Microsoft Teams acaba de ganhar proteção inteligente contra bots

A Microsoft começou a liberar, em meados de maio de 2026, uma nova camada de proteção no Microsoft Teams para impedir que bots não autorizados entrem sozinhos nas reuniões. De acordo com a empresa, a atualização está chegando aos poucos para todos os usuários do Microsoft Teams e deve alcançar a maior parte dos clientes comerciais e governamentais até meados de junho de 2026.

Microsoft Teams Baixar

Se você quiser saber se a função já apareceu por aí, o caminho é simples: observe o lobby do Microsoft Teams nas próximas reuniões. A própria Microsoft diz que o recurso começou a ser distribuído em meados de maio de 2026 e que deve atingir a maior parte dos clientes comerciais e governamentais até meados de junho de 2026.

No uso real, funciona assim: quando o Microsoft Teams identificar sinais de que um participante pode ser um bot, ele não entra direto na reunião. Esse participante vai primeiro para o lobby e só acessa a chamada se o organizador, ou outro participante humano, liberar a entrada manualmente.

Segundo a Microsoft, a mudança serve para cortar riscos de privacidade e segurança, sobretudo nos casos em que ferramentas externas de transcrição, resumo ou anotações acabam conectadas a contas corporativas. A empresa também diz que hoje consegue separar melhor bots de pessoas ao analisar sinais de comportamento e de infraestrutura, embora não tenha aberto os detalhes técnicos de como faz isso.

O motivo da mudança, segundo a Microsoft, é bem direto: alguns usuários conectaram serviços de reunião de terceiros e depois descobriram que esses bots continuavam entrando automaticamente em encontros futuros, mesmo quando ninguém pretendia chamá-los outra vez. Com o novo modelo, a entrada desses agentes passa a depender de uma ação consciente, não de algo que acontece quase no automático. Isso reduz a chance de um serviço manter acesso recorrente sem que os organizadores tenham plena noção do que está acontecendo.

Para desenvolvedores aprovados, a Microsoft também criou um caminho de registro que permite ao Microsoft Teams tratar bots autorizados como participantes conhecidos. Segundo a empresa, essa funcionalidade está em prévia com um grupo limitado de fornecedores independentes e deve diminuir o atrito para ferramentas legítimas.

A etapa seguinte chega em agosto de 2026. Nessa fase, os administradores poderão bloquear automaticamente todos os bots externos detectados em um tenant inteiro, também segundo a Microsoft. Na prática, a decisão deixa de ficar nas mãos de cada organizador de reunião e passa para a política corporativa. A mudança vem num momento em que as plataformas de comunicação usadas no trabalho estão sob pressão maior: um levantamento da Mimecast mostrou que 44% das organizações registraram crescimento nos ataques contra ferramentas de colaboração no último ano, enquanto dados públicos de 2025 citados pela Microsoft apontaram uma alta de 211% no número de vítimas de vazamentos e um custo médio de US$ 4,88 milhões por violação.

Para a Microsoft, num cenário em que cada integração pode abrir mais uma porta, controlar quem entra na reunião passou a ser parte central da segurança.

Imagem: Microsoft

Análise de Forza Horizon 6, a viagem ao Japão que nos deu o melhor jogo de carros da história

Não vou começar esta análise bancando o interessante. Será que gostei?, será que não gostei?… Eu amei o jogo e ele é, pra mim, o melhor jogo de corrida arcade que já joguei, e olha que eu já tenho cabelos brancos.

Depois de mais de 100 horas ao volante (a Xbox nos mandou código faz um mês, sejamos sinceros), esperei até ter claro o que o jogo é e o que pretende. Por isso já me encontro em condições de falar longamente sobre o título da Playground Games.

Japão como você nunca tinha visto antes: ao volante de um carro

A recriação digital do Japão em Forza Horizon 6 é, sem dúvida, o trabalho mais detalhado e espetacular da franquia até hoje. E o Japão se encaixa perfeitamente nesta série de viagens pelo mundo, com sua cultura automobilística única, uma enorme rede de rodovias e paisagens preciosas que se fundem num borrão colorido do lado de fora da janela.

Forza Horizon 6 também apresenta o cenário urbano maior e mais complexo da franquia: Tóquio. Esse extenso labirinto de concreto é formado por néons e uma rede emaranhada de vias expressas elevadas, becos, ruas, estradas e atalhos.

Percorrê-lo em alta velocidade é uma sensação diferente da de qualquer outra parte do enorme mapa, que abrange uma recriação digital condensada —à maneira de um “o melhor de”— de Tóquio e do resto do Japão, incluindo montanhas nevadas, cerejeiras em flor e verdes terras de cultivo.

Locais japoneses da vida real que você pode visitar em Forza Horizon 6

Há um total de 75 pontos turísticos para descobrir no jogo pic.twitter.com/1Pppxc9xEk

— Dexerto (@Dexerto) 25 de junho de 2026

Em dado momento, durante uma corrida que é desbloqueada no final do jogo, você percorre o Japão inteiro de carro. Levei mais de 20 minutos, e a variedade de paisagens foi incrível. Me senti como se realmente tivesse atravessado um país inteiro. E cada vez que minha viagem me levava a Tóquio ou aos seus arredores, eu também ficava impressionado com a enorme escala do lugar.

É uma pena, então, que Forza Horizon 6 não aproveite mais Tóquio. Eu gostaria que houvesse mais corridas, eventos e momentos na cidade, mas no lançamento ela parece um pouco abandonada. Algumas áreas parecem cidades-fantasma devido à falta de pessoas virtuais em Horizon 6 e à ausência total de trânsito.

Este é um exemplo de como o jogo coloca a diversão acima da realidade, o que é compreensível, mas teria sido interessante dirigir na hora do rush e ter uma ideia mais clara da densidade populacional de Tóquio. Mas isso não seria tão divertido quanto sair em alta velocidade pelas ruas da cidade. E Horizon 6 é um jogo que parece ter pânico de que você fique entediado. Então, nada de engarrafamentos.

Que carros você quer dirigir? Todos, obviamente

Quando você chega ao Japão pela primeira vez, te dão alguns carrinhos bem comuns (embora meu Toyota Celica dos anos 90 seja uma preciosidade que eu jamais vou trocar), pouquíssimo dinheiro, e você tem que conquistar na raça sua entrada no Horizon Festival.

Diferentemente das edições anteriores, você já não é uma lenda do automobilismo quando aparece. E sim um qualquer tentando fazer seu nome com a ajuda de alguns amigos locais.

Gostei muito dessa ideia. Ela evitou um dos meus maiores problemas com os jogos Horizon: a forma como te inundam na mesma hora de carros, dinheiro, recompensas e bônus. Eu esperava que, desta vez, tivesse que me esforçar e dar tudo de mim para conseguir carros mais legais e rápidos para além das primeiras horas.

Há até alguns trabalhos de entrega que você pode aceitar para ganhar um dinheiro extra. São missões cronometradas simples em que os jogadores têm que dirigir de um lugar até outros pontos de Tóquio ao volante de uma van de entrega. Elas são bem diferentes das corridas de supercarros e dos saltos acrobáticos, mas, infelizmente, completá-las rapidamente vira perda de tempo.

Forza Horizon 6 | Primeiros detalhes de gameplay:

▫️ O Japão é o maior mapa da série até hoje

▫️ A cidade de Tóquio é 5x maior do que qualquer cidade anterior de Horizon, com vários distritos inspirados em locais da vida real

▫️ Mais de 550 carros no lançamento

▫️ O áudio dos motores foi reformulado

▫️… pic.twitter.com/tJD3csOaL3

— KAMI (@Okami13_) 22 de janeiro de 2026

Mas, três horas depois de começar o jogo, eu já dirigia um supercarro, tinha mais de um milhão de créditos na minha conta bancária e era um piloto de pleno direito do Horizon Festival de quem os vários DJs que podem ser ouvidos nas estações de rádio do jogo já falavam. Nunca voltei a fazer outro trabalho de entrega. Por isso eu teria gostado que Forza Horizon 6 prolongasse essa sensação de se virar e de se esforçar ao máximo para se tornar um piloto de corrida famoso e rico.

Infelizmente para mim, esta não é uma franquia que goste de atrasar ou negar a satisfação. Ela prefere distribuir carros maneiros e rapidíssimos o quanto antes, em vez de fazer você merecer isso e sentir uma sensação de progressão. É uma oportunidade perdida, mas da qual me esqueci bem rápido, já que o jogo oferece uma quantidade quase infinita de corridas e atividades divertidas para completar.

Dirigir continua sendo o melhor do jogo depois de 6 edições

A parte mais importante de qualquer jogo de corrida é a sensação real de pisar no acelerador. E, felizmente, a dirigibilidade em Forza Horizon 6 continua tão boa como sempre foi na franquia. Isso se deve em grande parte ao fato de que, por trás do colorido mundo aberto de estilo arcade, continua batendo o coração do motor de simulação de direção e física de Forza Motorsport, o melhor da categoria.

Você pode abrir a tela de personalização e mexer em cada detalhe do seu carro por horas e horas. Tudo isso continua aí. Mas quase nunca você vai ter que fazer isso se não quiser. Até os fãs de uma direção mais casual (como é meu caso, na verdade) se beneficiam de todo o trabalho que foi dedicado a fazer com que cada carro pareça incrível e diferente. Passar de um supercarro para um velho roadster pode ser complicado, já que você tem que reaprender como cada um se comporta.

Ou talvez não, porque Forza Horizon 6 inclui uma grande quantidade de opções que permitem fazer com que a direção do jogo seja muito, muito mais fácil ou, se você preferir, muito, muito mais difícil. Desta vez, você pode até marcar um ponto no mapa e fazer com que seu carro dirija sozinho até lá enquanto você aprecia a paisagem. Horizon 6 é um autêntico jogo de direção projetado para todo mundo, inclusive, ao que parece, para quem não quer dirigir demais.

Provavelmente, o mundo aberto, a música e a exploração de Horizon 6 serão os aspectos que muitos jogadores vão elogiar, mas isso é só porque a direção é tão boa que você já quase nem percebe. Tudo é graças ao impecável sistema de direção que funciona silenciosamente em segundo plano. Essa é a verdadeira razão pela qual Forza Horizon 6 funciona.

Mapa completo de Forza Horizon 6 revelado pic.twitter.com/GAf8hNM3E6

— Pirat_Nation 🔴 (@Pirat_Nation) 8 de abril de 2026

Conclusão: um jogo perfeito para quem ama dirigir, se divertir e viajar

Se você gosta do Japão, se você gosta de carros, se você gosta de paisagens bonitas, se você gosta de pegar estrada nos fins de semana, se você gosta de turismo, se você gosta de dirigir, se você gosta de música… Forza Horizon 6 foi pensado para praticamente todos os jogadores de hoje, porque tudo o que faz, faz bem, e até seu amigo que não tem carteira de motorista vai curtir por horas entrar num Subaru Impreza e fazer drift pelas estradas de montanha nos arredores de Tóquio.

Forza Horizon 6 está disponível no Xbox Series, PC e PlayStation 5, então você não tem desculpa para não comprá-lo agora mesmo e passar o verão inteiro queimando pneu pelo Japão com seu carro preferido. E eu te dou um conselho: este jogo se curte muito mais com amigos com quem competir e dar risada juntos em cada curva. A Playground Games acertou em cheio de novo.

Switch 2: novo rumor aponta possível revisão da tela LCD

O Nintendo Switch 2 pode, sim, estar a caminho de ganhar uma revisão de tela. Essa suspeita surgiu depois de indícios encontrados na versão beta mais recente do console e também da aparição, em um site chinês de revenda, de uma suposta listagem para um “novo modelo” de painel LCD. Até aqui, Nintendo e Sharp não confirmaram nada. Ainda assim, o rumor pegou força por um motivo simples: a tela do Nintendo Switch 2 no modelo de lançamento já vinha sendo alvo de críticas de jogadores e analistas, sobretudo por causa de motion blur e ghosting.

Nintendo Switch Online Baixar

O ponto que mais chamou atenção nessa listagem do site chinês foi o código LS079T1SX10P. A leitura mais comum é que ele aponta para um painel LTPS de 7,9 polegadas com resolução 1080p, exatamente o mesmo pacote de especificações que já vinha sendo ligado ao Nintendo Switch 2.

Se esse rumor estiver certo, a mudança talvez nem apareça na ficha técnica, já que tamanho e resolução, ao que tudo indica, continuariam os mesmos. Isso, porém, não quer dizer que o painel seja igual ao atual. Relatos sobre a listagem mencionam diferenças bem claras em partes internas, como circuitaria exposta, conectores e cabos. Parece mais do que uma alteração cosmética ou uma simples troca, pequena, de fornecedor.

Hoje, quando se fala no LCD das unidades de lançamento do Nintendo Switch 2, o nome mais associado é a Innolux. Já o suposto novo painel estaria sendo montado pela Sharp, o que alimenta a teoria de uma troca direta ou, pelo menos, de uma diversificação na cadeia de fornecimento. Essa hipótese ganhou um pouco de fôlego depois que um relatório financeiro recente da Sharp citou expansão nas vendas para aplicações móveis em sua fábrica de Hakusan.

Claro, isso ainda está longe de provar uma parceria específica com a Nintendo. Mesmo assim, alguns observadores viram aí uma pista compatível com a produção para um cliente de grande porte. O interesse em torno do rumor também tem outra explicação: as críticas ao display atual. Parte dos usuários e dos reviewers reclamou de borrões em movimento e efeitos de ghosting, apesar dos 120 Hz. A Digital Foundry, por exemplo, apontou tempos de resposta lentOS como um dos pontos fracos do painel. Por isso, muita gente já olha para uma possível nova versão como tentativa de corrigir, ou ao menos aliviar, essas reclamações.

Também circula a especulação de que essa eventual nova tela possa chegar acompanhada de outras revisões de hardware. A Nintendo já confirmou uma versão revisada do Nintendo Switch 2 na Europa para facilitar a substituição da bateria, em linha com exigências da União Europeia. A partir daí, abriu-se espaço para pensar em mudanças paralelas em outros componentes.

Por enquanto, o melhor é tratar tudo com cautela, até que a Nintendo resolva falar oficialmente. Não existe confirmação de desempenho superior, nem comparação técnica verificada entre os painéis, nem detalhes sobre regiões de lançamento, cronograma ou impacto nos custos de produção. Se uma nova tela estiver mesmo a caminho, a pergunta que realmente importa não é se ela vai manter a mesma resolução do painel atual. É outra: no uso real, ela vai ser melhor? E aí, qual é o seu palpite?

Nintendo Music acaba de ganhar mais faixas de Mario Kart World: Free Roam cresce de novo

A trilha de Mario Kart World acaba de ganhar mais espaço no Nintendo Music. O serviço de streaming musical da Nintendo começou a liberar novas faixas da seção Free Roam, e a atualização está chegando aos poucos para todos os usuários. Para ver se ela já apareceu aí, é só abrir a página da trilha de Mario Kart World no app ou na versão em navegador do serviço.

Nintendo Music Baixar

Desta vez, entraram músicas baseadas em temas de Mario Kart DS e Mario Kart Wii. Isso reforça um movimento que já vinha ficando claro: a Nintendo está soltando esse catálogo em etapas, semana após semana. Para quem acompanha a trilha do jogo, a novidade serve como mais uma pista de que a empresa não pretende despejar tudo de uma vez só em um dos projetos musicais mais ambiciosos já ligados à série.

As novas faixas pertencem à seção Free Roam, o modo de exploração de Mario Kart World. É ali que entram versões rearranjadas de temas clássicos da franquia e também de outros jogos do universo Mario. No próprio game, esse modo traz um jukebox com mais de 200 peças inéditas em termos de arranjo, segundo a Nintendo, pensadas para criar um clima mais contemplativo e atmosférico, bem diferente da energia mais direta e acelerada das corridas.

Isso ajuda a entender por que a trilha tem chamado tanta atenção. Mario Kart World não fica só reaproveitando músicas antigas: ele pega composições conhecidas e refaz tudo com uma pegada mais solta, quase como se uma banda estivesse tocando ao vivo, acompanhando a exploração do mapa.

A primeira leva da trilha de Mario Kart World chegou ao Nintendo Music em 1º de junho de 2026, com 130 faixas, segundo a Nintendo. De lá para cá, a biblioteca dedicada ao jogo foi crescendo aos poucos e, ainda de acordo com a empresa, o tempo total disponível no serviço já passou de oito horas.

Esse lançamento escalonado virou o padrão da Nintendo para o álbum, provavelmente porque o volume de material é grande demais para caber num único pacote. Para os assinantes, isso também ajuda a manter o jogo em evidência dentro do app por mais tempo, com atualizações recorrentes que puxam novas audições. No geral, a recepção tem sido bem positiva: muita gente elogia o tamanho da trilha, a qualidade dos arranjos e a criatividade ao revisitar temas clássicos, embora parte do público ainda sinta falta de um pouco mais de variedade estilística entre algumas faixas.

O Nintendo Music foi lançado em 31 de outubro de 2024 para iOS e Android, nas informações da Nintendo, mas o serviço ficou mais completo só recentemente. Em 1º de junho de 2026, a plataforma também ganhou uma versão para navegador e recebeu outras melhorias, como suporte para tablets e compatibilidade com Apple CarPlay e Android Auto, também segundo a empresa.

O acesso, porém, continua restrito a assinantes do Nintendo Switch Online, então o serviço segue como um benefício exclusivo do ecossistema da Nintendo. E tem mais um detalhe que ajuda a colocar esse projeto em perspectiva: a liderança criativa da trilha de Mario Kart World está nas mãos de Atsuko Asahi, compositora conhecida por trabalhos em Animal Crossing: New Leaf e Mario Kart 8, segundo a Nintendo. Isso ajuda a explicar por que o projeto soa tão amplo e detalhado, e também por que cada nova leva de músicas vem despertando tanta curiosidade entre os fãs da série.

Persona na Netflix: beta mais recente indica série live-action

A beta mais recente da Netflix deu margem a uma suspeita que já começou a circular com força: Persona, franquia de games publicada pela Sega, pode ser a próxima a entrar na lista de adaptações do streaming, desta vez numa série live-action ambientada nesse universo.

Netflix Baixar

Reportagens da imprensa internacional apontam que o projeto estaria em desenvolvimento mesmo sem qualquer anúncio oficial. Só isso já basta para chamar atenção, tanto pelo grupo de nomes envolvidos quanto pelo fato de mexer com uma comunidade de fãs que costuma ser bastante ciumenta com a identidade da série.

As informações publicadas lá fora dizem que a adaptação estaria sendo tocada em parceria com a 21 Laps Entertainment, empresa fundada por Shawn Levy, produtor de Stranger Things, e com a Story Kitchen, companhia que vem somando créditos em adaptações de games, entre elas os filmes de Sonic the Hedgehog.

O nome mais citado para liderar a série é o de Christopher Monfette, conhecido pelo trabalho em Star Trek: Picard. Ele estaria ligado ao projeto como roteirista, showrunner e produtor executivo. Outro nome mencionado é Toru Nakahara, produtor da Sega que também trabalhou nos longas de Sonic the Hedgehog, o que reforça uma ligação direta com a empresa dona da propriedade intelectual.

Mesmo com esse grupo de talentos envolvido, ainda falta muita peça nesse quebra-cabeça. A Netflix não falou publicamente sobre o assunto, e ninguém sabe ao certo qual jogo da série serviria de base para a adaptação. Persona 3, Persona 4 e Persona 5 surgem como os candidatos mais óbvios. Também existe a possibilidade de a produção seguir por uma história original, só que dentro do mesmo universo.

Os estúdios citados sugerem um projeto pensado para alcançar um público mais amplo, na linha das grandes adaptações de entretenimento pop. A presença da 21 Laps Entertainment e da Story Kitchen aponta para ambição comercial. Já a participação de Toru Nakahara pode ser lida como sinal de algum nível de supervisão ligado à Sega.

Ainda assim, é natural que os fãs olhem para esse tipo de notícia com cautela. Persona não vive só de batalhas sobrenaturais. A série mistura rotina escolar japonesa, drama adolescente, relações sociais, elementos psicológicos e uma estética muito particular.

Levar Persona para o live-action com atores reais envolve bem mais do que reproduzir combates e criaturas. Os jogos dependem de ritmo, atmosfera e contexto cultural. Boa parte da experiência está em acompanhar o cotidiano dos personagens, fortalecer vínculos e alternar entre a vida escolar e os confrontos em dimensões sobrenaturais, onde eles invocam suas Personas.

É por isso que as primeiras reações em redes sociais e fóruns têm sido, em muitos casos, de ceticismo. Existe o receio de que uma produção comandada no Ocidente simplifique ou descaracterize aspectos culturais centrais da série. Se esse projeto de fato sair do papel, ele vai marcar a primeira adaptação live-action de Persona. A franquia já teve animes e montagens teatrais no Japão, mas nunca ganhou uma versão desse tipo para a TV.

Mesmo sem como confirmar a informação até que a Netflix publique algo oficial, a ideia, de acordo com os relatos da imprensa internacional, soa promissora no papel, mas continua cercada de dúvidas. E você, arrisca algum palpite?

Shin Megami Tensei V: Vengeance já está disponível: não é upgrade do Switch nem exclusivo do “Switch 2”

A Atlus lançou Shin Megami Tensei V: Vengeance em 14 de junho de 2024, para Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X/S e PC. Trata-se da edição expandida e standalone de Shin Megami Tensei V. Com isso, caiu a exclusividade que o jogo original tinha no console da Nintendo, e também ficou claro que essa nova versão não tem relação alguma com um suposto exclusivo de Nintendo Switch 2.

Steam Baixar

O ponto central é simples: Shin Megami Tensei V: Vengeance é uma edição standalone, vendida separadamente da versão de 2021. Então, quem comprou o primeiro Shin Megami Tensei V no Nintendo Switch não ganhou um caminho de atualização oficial para migrar pagando menos. As duas alegações que circularam por aí estão erradas: não existe “upgrade pack confirmado”, e também não se trata de uma “edição de Switch 2”. O que existe é um relançamento premium, no mesmo espírito de outras versões expandidas que a Atlus já fez.

E aí está o principal chamariz de Shin Megami Tensei V: Vengeance: ele funciona como a versão definitiva do RPG. Além da campanha original, agora rebatizada como Canon of Creation, o pacote traz uma rota inédita, a Canon of Vengeance, com personagens novos, mais demônios e mudanças narrativas de peso, sobretudo na segunda metade da jornada. Para quem já zerou o jogo de 2021, é exatamente isso que torna a volta ao título interessante.

Na parte da jogabilidade, a edição expandida também mexe em pontos que muita gente pedia desde o lançamento anterior. Agora dá para salvar em qualquer lugar, a navegação e o mapa receberam ajustes, e vários sistemas passaram por rebalanceamento para deixar a progressão mais fluida e mais acessível, sem descaracterizar o nível de desafio que sempre marcou a série.

A recepção, no geral, foi boa. Críticos e jogadores trataram Shin Megami Tensei V: Vengeance como a melhor forma de jogar o RPG da Atlus, muito por causa da quantidade de conteúdo novo e dos refinamentos técnicos. A reclamação que mais apareceu foi outra: a falta de um upgrade path para quem já tinha o jogo no Nintendo Switch, já que a publisher preferiu vender essa nova edição como um produto separado.

Ainda assim, o mercado respondeu. Segundo dados divulgados pela Atlus e pela Sega Sammy, Shin Megami Tensei V: Vengeance vendeu mais de 500 mil cópias nos três primeiros dias. Já a soma das vendas de Shin Megami Tensei V com Shin Megami Tensei V: Vengeance passou de 2,44 milhões de unidades até abril de 2026. Então, se você esbarrou em posts falando em “upgrade pack confirmado” ou “edição de Switch 2”, vale arrumar a informação: Shin Megami Tensei V: Vengeance já está disponível há meses, saiu em múltiplas plataformas e é uma nova versão completa do RPG, não uma atualização simples para quem já tinha o original.

State of Decay 3 volta a ficar em risco na Xbox: Microsoft avaliaria vender ou fechar a Undead Labs

Poucas semanas depois de State of Decay 3 aparecer com um novo trailer de gameplay no Xbox Games Showcase de junho de 2026, começaram a circular vários relatos de jornalistas e fontes da indústria apontando que a Microsoft estaria estudando vender ou até fechar a Undead Labs, estúdio responsável pelo jogo. Se isso de fato acontecer, a medida pode atingir cerca de 110 funcionários.

O que pega, aqui, é o momento. Faz muito pouco tempo que State of Decay 3 voltou aos holofotes no showcase da Xbox e ainda ganhou previsão de lançamento para 2027 no PS5, Xbox Series X/S e PC. Agora, de repente, o futuro da Undead Labs volta a lançar dúvida em cima do projeto.

State of Decay 3 enfim reapareceu publicamente depois de anos de silêncio. Só que os relatos indicam que a situação do estúdio pode bater direto no desenvolvimento do jogo.

Revelado lá em 2020, State of Decay 3 ainda estava bem longe de ter uma produção minimamente consolidada naquela fase. Mais tarde, desenvolvedores chegaram a dizer que o projeto era, basicamente, um documento de texto.

O trailer mostrado em 2026 foi o primeiro sinal realmente concreto de avanço em bastante tempo. Havia também a indicação, de acordo com essas apurações, de que testes alpha tinham começado recentemente, o que dava a impressão de que o jogo finalmente estava entrando numa etapa mais estável. Se a Microsoft realmente decidir vender ou encerrar a Undead Labs, o risco não fica só no cronograma. Até a própria existência de State of Decay 3, pelo menos na forma em que ele foi apresentado, passa a entrar em questão.

E a possível movimentação em torno da Undead Labs não estaria acontecendo sozinha.

Os mesmos relatos dizem que o estúdio faria parte de uma reestruturação maior dentro da divisão de games da Microsoft. Nomes como Ninja Theory, Double Fine e Compulsion Games também estariam sob pressão. Nos bastidores, a estratégia da Xbox estaria mudando: a Microsoft vem acelerando o lançamento de jogos em plataformas concorrentes e, ao mesmo tempo, tentando reforçar o Game Pass num cenário em que a cobrança por rentabilidade aumentou.

Sob a liderança da nova CEO da Xbox, Asha Sharma, a mensagem interna teria sido direta, ainda de acordo com essas fontes: as margens atuais de lucro não se sustentam. Para quem acompanha a marca, é difícil não notar o contraste. Jogos ganham espaço de destaque em um grande evento e, poucas semanas depois, os estúdios por trás deles passam a surgir em rumores de venda ou fechamento.

O timing já virou alvo de críticas entre analistas e jornalistas. Muita gente vê aí um problema sério de relações públicas para a Microsoft. E a situação também reacende outra especulação: a de que mostrar jogos em showcases pode servir para valorizar estúdios antes de uma eventual negociação de venda.

No caso da Undead Labs, o histórico recente também pesa bastante. O estúdio foi fundado em 2009, acabou comprado pela Microsoft em 2018 e, em 2022, apareceu em reportagens com denúncias de misoginia e má gestão. Na época, esses fatores já eram apontados como parte do pacote de problemas que atrasou State of Decay 3.

A reação da comunidade tem sido de preocupação, principalmente entre os fãs que esperavam que a apresentação de junho marcasse uma virada de vez. Do lado trabalhista, o sindicato Communications Workers of America já pediu negociação imediata com a Microsoft, diante da expectativa de demissões envolvendo funcionários sindicalizados da Xbox.

Ainda não dá para confirmar nada até que a Microsoft se pronuncie oficialmente. Mesmo assim, a possibilidade combina com esse momento de transformação da Xbox e com o preço que essa transição pode cobrar de estúdios, equipes e jogadores. E você, arrisca algum palpite?

O mercado de games está tão mal que a Nvidia vai relançar uma placa de vídeo de 2021… a preço de 2026

Imagine que em 2021 alguém tivesse chegado à sua casa para te dizer: “ei, o que você acha se eu te vender uma placa de vídeo de 2016, já obsoleta e sem as novas tecnologias de ponta, e te cobrar preço de hoje por ela?”. Você provavelmente teria pensado que era uma piada, que nenhuma empresa seria tão maluca a ponto de fazer isso nem haveria clientes tão tolos de comprar essa GPU. Infelizmente, o presente é mais sombrio do que jamais pudemos imaginar.

NVIDIA GeForce Experience Download

O auge do mercado de IA tem sido fantástico para a inovação, mas não tanto para a eletrônica de consumo e os clientes finais, nós. Basta buscar no Google quanto custava um computador pré-configurado nesta época do ano passado em comparação com hoje, para sentir sua conta bancária gritar de terror.

Pois bem, parece que a Nvidia está dando uma mão aos gamers que têm dificuldades para conseguir uma nova GPU RTX 50, já que, segundo consta, começou a colocar à venda novas RTX 3060.

A antiga Nvidia RTX 3060 12GB volta ao varejo cinco anos após o lançamento original, com preço de US$ 339 https://t.co/v8uWttqBPz

— Tom’s Hardware (@tomshardware) 29 de junho de 2026

O pessoal do Tom’s Hardware percebeu que algo estranho estava acontecendo na Newegg. Ao que tudo indica, do nada, a loja online está vendendo agora GPUs GeForce RTX 3060 de 12 GB GDDR6 Windforce, que voltaram a ficar disponíveis. Curiosamente, a página da Nvidia dedicada a esta GPU agora a cataloga como modelo «Rev. 2.0», o que implica que a Nvidia a retocou ligeiramente antes de voltar a lançá-la no mercado.

Talvez o mais surpreendente de tudo seja que a Newegg oferece a GPU por 339,99 dólares, o que representa apenas 10 dólares a mais do que custava quando chegou ao mercado pela primeira vez. Claro, comprar uma GTX 3060 não é o ideal, já que você vai ficar sem DLSS 4.5 e Frame Generation; no entanto, se você precisa de uma GPU potente para o seu PC gamer e está tendo dificuldade para conseguir uma placa da série RTX 50, esta deveria ser uma boa alternativa… ou não.