por causa da alta repentina no número de novos cadastros.

O fim do TV Time também joga luz sobre algo que volta e meia acontece no entretenimento digital: nem todo aplicativo popular consegue se manter vivo no longo prazo, ainda mais quando as empresas mudam de prioridade e passam a procurar modelos de negócio diferentes.

SteamOS acaba de corrigir os downloads lentos no Wi‑Fi do Steam Deck

A Valve começou a liberar aos poucos a versão 3.8.14 do SteamOS no canal estável. O objetivo é corrigir um problema de Wi‑Fi que, em alguns aparelhos, podia derrubar bastante a velocidade de download, incluindo o Steam Deck. A distribuição ainda está sendo feita em etapas para toda a base de usuários do sistema.

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Se você quiser checar se a atualização já chegou por aí, é simples: abra as configurações do sistema e veja se a versão 3.8.14 já aparece no canal estável. Para quem gosta de testar antes o que está por vir, a Valve também colocou a compilação 3.8.22 nos canais Beta e Preview. É o esquema que ela costuma seguir: solta primeiro para um grupo menor, acompanha possíveis regressões e, só depois, amplia a liberação.

De acordo com a Valve, a falha vinha de certos roteadores que anunciavam de forma errada os requisitos de MCS, sigla para Modulation and Coding Scheme. Na prática, o SteamOS acabava entendendo a conexão do jeito errado e recuava para velocidades sem fio mais baixas do que deveria. Resultado: jogos e atualizações baixando muito abaixo do esperado, mesmo em redes que, no papel, eram rápidas.

Não parecia ser algo generalizado. Ainda assim, para quem esbarrava nisso, a frustração era grande. Até porque dois usuários com uma internet parecida podiam ver resultados bem diferentes, tudo dependendo do roteador e da forma como a conexão era negociada com o aparelho. Agora, os primeiros relatos da comunidade, em fóruns e no Reddit, sugerem que a correção está mesmo fazendo efeito, pelo menos nesse caso específico. Alguns usuários falam em ganhos bem expressivos de velocidade depois da atualização beta.

E isso não diz respeito só ao Steam Deck. O SteamOS vem aparecendo cada vez mais em hardware de outras marcas, então a correção também interessa a quem roda o sistema em dispositivos que não foram fabricados pela Valve. Ao mesmo tempo, não dá para tratar isso como o fim de todos os problemas de Wi‑Fi. Ainda existem relatos de outros tipos de instabilidade sem fio, e eles continuam dependendo de fatores como o ambiente, o roteador, a banda usada e até interferência local.

No fim, a correção parece bem direcionada ao erro ligado ao MCS, não a qualquer reclamação de rede. Ela também faz parte de um movimento maior da Valve para empurrar o SteamOS para além do próprio portátil, com correções mais gerais, melhorias gráficas, base para HDMI VRR, ajustes no gerenciamento de VRAM e compatibilidade com handhelds de terceiros, entre eles MSI Claw, Lenovo Legion Go e modelos da OneXPlayer. Já no caso das Steam Machines, o quadro segue mais nebuloso. Notas recentes de versões beta da Valve citaram suporte inicial para hardware futuro dessa categoria, o que reacendeu especulações, mas ainda não existe uma janela definida para uma adoção mais ampla.

Amazon Photos ganha força: alternativa mais convincente ao Google Fotos

O Amazon Photos enfim virou uma alternativa de verdade ao Google Fotos, sobretudo para quem já assina Amazon Prime. A Amazon melhorou onde mais importava, organização, busca e apresentação, e a troca já não parece aquele movimento difícil de defender para quem quer guardar a biblioteca e revisitá-la depois. O Google Fotos, claro, ainda segue na frente quando o assunto é recurso.

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E segue mesmo. O Google Fotos continua sendo referência em pesquisa, organização automática e criação de álbuns e, em maio de 2025, já tinha passado de 1,5 bilhão de usuários, segundo o Google. Ainda assim, a soma de armazenamento mais generoso com as mudanças recentes pôs a Amazon em outro patamar, bem mais próxima da briga.

Para muita gente, essa decisão depende menos do aplicativo em si e mais do ecossistema em que a pessoa já está. O grande trunfo do Amazon Photos continua sendo dos mais simples: quem assina Amazon Prime recebe armazenamento ilimitado de fotos em resolução original e mais 5 GB para vídeos, segundo a Amazon. Na prática, é uma vantagem imediata.

No Google Fotos, o plano gratuito oferece 15 GB, mas esse espaço é dividido com Gmail e Google Drive, segundo o Google. Se isso não bastar, entra o Google One, com planos de 100 GB por 1,99 por mês e 2 TB por 9,99 por mês, de acordo com o Google. A Amazon também cobra por expansão de vídeo e armazenamento extra, com opções como 100 GB por 1,99 por mês e 1 TB por 6,99 por mês, segundo a Amazon. Para quem já é Prime e guarda uma biblioteca grande de imagens, o Amazon Photos acaba parecendo um custo-benefício muito bom.

Mesmo com esse avanço, o Google Fotos ainda leva a melhor em vários momentos do uso diário. A busca costuma acertar mais, a organização é mais lapidada e os recursos automáticos para reunir momentos, pessoas e temas ainda pesam bastante, especialmente para quem vive caçando uma foto específica de anos atrás ou gosta de receber coleções prontas e sugestões de lembranças sem ter que fazer nada.

Parte dessa melhora na imagem do Amazon Photos vem de uma reformulação recente do aplicativo, segundo a Amazon. Ele ganhou carrossel de memórias mais caprichado e uma busca por frases e descrições, o que tirou um pouco daquela cara de depósito de arquivos e deixou a experiência mais próxima do que o rival já oferece há algum tempo.

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Mas isso não apaga certas limitações. A Amazon aceita arquivos RAW e traz recursos como o Family Vault para compartilhamento em família, mas os termos do Amazon Photos proíbem uso comercial, segundo a Amazon. Para fotógrafos profissionais, isso diminui bastante o apelo.

Também há nuances de privacidade que podem entrar na conta, principalmente para quem evita concentrar dados demais em uma única big tech. Se a prioridade for encontrar fotos com facilidade, manter a biblioteca em ordem e aproveitar os recursos mais maduros do mercado, o Google Fotos ainda parece a escolha mais forte.

Já para assinantes do Amazon Prime, especialmente quem acumula milhares de imagens em alta resolução, o Amazon Photos deixou de ser coadjuvante e passou a ocupar um lugar bem mais convincente. No fim das contas, a decisão gira em torno de preço, espaço e de quanto você quer tirar proveito do pacote de serviços que já paga.