Android beta já mostra controle por app para backups na nuvem

A beta mais recente do Android começou a exibir, em meados de 2026 e para uma parte dos testadores, uma opção que muita gente esperava havia tempo: escolher, app por app, o que entra no backup na nuvem do Google. Alguns usuários já se depararam com uma lista de controles individuais para incluir ou excluir aplicativos. Parece um detalhe, mas não é. Historicamente, o Android nunca ofereceu esse tipo de ajuste com clareza, e isso pode pesar tanto na privacidade quanto na hora de evitar cópias desnecessárias de apps pesados ou de pouca importância.

Hoje, o backup de aplicativos no Android funciona quase sempre no velho esquema do “tudo ou nada”. Se o recurso está ligado, os dados compatíveis dos apps entram automaticamente no pacote de backup. Se está desligado, ficam de fora. Desde o Android 6.0, o Auto Backup for Apps salva esses dados de forma automática em uma pasta privada do Google Drive, com limite de até 25 MB por aplicativo e sem consumir a cota normal de armazenamento do usuário, de acordo com o Google.

Esse detalhe sempre deixou o processo mais discreto e mais prático. Ao mesmo tempo, ajudou a criar uma sensação incômoda de falta de controle, porque muita gente nem sabe quais aplicativos estão mandando dados para essa área reservada.

Se essa mudança for liberada para todo mundo, o usuário vai poder bloquear o envio de apps mais sensíveis para a nuvem ou simplesmente tirar do backup aqueles aplicativos que não faz sentido restaurar depois. Para quem troca de celular com frequência, ou só prefere manter uma rédea mais curta sobre a própria pegada digital, isso muda bastante coisa.

O sistema de backup do Android sempre apanhou pela pouca clareza sobre o que de fato é salvo e pelo fato de nem sempre restaurar tudo como o usuário imagina ao configurar um aparelho novo. Em muitos casos, uma parte dos dados volta, outra parte não, e o processo inteiro fica com cara de caixa-preta. Ao permitir controle por aplicativo, o Google mexe justamente nesse ponto de atrito: a ausência de granularidade. Não conserta de uma vez todos os tropeços de restauração do Android, claro, mas corrige uma das falhas de usabilidade mais antigas da ferramenta.

A opção de excluir apps específicos também traz um ganho direto de privacidade. Mensageiros, apps financeiros ou ferramentas cheias de informações pessoais podem ficar fora do backup, se essa for a sua escolha. Em aparelhos com Android 9 ou superior, os dados de backup dos apps já têm criptografia de ponta a ponta vinculada ao bloqueio de tela do dispositivo, segundo o Google. Só que, em configurações mais antigas, o nível de proteção pode não ser o mesmo. Aí esse novo controle fica ainda mais relevante para quem é mais cauteloso.

Por enquanto, o recurso segue em rollout limitado. Ele apareceu como algo em desenvolvimento no fim de 2025 e começou a surgir para parte dos testadores beta em meados de 2026, segundo informações do Google. Ainda não há dados públicos sobre quantas pessoas receberam a novidade, nem sobre uma possível economia de armazenamento ou de tráfego de dados. A mudança também faz sentido dentro de um esforço maior do Google para melhorar backup e restauração no Android, com iniciativas como suporte mais consistente à pasta Downloads e uma migração mais suave em smartphones Pixel recentes.

Ainda resta saber como os desenvolvedores vão lidar com situações em que o usuário desativa o backup de um app e qual pode ser o efeito disso em mercados onde restaurar dados móveis continua caro. Mesmo sem confirmação definitiva, já que a equipe do Google ainda não publicou comunicados oficiais sobre o recurso, os sinais apontam na mesma direção: a novidade tem boas chances de mexer numa limitação antiga do sistema. E você, arrisca algum palpite?

O anime de Sekiro recebe um novo trailer e todos os detalhes sobre sua estreia

A Kadokawa publicou um novo trailer de Sekiro: No Defeat, a adaptação em anime do popular videogame da From Software. Embora ainda não tenham revelado nada sobre sua história, além do que sabemos do videogame, o trailer dá a entender que ele desenvolverá alguns dos elementos que já vimos no jogo com um pouco mais de detalhe, buscando dar um pouco mais de contexto à história original.

Um filme que ainda vai demorar para vermos

O anime, que será um filme, estreará nos cinemas do Japão no próximo 4 de setembro e terá uma janela de exclusividade de três semanas. E se por acaso você não estiver no país nipônico durante esses dias, não tem nada com que se preocupar. Passado esse tempo ele estreará na Crunchyroll, embora não tenham anunciado se a estreia será exclusiva no Japão ou em nível mundial. Mas, tratando-se da Crunchyroll, é de se esperar que, mesmo que a estreia não seja imediata, acabe chegando também ao ocidente.

Crunchyroll Download

Sekiro: No Defeat é um filme desenvolvido pelos estúdios Qzil.la e ARCH, sendo esta sua primeira grande produção desse tipo. Em termos de produção, é uma colaboração entre a Crunchyroll e a Kadokawa Corporation, que chegaram a um acordo histórico para produzir obras de animação relacionadas às licenças destes últimos. O que abre a porta para que, se fizer sucesso, adaptem outros videogames da From Software ou de seu amplo catálogo de mangás e videogames.

Entre os dados confirmados, está que a abertura do filme será do tristemente falecido Ryuichi Sakamoto, especificamente sua canção Blu, que já toca neste trailer. E embora ainda tenhamos que esperar para vê-la, dada a espetacularidade de seu trailer, não temos dúvida de que será um grande sucesso tanto dentro quanto fora das fronteiras japonesas.

Como criar um instalador USB do macOS Golden Gate

Com a chegada do macOS 27, embora por enquanto só em fase beta, criar um instalador USB do macOS Golden Gate é uma forma muito eficiente de instalar o sistema em vários equipamentos e acelerar todo o processo nas conexões mais lentas. Vejamos os poucos passos para ter nosso USB preparado e pronto para usar quando precisarmos dele.

Preparar a memória USB e baixar o instalador

Para criar nosso instalador USB precisamos de uma memória de pelo menos 16 GB. Qualquer unidade servirá, de um pendrive a um SSD portátil, desde que esteja no formato Mac OS Extended (Journaled) para garantir a melhor compatibilidade. Se necessário, podemos abrir o Utilitário de Disco e escolher Apagar uma vez selecionada a memória na barra lateral para aplicar o formato correto.

Feito isso, baixamos o instalador do macOS Golden Gate usando o Terminal. Se ainda estivermos baixando uma beta, vamos a Ajustes > Geral > Atualização de Software para ativar o acesso a essa beta. Depois, abrimos o app e digitamos:

softwareupdate –list-full-installers

Assim poderemos identificar a versão disponível e, com essa informação, executar:

softwareupdate –fetch-full-installer –full-installer-version 27.0

O instalador aparecerá na pasta Aplicativos como “Instalar macOS Golden Gate”.

Criar o instalador passo a passo

Com o USB conectado, abrimos a pasta Aplicativos, clicamos com o botão direito em “Instalar macOS Golden Gate”, selecionamos Mostrar Conteúdo do Pacote e entramos em Contents > Resources. Digitamos sudo na janela do terminal, seguido de um espaço. Depois **da pasta aberta arrastamos o arquivo createinstallmedia para o Terminal e adicionamos –volume seguido de um espaço*. Para terminar, arrastamos o volume USB da Área de Trabalho para a janela do Terminal.

Pressionamos Enter e confirmamos com nossa senha. Quando o sistema nos perguntar, digitamos “y” no terminal e pressionamos Enter. A partir daqui, o processo apagará o USB e copiará o sistema. Depois de alguns minutos, teremos um instalador portátil, pronto para atualizar qualquer Mac rapidamente.

Google Tradutor pode ganhar widget de sequência diária no Android

A beta mais recente do Google Tradutor para Android traz um sinal interessante: o app pode ganhar um widget de tela inicial para o modo Prática, com foco na sequência diária. Os indícios aparecem em desmontagens de APK e em versões de teste do Tradutor no Android. Se isso se confirmar, daria para acompanhar o progresso e a sua sequência de estudos sem precisar abrir o aplicativo.

Google Translate Baixar

Se esse widget sair mesmo na versão final, o Google Tradutor vai dar mais um passo na direção de uma lógica que o Duolingo já transformou em hábito: fazer dos dias seguidos de uso uma peça importante da experiência.

O que mais chamou atenção nessas desmontagens foi justamente esse widget dedicado ao modo Prática. Faz sentido dentro do caminho que o Google vem seguindo, tentando empurrar o Tradutor para além da tradução pontual. A proposta seria bem direta: exibir na tela inicial a sua sequência de estudos e, de quebra, servir como atalho para retomar a lição.

Esse tipo de mecânica costuma mexer no engajamento. Sequências funcionam como um empurrão psicológico para voltar todos os dias, nem que seja por poucos minutos. Quando o número fica visível o tempo inteiro, ele vira aquele lembrete fixo de que seria melhor não “quebrar” o progresso.

Assim, em vez de depender só de notificações, o Google colocaria o hábito de estudar na sua frente toda vez que você destravasse o celular. Para muita gente, isso sozinho já ajuda a manter a rotina, ou pelo menos cria aquela sensação meio incômoda de que perder a sequência seria jogar esforço fora.

O modo Prática faz parte de uma mudança maior na estratégia do Google para o Tradutor. Antes, o app era voltado quase só para converter palavras e frases. Agora, vem recebendo exercícios interativos e lições mais guiadas para quem realmente quer aprender um idioma.

Duolingo Baixar

Isso aproxima o Google Tradutor dos aplicativos feitos especificamente para ensino de línguas, mas com uma vantagem clara: ele parte de um produto que já é muito popular e ligado a usos reais, como viagens, leitura e conversas do dia a dia, em vez de ficar restrito a aulas gamificadas. A lista de idiomas também cresceu. Para falantes de inglês, o modo Prática passou a incluir alemão e português, além de francês e espanhol.

Quem fala bengali, alemão, híndi, italiano, neerlandês, romeno, sueco e chinês simplificado também já pode usar o recurso para aprender inglês.

Mesmo com toda a empolgação, ainda tem bastante coisa em aberto. As informações divulgadas até aqui vêm principalmente de desmontagens de APKs e de versões beta do Google Tradutor para Android. Em outras palavras, esse widget ainda pode mudar bastante no caminho, ou simplesmente nunca aparecer de forma oficial.

Também segue sem resposta a questão do suporte para iPhone, de quais idiomas entrariam no widget logo de início e de como seria o cronograma de liberação por países. O Google ainda está expandindo outros widgets do Tradutor, como atalhos para câmera e voz, além de recursos de tradução ao vivo. Então esse novo componente pode muito bem fazer parte de uma atualização maior.

Ainda não dá para bater o martelo sem um anúncio oficial do Google. Mesmo assim, tudo o que apareceu nas versões beta do Google Tradutor para Android aponta na mesma direção: a empresa quer que o Tradutor seja lembrado não só quando você precisa traduzir alguma coisa, mas também na hora de estudar. E aí, qual é o seu palpite?

Samsung Messages já tem data final: app será encerrado em julho de 2026

Depois de anos perdendo espaço, o Samsung Messages enfim ganhou uma data oficial para sair de cena. Segundo um aviso mostrado pela própria Samsung a usuários de celulares Galaxy, o aplicativo será encerrado em julho de 2026. É o sinal mais claro até agora de que a empresa concluiu a migração para o ecossistema de mensagens do Google.

Por enquanto, o impacto confirmado fica concentrado, principalmente, nos Estados Unidos e em aparelhos Galaxy com Android 12 ou versões mais recentes, de acordo com esse aviso da Samsung. Quem ainda usa Android 11 ou uma versão anterior não deve sentir essa mudança de imediato. A empresa já começou a orientar os usuários afetados a trocar o Samsung Messages pelo Google Messages, que é o app de mensagens do Google e já vem como padrão nos celulares mais novos da marca desde a linha Galaxy S21. Para muita gente, essa troca já vinha acontecendo fazia tempo. Agora ela só passou a ter prazo final.

Em 2024, a Samsung também parou de pré-instalar o Samsung Messages em seus novos flagships. Era mais um indício de que a aposta já tinha mudado de lado e passado de vez para o aplicativo do Google.

Para quem ainda usa o app antigo todos os dias, a maior preocupação continua sendo o histórico de conversas. Nesse ponto, a notícia é boa: a migração para o Google Messages deve acontecer automaticamente. Segundo a Samsung, o processo pode levar até 24 horas para terminar.

Essa decisão tem relação com a parceria cada vez mais estreita entre Samsung e Google, mas não é só isso. Existe também um motivo técnico e estratégico por trás da mudança: o avanço do RCS, sigla para Rich Communication Services, como novo padrão de mensagens. Na prática, ele funciona como uma evolução do SMS e do MMS e traz recursos muito mais próximos dos apps de conversa atuais, como envio de fotos e vídeos em alta resolução, indicador de digitação, confirmação de leitura e chats em grupo mais decentes. Ao concentrar esforços no Google Messages, a Samsung acompanha esse movimento da indústria de tentar padronizar a experiência, em vez de seguir mantendo uma alternativa própria rodando em paralelo.

Tudo isso acontece num momento em que o RCS ganha força no mercado como um todo. A adoção do padrão pela Apple no iPhone também tende a melhorar a compatibilidade das mensagens trocadas entre Android e iPhone, justamente um ponto em que os apps nativos ficaram por anos atrás de serviços independentes como WhatsApp e Telegram.

Mesmo assim, ainda há perguntas sem resposta. A Samsung não apresentou um cronograma claro para outras regiões fora dos Estados Unidos, então usuários no Brasil e em outros mercados ainda não sabem exatamente quando, ou até se, receberão o mesmo aviso. Também existe resistência de parte da base de usuários, que prefere a interface do Samsung Messages e alguns recursos específicos do app.

Outro ponto importante: golpistas já estão se aproveitando dessa mudança com links falsos de download. Se você receber algum aviso sobre a migração, o caminho mais seguro é baixar ou atualizar o Google Messages só pela Play Store ou pela Galaxy Store. Para a maioria dos consumidores, o fim do Samsung Messages não deve causar um choque grande. Ainda assim, ele encerra um capítulo importante da estratégia de software da Samsung e deixa o Google Messages consolidado, de vez, como o centro das conversas no Android.

Dead or Alive 6 Last Round chega ao PC: substitui original e gera críticas

A Koei Tecmo relançou Dead or Alive 6 no PC como Dead or Alive 6 Last Round, uma versão paga que entrou no lugar do jogo anterior, segundo mostram as páginas dos dois títulos no Steam. Isso aconteceu duas semanas depois de a empresa tirar Dead or Alive 6 das lojas digitais, em 11 de junho de 2026. A nova edição já estreou no meio de uma confusão.

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No Steam, Dead or Alive 6 Last Round aparece com avaliação “Majoritariamente negativa”, e jogadores relatam na própria plataforma que a fatia de análises negativas chegou a passar de 70% em certo momento. A bronca principal é bem clara: muita gente sente que está sendo cobrada de novo por um pacote que acrescenta pouco e ainda deixa de lado recursos que hoje muita gente já espera do gênero.

A crítica mais forte é o formato da venda. Dead or Alive 6 Last Round está sendo tratado como um jogo separado, com preço cheio, e não há upgrade com desconto para quem já tinha Dead or Alive 6. Na prática, quem comprou a versão antiga perdeu a opção de adquiri-la e, se quiser passar para a edição nova, precisa abrir a carteira outra vez.

E isso pesa ainda mais porque o conteúdo inédito é visto como pouco. De acordo com a descrição do produto no Steam, o relançamento traz cinco personagens que já tinham saído antes como DLC e acrescenta um novo modo foto. Para uma parte da comunidade, isso está longe de justificar uma nova edição paga de um jogo lançado há sete anos.

Tem outro ponto que pega em cheio. Em 2026, lançar jogo de luta competitivo sem rollback netcode é quase pedir reação ruim. Ainda assim, Dead or Alive 6 Last Round chegou sem esse recurso e também sem cross-platform play, segundo a página do jogo no Steam. Os dois problemas aparecem o tempo todo nas críticas de usuários, ainda mais porque concorrentes do gênero já tratam rollback como padrão ou, no mínimo, como um extra muito desejado. Sem essas melhorias, muita gente vê Dead or Alive 6 Last Round como uma atualização rasa vendida como se fosse produto novo.

A monetização também virou alvo direto do backlash. Somando todo o conteúdo adicional de Dead or Alive 6 Last Round, o valor total citado por usuários passa de 1.700.

A série Dead or Alive já vinha com fama de depender pesado de DLC, e essa nova edição só reacendeu a irritação por repetir o mesmo modelo. Também há reclamações de consumidores que já tinham comprado personagens crossover na versão original e agora precisam pagar por eles de novo em Dead or Alive 6 Last Round. Entre os exemplos mencionados pela comunidade estão convidados de The King of Fighters.

O que ficou é uma sensação bem ruim entre os jogadores: a Koei Tecmo tirou Dead or Alive 6 de cena e colocou no lugar uma nova edição que cobra mais, não entrega os avanços técnicos mais pedidos e acabou virando, quase de imediato, um caso de recepção negativa.

Wuthering Waves 3.5 já tem data: update estreia junto com versão de Xbox

A Kuro Games confirmou a chegada da versão 3.5 de Wuthering Waves para 10 de julho, exatamente o mesmo dia em que o RPG de ação estreia no Xbox Series X|S. Na prática, a atualização junta mais conteúdo para quem já joga e a abertura de uma nova porta para o game.

Wuthering Waves Baixar

Não é aquele patch de meio de caminho que passa quase batido. Dessa vez, o pacote tem outro peso, justamente porque vem acompanhado do lançamento em uma nova plataforma. Muita gente da comunidade já esperava havia tempo pela chegada de Wuthering Waves aos consoles da Microsoft, e isso amplia o alcance do jogo num momento importante da sua trajetória. Ainda assim, a data não caiu bem para todo mundo. Parte dos jogadores reclamou do fato de a estreia no Xbox acontecer logo depois do crossover por tempo limitado com Cyberpunk: Edgerunners, o que deixa os novos usuários da plataforma de fora do evento e também dos personagens exclusivos ligados a ele.

Entre as novidades jogáveis, o maior destaque é Mengzhou, também chamada de Terra de Xuanfang. De acordo com a Kuro Games, a nova região explorável terá identidade própria, com paisagens diferentes, trechos inéditos de história e mecânicas de exploração pensadas para fazer o local se distinguir das áreas que os jogadores já conhecem.

E esse tipo de adição costuma puxar bastante o retorno de quem já estava ativo.

Afinal, quando o mapa cresce, crescem junto as missões, os segredos e as rotas novas de progressão. A Kuro Games também disse que a versão 3.5 vai adicionar dois Resonators 5 estrelas. Yangyang: Xuanling chega como uma DPS de Havoc que usa espada. Suisui entra como suporte de Glacio com Rectifier, voltada para cura e buffs no time. Além disso, Rover vai receber um novo atributo Electro, o que abre mais possibilidades de composição e dá ao protagonista uma margem maior de uso dentro do meta e das equipes montadas por cada jogador.

Na parte das invocações, a empresa confirmou novos banners de armas e um banner especial chamado Reverb Convene, focado no retorno de personagens populares de ciclos anteriores. É o tipo de novidade que tende a agradar quem perdeu unidades importantes lá atrás. A Kuro Games ainda promete algumas melhorias de qualidade de vida, como um sistema de reprodução automática da história mais ajustado, personalização individual dos pacotes de voz dos personagens e uma versão atualizada do sistema de evento para iniciantes.

Também há mudanças mais práticas, ligadas a armazenamento e desempenho. No PC, segundo a Kuro Games, o tamanho de Wuthering Waves vai cair cerca de 20 GB graças à compressão de assets. No mobile, os jogadores poderão apagar arquivos de dublagem que não usam, o que ajuda bastante no gerenciamento de espaço em celulares e tablets. No fim, a versão 3.5 chega com cara de atualização grande de verdade, não de simples ponte entre patches, e aparece num ponto decisivo da expansão de Wuthering Waves.

Steam acaba de liberar 8 jogos grátis para PC neste fim de semana

A Steam colocou no ar, neste fim de semana, oito novos jogos grátis para PC na sua seção free-to-play. A entrada desses títulos aconteceu sem alarde, então eles já estão disponíveis para entrar na biblioteca, baixar e jogar sem gastar nada.

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Na prática, já dá para clicar, adicionar à conta e começar a jogar. E, como estamos falando de lançamentos no formato free-to-play da Steam, não existe aquela lógica de “pega agora antes que suma” que costuma aparecer em promoções por tempo limitado.

O que chama atenção aqui é o volume: de uma vez só, a Steam recebeu oito games gratuitos novos no catálogo.

A seleção passa por gêneros bem diferentes, com jogos de mistério, shooter de sobrevivência, plataforma, terror e RPG. A maior parte vem de estúdios independentes.

Vale separar as coisas, porque a Steam trabalha com dois tipos de jogo grátis que funcionam de maneiras bem distintas. De um lado está o free-to-play, que já chega à loja sem preço de entrada e costuma ganhar dinheiro com compras dentro do jogo, itens cosméticos, expansões ou outras microtransações. Do outro, existe o “grátis por tempo limitado”, quando um jogo que normalmente é pago pode ser resgatado sem custo durante uma janela promocional e depois fica para sempre na conta. Nesta leva, segundo a própria listagem da Steam, o destaque está no primeiro grupo: jogos que entram na loja como gratuitos de forma permanente.

Esse volume de jogos grátis faz parte da estratégia da Steam já há bastante tempo.

Além de aumentar a circulação de usuários, o modelo ajuda a plataforma a seguir forte como principal vitrine do PC, ainda mais num mercado que vem ficando mais disputado.

Para os desenvolvedores, especialmente os indies, lançar um jogo gratuito pode ser um jeito de ganhar espaço num ambiente lotado.

Em vez de brigar de frente com lançamentos premium pela mesma atenção, muitos estúdios usam a gratuidade como porta de entrada para formar comunidade, atrair avaliações e melhorar o alcance orgânico dentro da própria loja.

E isso não quer dizer falta de receita. Um caso recente citado pela indústria ajuda a mostrar como essa lógica funciona: uma promoção de quatro dias de Graveyard Keeper na Steam teria gerado cerca de 250.000 em faturamento indireto, principalmente por meio da venda de DLC para jogadores que resgataram o game base sem pagar, segundo esse exemplo mencionado pelo setor.

A comparação com a Epic Games Store acaba vindo quase automaticamente.

A Epic ficou conhecida por liberar, semana após semana, jogos premium que normalmente são pagos. A Steam, por outro lado, se diferencia pelo volume enorme de títulos free-to-play que ficam disponíveis o tempo todo.

As duas seguem caminhos parecidos no objetivo de atrair e segurar usuários, mas executam isso de formas diferentes. A Epic Games Store trabalha com giveaways pontuais como isca. A Steam aposta em escala, variedade e permanência dentro da própria loja.

Claro que o modelo também recebe críticas. Entre elas estão a sensação de que os jogos perdem valor, o uso de microtransações agressivas, a manipulação de avaliações e o excesso de títulos de baixa qualidade, o chamado shovelware, que acaba atrapalhando a descoberta de projetos realmente interessantes.

Mesmo assim, para o público, a conta ainda fecha: mais opções sem custo de entrada e mais chance de topar com alguma surpresa boa no meio do catálogo. Para quem gosta de garimpar novidades no PC, este fim de semana entregou exatamente isso.

Pokémon Legends 3 vaza com Galar medieval: rumor sugere um “Pikmin com Pokémon”

Novas informações ligadas ao grande vazamento da Game Freak, conhecido como “Teraleak”, passaram a apontar que Pokémon Legends 3 pode levar a franquia para uma versão medieval de Galar. Os detalhes aparecem em materiais associados ao “Teraleak”, e o codinome interno do projeto foi uma das coisas que mais chamou atenção.

Pokémon GO Baixar

A Game Freak ainda não anunciou Pokémon Legends 3 de forma oficial, mas o rumor ganhou força porque, segundo o que vem circulando online sobre o “Teraleak”, outras informações ligadas ao mesmo vazamento teriam coincidido com dados que já eram conhecidos. Ainda assim, por enquanto, tudo isso entra na conta do não confirmado.

Se o que circula sobre o “Teraleak” estiver certo, a ideia seria levar o jogador para Galar cerca de 1.000 anos antes dos eventos de Pokémon Sword and Shield, em uma versão mais antiga e quase medieval do mapa inspirado no Reino Unido. Não é exatamente o caminho mais óbvio. Em vez de repetir uma estrutura parecida com a de Pokémon Legends: Arceus, o que o vazamento sugere parece bem mais ambicioso, tentando ampliar a identidade da subfranquia com uma escala maior e um formato menos tradicional.

O trecho mais curioso está no gameplay. Pelas informações associadas ao “Teraleak”, como a história se passaria antes da popularização das Poké Bolas, o sistema descrito lembraria mais Pikmin com Pokémon do que um RPG convencional.

A proposta seria deixar você comandar grupos de até 30 Pokémon ao mesmo tempo contra inimigos gigantescos, incluindo criaturas em forma Dynamax. Isso mudaria bastante o ritmo da experiência e tiraria o foco das capturas e batalhas individuais, puxando tudo para algo mais estratégico e mais voltado ao gerenciamento em campo. Segundo os vazamentos associados ao “Teraleak”, a trama também giraria em torno da criação da primeira Gigantamax Poké Bola, ligando essas mecânicas de forma direta à história de Galar e às origens do fenômeno Dynamax, um dos elementos centrais de Pokémon Sword and Shield.

A reação inicial nas redes sociais ficou dividida. Uma parte do público gostou bastante da ideia de explorar uma Galar antiga, com estética medieval e uma proposta mais experimental, vendo nisso a chance de a série Pokémon finalmente se arriscar mais.

Já outra parte recebeu o conceito com cautela. A linha Legends ainda está encontrando seu lugar, e a recepção a Pokémon Legends: Z-A continua cercada de dúvidas em parte da comunidade. Por causa disso, alguns fãs preferem esperar por imagens, gameplay ou uma confirmação oficial antes de se empolgar.

No momento, o único jogo oficialmente confirmado da série é Pokémon Legends: Z-A, previsto para 2025 no Nintendo Switch e ambientado em uma Lumiose City futurista. Então, mesmo que esse projeto de Galar tenha existido ou ainda esteja em desenvolvimento, ele provavelmente ficaria para 2027 ou mais adiante.

Ainda não dá para confirmar esse suposto recurso ou mesmo o projeto em si até que a equipe da Game Freak se pronuncie oficialmente, mas a possibilidade segue chamando atenção por apontar para um dos conceitos mais ousados da franquia nos últimos anos. E você, arrisca algum palpite?

Instagram pode ganhar mais controle do algoritmo: ajuste do feed ficaria mais visível

A beta mais recente do Instagram, aplicativo da Meta, dá sinais de uma mudança que pode mexer bastante com o feed: mais controle sobre o algoritmo, de um jeito centralizado e fácil de achar.

Instagram Baixar

Hoje, esse tipo de personalização costuma ficar enterrado em menus e submenus. Se a ideia for mesmo adiante, o Instagram pode puxar esses ajustes para uma parte mais visível da experiência, deixando mais simples dizer o que você quer ver, e o que prefere não ver, sem ter de fuçar tanto nas configurações.

Essa possível mudança também vem na esteira de uma cobrança cada vez mais forte por transparência nas redes sociais e por ferramentas que deixem o ajuste das recomendações menos trabalhoso.

Segundo a Meta, o Instagram já oferece alguns recursos de personalização. O problema é que muita gente nem percebe que eles estão lá.

Hoje já dá para marcar conteúdos como “não tenho interesse”, escolher ver publicações de contas favoritas, navegar por um feed só com perfis seguidos e até mexer em preferências ligadas a temas sensíveis.

Só que boa parte dessas opções continua espalhada pela interface, ou escondida em áreas que a maioria das pessoas quase nunca abre.

Se a Meta realmente trouxer esses controles para o centro do app, a personalização pode deixar de parecer um ajuste avançado e virar algo do dia a dia. Seria mais uma forma de reforçar que o feed não depende só do comportamento automático, mas também das escolhas diretas do usuário.

A Meta ainda não deu um cronograma amplo para isso, mas o caminho mais plausível parece claro: atalhos mais visíveis dentro do feed, explicações mais diretas sobre por que certos posts aparecem e opções de ajuste que peçam menos toques.

Nisso podem entrar ferramentas para recalibrar recomendações, redefinir interesses e informar com mais rapidez quais tipos de vídeos, Reels e posts você quer ver com menos frequência.

No uso real, isso funcionaria como um jeito de “treinar” o feed sem depender só de curtidas, comentários ou tempo de visualização.

Para quem usa o app, o benefício seria bem concreto: menos sensação de estar preso a um fluxo imprevisível de conteúdo e mais espaço para adaptar a experiência ao momento, seja para acompanhar mais amigos, seja para cortar certos assuntos ou estilos de postagem.

A novidade também não deve mexer só com quem consome conteúdo. Criadores e marcas acompanham de perto qualquer alteração no sistema de recomendações.

Se o Instagram tornar essa personalização mais ativa, o alcance pode ficar ainda mais ligado à relevância percebida por públicos específicos, e menos preso a uma lógica única para todo mundo. Isso pode favorecer conteúdos mais alinhados a interesses reais, mas também deve exigir que criadores entendam melhor como seus públicos ajustam aquilo que querem ver.

Ainda não dá para bater o martelo sobre o recurso antes de comunicados oficiais da Meta. Mesmo assim, a direção chama atenção e sugere uma tentativa de aumentar a sensação de controle sem mexer no modelo de recomendação que sustenta o tempo de uso do app.

E você, arrisca algum palpite?